É com prazer que apresentamos a revista MAGNUM!

MAGNUM é uma Revista dedicada ao universo das Armas de Fogo. Aborda Colecionismo, Tiro Esportivo, Munições, Recarga, Balística e Legislação pertinente ao assunto. Além de abordar Arqueiria, Caça, Cutelaria, promover entrevistas com pessoas ligadas a cada um desses setores e cobrir lançamentos de novos produtos - no Brasil e no mundo -, buscando estimular seus Leitores ao trânsito saudável, consciente e responsável através desses temas.

Confira abaixo 5 Edições Completas para Assinantes MAGNUM

Edição Especial - Ed. 39 - Série Lugers - Mar/Abr 2010

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Editorial

Um morredouro objeto de desejo, quase sempre considerado como possuidor de uma qualidade muito acima da real, a Luger apresenta um visual belíssimo, o qual conduz diretamente o observador à noção de extrema ergonomia: suas linhas puras e o ''balanço'' de seus elementos de composição fazem dela uma verdadeira obra de arte no que concerne à aparência.

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Revista Magnum Edição 136

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Editorial

O REFERENDO DAS ARMAS ERA DELE PREVISÃO E PARTE INTEGRANTE, ASSIM COMO SÃO SEUS EFEITOS COLATERAIS - HOJE  SCANCARADOS - A PERDA DE CONTROLE DA VIOLÊNCIA NO BR, A NECESSIDADE DE INTERVENÇÃO FEDERAL NO RJ E, QUIÇÁ PARA BREVE, INTERVENÇÕES EM OUTROS ESTADOS.

Em alguns desses muitos grupos de WhatsApp, há pouco tempo circularam as seguintes pérolas: “Militares foram flagrados nas favelas do Rio portando armamento de uso exclusivo dos traficantes.” (e...) “Para evitar que motoristas sóbrios morram em colisões com motoristas bêbados, basta proibir os motoristas sóbrios de dirigir. É assim que funciona o estatuto do desarmamento.”
Contamos por nós - temos a boca seca, sempre que nos tocamos que nos cerca o estatuto do desarmamento.

Troço que fazemos mesmo questão de escrever em minúsculas, não por outro motivo, mas por serem tão pequenas e pequeníssimas as razões que se dizem sustentáculo de tão absurdo móvel normativo. Móvel normativo ? Sim, um móvel. Um movelzão, daqueles monstruosos, feios, tristes... pesados e “pesados”. Dos que não queremos, nunca quisemos, mas herdamos (sabe lá de quem) e temos que engolir, ainda que por um certo tempo. Movelzão que simplesmente não cabe na sala e, pra que fique, onde não deveria estar, restou apenas o expediente de deixar a porta da rua entreaberta. E deparamos a porcaria do anômalo todo santo dia na sala. No primeiro cafezinho da manhã; depois, na volta do trabalho, quando se arranca camisa, o calçado e se vai à ducha. Daí, na volta à sala pro jantar, mais uma vez. E mais outra, ao menos uma outra vez, na hora de encher um copo d’água pra ir dormir, sem que faça qualquer sentido conferir se a porta da rua está fechada, porque já sabemos que não poderá estar. É coisa comparável a assombração e suas visitas repulsivas.

Dá pra tirar o troço dali. Por isso o dizemos móvel, ou seja, móbil, passível de ser movido. Todos os inúmeros prejudicados percebem, veem que dá pra tirar, eliminar, remover. Porém, as mesmas condicionantes que impedem que se demova a “tartaruga do topo do mastro” atrapalham a retirada desse monstro da sala e da casa. Totalmente incompatível com o ambiente, constritor de espaço físico, abominoso, atrapalhador contumaz.... um estorvo que desestrutura a casa, consequentemente quem a habita, fragilizando as relações internas, as externas e toda a família.

O estatuto do desarmamento nos fragiliza a todos. Nesse “todos” - é claro - não abarcamos marginais – nem sequer os reconhecemos -, também não abarcamos seguradoras, bancos, grandes construtoras de condomínios fechados e políticos da cepa que a operação Lava Jato já prendeu ou está para prender. Enfim, não reconhecemos nele bandido de espécie qualquer. Lei 10.826/03, o estatuto do desarmamento castra os cavalheiros; mocha as damas; encorpa crianças medrosas; aumenta o consumo de grades, cercas elétricas, muralhas, alarmes, seguros de casas, seguros de automóveis e de outros bens, engorda os bancos ou, como dizem os mais velhos, as casas bancárias.

Nos compacta em potes herméticos, ditos condomínios fechados, de onde assinamos, em três longas vias, as declarações ou confissões de mochos, capões e medrosos.

Segundo Bene Barbosa, num de seus textos recentes: “Qualquer suposto benefício – ilusório, para ser mais preciso – trazido por um desarmamento, real e absoluto, não chega nem perto dos malefícios reais e inequívocos que ele provoca. Só isso deveria ser o sufi ciente para não restar dúvidas de qual lado ficar. Pouco importa a corrente adotada: humanista, utilitarista, jurídica, filosófica, religiosa e o escambau ao quadrado: havendo honestidade intelectual, você não encontrará nenhum apoio para a tese desarmamentista.”

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Edição 23 - Ano 4 - Março/Abril 1991

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Editorial

O Jantar-Arquibancada

Este ano, a Equipe Magnum que promoveu a cobertura do 13º SHOT Show, em Dallas, Texas, compunha-se de 4 (quatro) editores redacionais e o de fotografia. A ela somavam-se diretores das 3 (três) principais empresas produtoras de armas do Brasil: Taurus, Rossi, e CBC – Companhia Brasileira de Cartuchos.

Como alguns dos leitores imaginam, e outros sabem, basta sair do Brasil para – irremediavelmente – brasileiros fazerem comparações. Quando se vai para a “Meca” das Armas de Fogo, a América do Norte, as comparações nesse campo acabam sendo, também irremediavelmente, amargas, muito amargas. Entretanto, é sempre necessário observar o lado bom, o lado produtivo, daquilo que se está comparando.

A maioria dos integrantes desse grupo de brasileiros no 13º SHOT Show raramente conseguia se reunir, cada um tentando cumprir da melhor maneira sua tarefa, parte, parte disso devido à grande afluência de pessoas dos 4 cantos do mundo e que lotavam as centenas de hotéis de Dallas, obrigando os brasileiros a se dividirem, e parte ocasionado pelo frio e garoa reinantes naquela região e época do ano, a qual não animava muito. Os paulistanos, entretanto, não se entregavam...

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Edição 40 - Ano 7 - Agosto/Setembro 1994

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Editorial

Mensagem do Vaticano

“Em um mundo marcado pelo mal e pelo pecado, existe o direito à legítima defesa com armas e por motivo justos...Esse direito pode-se tornar um grande dever para quem é responsável pela vida dos outros, da família ou da sua comunidade civil”

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Edição Especial - Ed. 45 - Comemorativa 100 anos modelo 1911

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Editorial

O presente trabalho se constitui de grande importância sob todos os aspectos. Reveste-se de ineditismo, haja vista que, pela primeira vez, os mais variados assuntos que se relacionavam ao tema são agrupados numa só publicação.

Elaborada por LINCOLN TENDLER, reconhecidamente um dos mais respeitados Escritores brasileiros, especializado no campo das armas, munições e tiro, a obra em momento algum deixa de propiciar aprendizado útil e agradável, qualidade que raramente caminham juntas em semelhantes compêndios.

Independentemente do invejável currículo do autor, o trabalho desenvolvido por ele nesta obra não só demonstra um preparo singular, como também excepcionais atributos do escritor inteligente e dinâmico. Inteligente, pelo quão bem soube ordenar e desenvolver o complexo e polêmico tema deste Especial; dinâmico, pela paciência e sacrifício em amealhar, selecionar o extraordinário material de ilustração que sua obra mostra.

Mais que o próprio autor e esta Editora, estão de parabéns os Leitores brasileiros, que passam a ter, graças ao trabalho de Lincoln Tendler, informações sistematizadas de um setor especializado de grande importância, como é o das armas e munições, particularmente aquele que se refere à velha e querida PISTOLA 1911, criada por John Moses Browning.

Cel. PM Iranil dos Santos

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