Editorial
EFEITO & CAUSA...
Ovo ou Galinha?
Só topo dizer que "ganharam" quando... apenas e tão somente quando... o jogo chegar ao fim. E, como o jogo Inda NÃO acabou e parece distante do apito final, só vou dizer que os antiarmas (até aqui e tão somente até aqul) estão "ganhando".
Ficamos esperançosos quando da eleição do governo anterior e, infelizmente, esse esperançar durou pouco, ou pouquíssimo... ou quase nada. Quatro breves anos. Colsa de 1.461 dlas.
Imersos em TODO tipo de assalto, a fazer roubadas preciosas e precisas oportunidades e trilhas, os bons fluidos da Direita tiveram estadia curta, fraquete. Com quatro tíblos anos, uma criança não aprendeu a andar de bicicleta nem a ler e escrever. Nem bike nem beabá. É pouco. É pouco tempo. Pouco tempo pra muito e MUITO conserto necessário.
Furtados... ou melhor... frustrados os nossos votos - os do ano retrasado, os do maldito 2022 -, nós engolimos um misto de caroço do abacate (em volume) com pele do mandacaru (em textura). Assistimos a um sem-número de violações óbvias e... nalgo como a inércia... nalgo como a discrição conservadora usual... o que fazemos agora é (de novo) aguardar, aguardar & aguardar.
Os decretos e as portarias, como ovos e galinhas - ou seriam galinhas e ovos? -, não deixaram de espremer a vida dos honestos, localizados e fiscalizáveis CACs. Hoje soubemos e sabemos que a vida tá mais amargosa e mais cheia de requisitos... digamos... burocráticos.
Você val alcançar e val conseguir sustentar o nível 3, CAC? Duvido. Seu CR novo val sair? Talvez. Sua GT refresca o caminho até o clube? Talvez. Você vai manter seu acervo integro? Talvez. As normas devem mudar, mais outras e outras vezes nos próximos tempos? Quiçá.
¿Quizás... quizás... quizás?
A segurança jurídica é nenhuma. Isso, tenha por certo. Embora eu creia ser adequado e coerente VOCÊ manter o seu Deputado Federal e o seu Senador da República sempre devida, Insistente e diretamente cobrados. Co-bra-dos! Afinal - me corrija se eu estiver avariado -, fez parte do nosso acordo, para elegê-los, a resposta armada de que fizemos causa... cujos efeitos (sozinhos e MUITO distantes) eles vêm colhendo.
Já passamos antes por fase difícil. Já houve momentos mais óbvios das políticas antiarmas, como o das vésperas do Referendo 2005, por grande exemplo. Porém... ali.. os Calheiros e Jungmans avançaram ao mingau quente pelo centro do prato e... queimaram a boca. Hoje, escolados, os antiarmas comem pelas beiradas.
Caio Wolff Bava
caiobava@revistamagnum.com.br
Índice
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