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É com prazer que apresentamos a revista MAGNUM!

MAGNUM é uma Revista dedicada ao universo das Armas de Fogo. Aborda Colecionismo, Tiro Esportivo, Munições, Recarga, Balística e Legislação pertinente ao assunto. Além de abordar Arqueiria, Caça, Cutelaria, promover entrevistas com pessoas ligadas a cada um desses setores e cobrir lançamentos de novos produtos - no Brasil e no mundo -, buscando estimular seus Leitores ao trânsito saudável, consciente e responsável através desses temas.

Confira abaixo 5 Edições Completas para Assinantes MAGNUM

Edição 107 - Ano 17 - Setembro/Outubro 2009

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Editorial

Uma das cois as realmente importante na Literatura é a capacidade de sobrevivência de um dado texto: se ele for bom - e “pegar na veia” - apresentará grandes possibilidades de ser cultuado no futuro como uma peça a ser eternamente lembrada.

Para tanto, o tal texto deverá conter algumas características que o façam entrar para esse grupo de eternidade - seja por ensinamento profundo nele contido ou, ainda, por discorrer sobre cer tos fatos que irão, de uma maneira ou de outra, espelhar o que ocorria durante o período em que foi escrito, então automaticamente se tornando documento histórico.

Isso praticamente aconteceu com um de nossos Editoriais, há muitos anos, o qual continha um terrível vaticínio - aquele relativo a, um dia, termos nossa possibilidade de Defesa Pessoal restrita através do confisco de Armamento. Nele o personagem central era um rapaz que, ao ler o que o pai tinha escrito para ele pouco antes de morrer, soube que havia, bem escondida em um ponto da propriedade onde vivia, uma arma que conseguira sobreviver ao confisco e que fora ao jovem deixada para que ele pudesse ter ao menos um instrumento de defesa, caso fosse necessário.

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Edição 28 - Ano 5 - Maio/Junho 1992

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Editorial

O homem público e as armas

Depois de 6 anos editando Magnum, recentemente tivemos uma amarga constatação: o homem público brasileiro com raríssimas e honrosas exceções continua se imbecializando cada vez mais no tocante a Armas de Fogo e outras.

O grande problema é que o homem público, com as facilidades de Comunicação da Sociedade moderna, rapidamente dissemina sua colocação, comentário ou opinião errônea a respeito das Armas, levando a população em geral uma carrada de imbecilidades desprovidas do mais mínimo bom senso ou gabarito técnico.

Recentemente como já se não bastassem as freqüentes reportagens de jornais impressos a respeitos das Armas de Fogo (todas elas fazem uma grande confusão na medida de calibres, como relação ao real poder de fogo e na divulgação de conceitos totalmente espúrios), também uma onda de bestial sensacionalismo assaltou a televisão brasileira.

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Edição 81 - Ano 13 - Novembro/Dezembro 2002

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Editorial

Quando o Silêncio Não é de Ouro, ou Magos & Duendes.

Mui to já foi di to sobre o Brasi l ser um país de contrastes, a terra do “jeitinho” e do “deixa p’ra amanhã”, onde tudo se conserta sozinho. O folclórico anedotário nacional, bastante extenso, conta com “pérolas” do tipo “O Brasil só cresce porque à noite os políticos dormem ” ou “pior do que está não pode ficar” . . .

Pois bem. Sem nos prendermos a padrões imutáveis e nem cairmos em lugares comuns, pouco a pouco acabamos chegando à triste conclusão de que a última das duas assertivas do parágrafo anterior, às quais resolvemos chamar de “pérolas” , tem tudo para ser invalida da principalmente para os amantes das Armas de Fogo – quando passamos a analisar a inequívoca situação política pela qual passa atualmente este país.

Continua...

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Edição 60 - Ano 10 - Setembro/Outubro 1999

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Editorial

O grande erro de Bill Clinton

Em maio deste ano o mundo soube da 4ª tragédia envolvendo adolescentes com armas de fogo em pouco mais de 8 meses e no segundo mandato do presidente Bill Clinton.

Curiosamente, isso ocorreu poucos dias depois que o político maior dos EUA anunciou que também proibiria a importação de armas longas semiautomáticas que se pareçam de dotação militar e totalmente automáticas, ou seja, aquelas lá conhecidas como fuzis de assalto, como se isto, a aparência da arma, tivesse alguma importância. Como se percebe mais uma idiotice presidencial dele para “premiar” algum grupelho político dos EUA que se intimida com a aparência e não com a verdadeira potência do artefato.

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Revista Magnum Edição 139

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Editorial

Quem sabe ? Talvez seja “O Pássaro Azul”.

Em termos bastante práticos, o que temos de norma - hoje e há bom tempo - é mais do que o sufi ciente para garantir tranquilidade acerca da posse e, inclusive, acerca do porte de arma de fogo no Brasil. Não, não (!). Nós de MAGNUM não estamos cegamente otimistas, tampouco estamos demonstrando ter deixado que o tempo abafasse nosso senso crítico. Não estamos anestesiados, muito menos corrompidos.

Ocorre que - sim (!) - todos nós amargamos juntos uma catástrofe normativa, porém isso não se deve mormente à raiz, à norma do Legislativo, mas à regulamentação dada pelo Executivo, operada via decreto.

O Poder Legislativo maliciosamente preparou e o Poder Executivo, mais maliciosamente ainda, abraçou as oportunidades e fez gols. Gols contra, é claro, posto terem sido nossos últimos presidentes todas figuras que jogaram e sempre jogariam contra a própria camisa. E só Deus sabe de todos os seus infectos porquês.

De todo, projetos de normas dispostas a inovar, nas circunstâncias presentes, derrubando o Estatuto do Desarmamento, poderiam agravar, ainda mais, a situação. Basta olhar para nosso Legislativo e traçar os cenários prováveis... e mesmo os improváveis. Dá para confiar, de novo, nesse existente conjunto de “senhores”, como regra uma poderosa equipe de desarmamentistas ? É olhar para o substitutivo em que se tornou aquele outrora louvável projeto de lei do deputado Peninha. Um projeto que foi pensado para ser música erudita e, hoje conspurcado, mais se assemelha a funk de calão.

Adequados decretos, acertados decretos, bons decretos podem modificar as tônicas imperativas de quase tudo o que a norma pretendeu de dano e danoso. Decretos oriundos - pois sim (!) - de um chefe de Executivo que jogue a favor da camisa, jogue com força, jogue sob convicções autênticas e sobre louváveis elementos de pavimentação de propósitos. Decretos oriundos - quem sabe (..?) - da caneta de um certo Capitão... quem sabe ?

Como em “O Pássaro Azul”, a felicidade quase sempre está bem mais perto do que fantasiamos. Logo ali - muita vez -, no quintal da sofrida e modesta casa em que, hoje sob altíssimos e desproporcionais custos, cada um de nós reside.

 

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