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É com prazer que apresentamos a revista MAGNUM!

MAGNUM é uma Revista dedicada ao universo das Armas de Fogo. Aborda Colecionismo, Tiro Esportivo, Munições, Recarga, Balística e Legislação pertinente ao assunto. Além de abordar Arqueiria, Caça, Cutelaria, promover entrevistas com pessoas ligadas a cada um desses setores e cobrir lançamentos de novos produtos - no Brasil e no mundo -, buscando estimular seus Leitores ao trânsito saudável, consciente e responsável através desses temas.

Confira abaixo 5 Edições Completas para Assinantes MAGNUM

Revista Magnum Edição 131

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Editorial

-“...fui visitar seu Olivo na cadeia...”

Fazia referência a Olivo Gomes, pai do extinto Severo, o ex-senador que morreu no mesmo acidente que arrancou Ulysses Guimarães da cena política e planetária.

Mario Altenfelder havia sido homem de governo, tendo trabalhado como Secretário da Promoção Social junto a Carvalho Pinto e, salvo engano, também a Paulo Egydio Martins. Ambos Governadores do meu estado. Me contando uma história , e o porquê duma prisão, me fez entrar em contato com aquilo que viria ser pra mim, de certos modos, missão. Senão fardo.

Um tio-avô em roupagem de avô materno, Mario Altenfelder foi o primeiro anti-Vargas que conheci. Meu anti-Vargas favorito. Mudava de olhar quando pronunciava “...Getúlio”, gastando bem uns dois segundos na sílaba tônica (...). E era um convicto. Defensor de justiça, de saúde e do ser humano enfi m. Voluntário, pegou em armas em 1932, combatendo junto aos Constitucionalistas.

Um tempo depois do confl ito - assim me contou -, quando SP já formava no lombo os calos da cangalha que até hoje traz, o velho soube que Olivo Gomes tinha ido pra jaula por posse ilegal de armas militares, caguetado por um maldito eletricista. Chamado à residência dos Gomes pra resolver um perrengue técnico, o sujeito percebeu fuzis depositados no forro da casa, dos de repetição e dos semiautomáticos. E a delação que fez...  azou algemas.

O Varguismo achara de proibir armas de fogo de certos cunhos, separando as tais, de maneira estupida e (até hoje) defi nitiva, entre armas “que matam mais” e armas “que matam menos”. Armas de uso privativo e/ou restrito e armas de uso permitido (risos, ou lágrimas aqui ?). E toda a matéria fecal começava ali. Engolia do Varguismo meu velho Mario, não somente o desgosto da capitulação do Exército Constitucionalista, mas também o amargor de amigos seus sofrendo penas injustas, decorrentes de normas ainda mais injustas, criadas pra proteger do povo governo tirano.

Foi pra mim da vida “um toque”. Do velho Mario “um toque”. Uma história do tipo “presta atenção, rapaz”. Moleque duns catorze, isso por volta de 1987, que já lia MAGNUM e não entendia o porquê de não poder aspirar a compra duma Colt .45 numa Bayard da vida, eu começava a entender ali que a questão arma de fogo no BR era falsamente tratada como doença, pra justifi car uma ou algumas séries de problemas políticos graves e provavelmente eternizáveis (...).

Uns dez anos depois, eu tive uma “sogra”. Sim, entre aspas, porque mãe de namorada. Namorada que, graças ao bom Deus, não transformei em esposa. De nome Luiza, essa senhoraça tinha o perfeito e cinematográfi co estereótipo da sogra-problema. Presumida, inconveniente, ciumenta, inda por cima gordalhufa e inarmônica. Até uma penugem, semelhante a barba, havia naquele rosto mal talhado, grave, amarelo e nada saudoso.

Tal senhoraça residia em maior parte do ano num apartamento de luxo em PT, em Lisboa. Numa de suas estadias no BR, numa conversa, ou discussão, a que hoje eu chamaria de pura afronta, ela achou de apontar em mim os defeitos meus e também os projecionais. Não sem dedo em riste; é claro que não. E, a certa altura do evento, como se fosse bravata de criancinha pontuando briga - naquele estilo “...você é bobo e cocô, tou de mal, seu pé tá sujo, seu cachorro é velho...”, ou seja, coisa apelativa e sem patavina a ver com o mote -, a loura cuidou de dizer que o meu gosto por coleção de armas de fogo estava com os dias contados. Mundialmente contados. Elas seriam banidas (as civis, é claro) pela ONU.

Apesar de todo o ridículo, as entrelinhas foram pra mim da vida outro “toque”. Acumulável em mesmo embornal daquele que, anos antes, tinha vindo do Tio Mario. Era coisa de 1996, caminhando pra 97. Esse último, ano em que o esquerdo e esquerdíssimo sociólogo FHC veio com intensifi cação das balelas ONU concernentes ao desarmamento civil. Ali eu contava vinte e poucos anos. Uns vinte e três. Dali pra cá, minha vida é quase completamente tomada pela sombra da maldita, impura, vil e desacertada mochadura civil. Tomada pela ideia de que, muito e muito além da possibilidade de assistir à perda de viabilidade do meu hobby, eu possa assistir ao colapso político mundial, com implantação dum governo mundial, uno. Ou, ao espelho, ONU.

O caso de Olivo Gomes, contado pelo velho Mario, foi recado duma raposa prateada do universo político interno. Falecido em 1993, alguém que sabia, pelos bastidores, como o pito tocava. Alguém que sabia, por exemplo, que o bipartidarismo MDB / ARENA era fake, cenográfi co, nada sincero. Meu velho Mario era dum anti-Varguismo que conhecia a tática desarmamentista tirana e seu escopo fundamental.

Já a profecia da bruxa, a “sogra” bocuda, era recado duma pessoa muito bem...  digamos...  informada. Pessoa cujo cunhado - dela amigo e próximo, além de cunhado - era alto funcionário, topo-de-linha da Odebrecht, organização que já tava pra lá de envolvida com o governo federal de então, na mais esquerda das acepções do verbo envolver. Além disso, ela própria era pessoa que vivia na Europa, a maior parte do ano, havia tempos, na condição de esposa-acompanhante-conselheira dum insider, vez que o marido-acompanhado-orientado fosse braço direito duma família de banqueiros do BR, diretor designado à missão europeia de ajeitar um certo banco português, ali recém-conquistado, e que naturalmente tivesse acesso a informações do “sistema”. De como o “sistema” é - de verdade - e de verdade funciona. Nunca me restou NENHUMA dúvida disso.

Do contado até aqui, parte das minhas certezas acerca da rádica do desarmamento civil. Certezas nacionais e internacionais, incrementadas por um sem-número de precisas e preciosas informações que, graças à internet, tiveram e tem origem em Olavo de Carvalho, Benedito Barbosa Junior, Luiz Felipe Pondé, Coronel Paes de Lira, no já falecido Luiz Afonso dos Santos...  também noutros bons manadeiros de conhecimento acerca das políticas, a verdadeira e a cenográfi ca, bem como acerca do acúmulo inexorável de mentiras que desta última decorre.

Vivendo o amor atávico que tenho pelas armas de fogo, particularmente aquelas partejadas entre 1850 e 1950, vivo também o medo extremo da perda. Porém...  porém...  porém...  é através desse medo que me motivei a estudar política como pude e que, naturalmente, me tornei uma espécie estranha de teórico da conspiração, observador frio e, contraditoriamente, um indignado visceral.

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Edição Especial - Ed. 43 - Taurus 2011 - Mai / Jun 2011

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Editorial

Quando resolvemos produzir uma Edição Especial enfocando as Forjas Taurus e seus produtos dentro de nosso Segmento, nada mais tínhamos em mente a não ser homenagear aquela que, desde o século passado, passou a ser internacionalmente reconhecida, tendo suas linhas de Armamento crescido a ponto de abrangerem praticamente todos os tipos de armas – tanto para utilização civil quanto para propósito de emprego por Forças Armadas e Auxiliares em todo o mundo.

E, mais do que isso, teríamos a oportunidade de mostrar a nossos Leitores, com exclusividade e em primeira mão, vários itens que estão ou serão ainda disponíveis no mercado; e sempre com a qualidade editorial à qual nossos seguidores se acostumaram nessas mais de duas décadas de MAGNUM. Desse modo, Testes e Apresentações compõem esta Edição – e dentro deles Armas Longas e Curtas; e em variados calibres – não raro comparando duas da mesma Série.

Continua...

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Edição 36 - Ano 6 - Dezembro/1994 Janeiro 1994

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Editorial

O sucesso que incomoda

Infelizmente, o sucesso de Magnum incomoda muita gente...

E quem são essas pessoas? A nosso ver são pela ordem: 1) os que tem medo da modernidade; 2) os frustrados, que – por motivos vários – não conseguem bem editar algo similar; 3) aqueles que ainda professam o velhíssimo jogo do “é dando que se recebe” (que por incrível que possa parecer, também existe, e muito, no mundo nacional das Armas & Munições) e 4) os gaiatos ou como preferimos chamar, “inocentes inúteis” que entram no seríssimo mundo da informação técnica especializada para, com sensacionalismo, divulgar somente preferências particulares, conceitos espúrios outros não devidamente embasados ou até mesmo tentando transformar-se, da noite para o dia, um ídolo do segmento.

A direção de Magnum não se importa, em absoluto, com tais tipos, suas tentativas ou anseios. Ela respeita todas as posições desde que lógicas, inteligentes e apolíticas, mas respeita – muito mais e principalmente – o grande público brasileiro que aprecia Armas & Munições, este sim, total merecedor de toda a atenção porque foi (e é) aquele que trouxe (e traz) o imenso sucesso e credibilidade que a revista hoje tem.

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Edição 50 - Ano 8 - Novembro/Dezembro 1996

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Editorial

É preciso repensar...

Durante os últimos anos diversas autoridades, em muitos lugares do mundo insistiram em culpar armas de fogo como responsáveis pela violência.

Nessa tarefa gastaram tempo e dinheiro preciosos para outras obras sociais muito mais importantes e que certamente corrigiriam as verdadeiras causas da violência. As pessoas de bom senso, ao contrário do que pensavam essas autoridades, têm plena consciência da falha cometida.

As pessoas conscientes que apreciam armas de fogo tornaram-se céticas quanto a verdadeira capacidade dessas autoridades...

Já não seria tempo de as autoridades, principalmente as brasileiras, repensarem o assunto? Ou elas acham que conseguirão enganar a todos, em tudo, durante todo o tempo?

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Edição Especial - Ed. 14 - Recarga - Jan 1996

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Editorial

Quase cinco anos se passaram desde o lançamento de nossa primeira Edição Especial Recargas de Munição no Brasil e, para nossa satisfação, a aceitação do nosso trabalho por todos aqueles de alguma forma ligados à prática de Recarga de Munições excedeu todas as expectativas, pois mais de 30.000 exemplares foram vendidos, números esse bastante significativo para nosso país.

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