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É com prazer que apresentamos a revista MAGNUM!

MAGNUM é uma Revista dedicada ao universo das Armas de Fogo. Aborda Colecionismo, Tiro Esportivo, Munições, Recarga, Balística e Legislação pertinente ao assunto. Além de abordar Arqueiria, Caça, Cutelaria, promover entrevistas com pessoas ligadas a cada um desses setores e cobrir lançamentos de novos produtos - no Brasil e no mundo -, buscando estimular seus Leitores ao trânsito saudável, consciente e responsável através desses temas.

Confira abaixo 5 Edições Completas para Assinantes MAGNUM

Revista Magnum Edição 126

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Editorial

Magnum cada vez mais perto de você

Neste final de ano que se aproxima, cremos ser importante informar aos nossos Leitores que, após 29 anos ininterruptos de publicações colocadas em bancas de jornal e revistarias (um recorde em termos editoriais no Brasil), nossa querida Publicação pode ser atualmente encontrada também em Lojas do Segmento de Armas, Munições e Afins; e isso facilitará sobremaneira a busca pelos exemplares de MAGNUM (veja relação de lojas no anúncio da 3ª capa).

Como se não bastasse, acabamos ainda por criar o Canal Revista Magnum exclusivo no YouTube. Nele, você poderá assistir, em breve, a vídeos alusivos a nossos Testes e, ainda, ver algumas matérias, além de outras novidades que - acreditamos - serão de seu agrado!

No Canal Revista Magnum você vai encontrar a seção Magnum Store, um espaço para divulgação de produtos, serviços, ofertas e promoções especiais (veja nota na seção Radar).

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Edição 37 - Ano 6 - Fevereiro/Março 1994

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Editorial

A Bomba Européia

No final de dezembro do ano passado, recebemos bombástica missiva do Sr Pierangelo Pedersoli, proprietário da segunda maior empresa italiana produtora de réplicas de armas de fogo do século passado, a grande maioria das quais atuando com Pólvora Negra. Além desta posição o Sr Pedersoli é também presidente do importantíssimo Consórcio dos armeiros de Brescia, cidade italiana que notabilizou-se como grande centro europeu de armas de fogo.

A longa carta (cuja foto de sua duas páginas ilustrativas desse editorial) refere-se ao dispositivo na portaria nº 103, de 04/03/1993 a qual em seu capítulo 5 – sistemática de importação de armas, parágrafo de, impede a importação de armas de antecarga. Como a carta original está em idioma italiano, pedimos a atenção dos senhores para a tradução da mesma.

“Gardone, 12/12/1993 Prezados Senhores: há vários meses recebemos convite para inserir publicidade em sua bela revista e estamos particularmente honrados por seu contato direto.

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Edição Especial - Ed. 32 - Metralhadoras de Mão 2 - Ago / Set 2008

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Editorial

Após o sucesso que foi a edição 1 das armas que foram interessantemente chamadas “objetos de desejo”, cá estamos com a edição 2 sobre o interessante assunto que são as Metralhadoras de Mão (nomenclatura oficial para algo que é pelo leigo comumente denominado “submetralhadoras”) ou, simplesmente, “Mtr M” ou “subs”.

Seja no calibre que é quase unanimidade mundial para tal tipo de Armamento (9 mm Parabellum/9 mm Luger/9 x 19 mm) ou nas outras opções mais comuns existentes (.40 S&W/.45 ACP), as metralhadoras de mão são, efetivamente, instrumentos de grande utilidade quando empregadas de modo correto e, além disso, figuram entre as armas mais prazerosas de se disparar – mormente quando o Atirador é com elas familiarizado!

A mística ligada a tal tipo de Armamento é, de certo modo, baseada no poder de fogo que ele é capaz de oferecer ao Usuário e, também, pela interessante sensação de poder que ele proporciona - algo que somente quem dele faz uso ou, pelo menos, teve a oportunidade de experimentar, pode afirmar!

Compactas e muito letais, as Metralhadoras de Mão cumprem seu papel em mãos de Militares e Policiais, seja em teatros de guerra ou nos tempos atribulados que ora vivemos, quando elas têm papel preponderante no combate à marginalidade - onde são utilizadas, por vezes e i n felizmente, contra bandidos mais bem armados do que aqueles que os enfrentam.

Contudo, como o escopo deste Editorial é discorrer sobre o assunto que deu origem a mais este Especial de MAGNUM; e não aqui criticar.

Convidamos o Leitor a passar para a leitura desta excelente segunda compilação de mais algumas dignas representantes do conceito-base de Metralhadoras de Mão!

Os Editores

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Edição 35 - Ano 6 - Setembro/Outubro 1993

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Editorial

A burocracia servindo a ilegalidade

TODOS OS EXCESSIVOS BUROCRATAS NACIONAIS LIGADOS A ARMAS & MUNIÇÕES SÃO MAUS BRASILEIROS: INCENTIVAM O CONTRABANDO; O NÃO REGISTRO DOS HONESTOS E A DESNECESSÁRIA MULTIPLICAÇÃO DE PAPÉIS, ALÉM DE PREVIAMENTE DESCONFIRAR DOS CIDADÃOS DE BEM, OS QUAIS – ATRAVÉS DE IMPOSTOS – OS SUSTENTAM.

SERÁ QUE ESSES BUROCRATAS EXCESSIVOS JÁ IMAGINARAM SE TODA A SOCIEDADE CIVIL AGISSE DA MESMA FORMA PARA COM ELES?

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Revista Magnum Edição 120

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Editorial

O caminho a ser seguido Muitos se apegam ao otimismo e, por acharem que está tudo ótimo ou fi cará tudo bem, acabam não agindo, imaginando ser desnecessário. Outros tantos compõem o rol dos pessimistas, que, não acreditando num futuro melhor, acabam por aceitar a derrota sem ao menos tentar a vitória. Entre eles, importa-nos os realistas. Não é novidade para ninguém que a situação conjuntural não é boa para cidadão que precisa proteger a si e a seus próximos. Porém, o mais importante não é entender onde estamos, e sim como chegamos até aqui. O que nos fez, em menos de trinta anos, empreender uma guinada tão drástica, abandonando a realidade de um país onde a posse e porte de armas eram verdadeiramente corriqueiros – quando praticamente todas as bolsas e pastas masculinas já eram confeccionadas com coldres - até chegarmos ao absurdo nível de restrições às armas em que nos encontramos hoje. Anos atrás, dediquei muito tempo para analisar essa questão e cheguei à conclusão que duas coisas nos trouxeram até aqui. A principal é que, durante quase 15 anos consecutivos, tivemos uma hegemonia nos discursos que demonizavam as armas de fogo e enalteciam o desarmamento. Nunca, absolutamente nunca, tínhamos qualquer espaço na mídia para, ao menos, contestarmos os dados que nos eram enfi ados goela abaixo. Como consequência dessa “opinião publicada”, nossos Congressistas acabaram por votar leis restritivas, tendo seu ápice no malfadado Estatuto do Desarmamento. O segundo fator a nos conduzir para a atual realidade foi a velha história de esperar alguém fazer alguma coisa. Acreditar que um dia alguém poderoso, um messias, um salvador da pátria, daria um basta nisso. Mas isso não aconteceu, tampouco acontecerá.

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