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É com prazer que apresentamos a revista MAGNUM!

MAGNUM é uma Revista dedicada ao universo das Armas de Fogo. Aborda Colecionismo, Tiro Esportivo, Munições, Recarga, Balística e Legislação pertinente ao assunto. Além de abordar Arqueiria, Caça, Cutelaria, promover entrevistas com pessoas ligadas a cada um desses setores e cobrir lançamentos de novos produtos - no Brasil e no mundo -, buscando estimular seus Leitores ao trânsito saudável, consciente e responsável através desses temas.

Confira abaixo 5 Edições Completas para Assinantes MAGNUM

Edição 70 - Ano 12 - Agosto/Setembro 2000

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Editorial

Obedecer às Leis

Nas palavras do Dr Roberto Campos, conhecido economista e diplomata, além de ex-deputado federal, senador e ministro do Planejamento, nosso país está cheio de trágicas estatísticas, sendo o maior exemplo aquela que diz respeito ao número de mortes por crime, igual aos do s acidentes de trânsito. Ele também discorre sobre nossas restritivas leis referentes à compra e ao porte de armas, lembrando que os bandidos não compram armas em lojas, obtendo-as pelo contrabando, como subproduto do tráfico de drogas.

Para ilustrar seu ângulo de observação, o ilustre economista baseia-se na quantidade estimada de pistas de pouso clandestinas de nosso território (aproximadamente 1200, principalmente nas áreas fronteiriças) e prevê que o projeto SIVAM, o qual permitirá o monitoramento por satélite do contrabando de drogas e armas, fará muito mais para a repressão da violência do que o projeto governamental de desarmar cidadãos inocentes.

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Edição Especial - Ed. 52 - Especial Caça

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Editorial

CAÇA NO BRASIL: PASSADO, PRESENTE E FUTURO

No início do ano de 2013 a Caça do Javali foi regulamentada em todo território nacional, com a publicação da Instrução Normativa Nº 3l do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – IBAMA, datada de 31 de Janeiro de 2013, a qual autorizou a Caça do Javali com Armas de Fogo em todo o Brasil, sem limite de quantidade e em qualquer época do ano. Essa resolução federal foi um marco único na questão da Caça no Brasil pois, com exceção do Estado do Rio Grande do Sul, onde a Caça amadora foi proibida por decisão judicial em 2006, há mais de trinta anos não havia qualquer possibilidade legal de um Caçador sair a campo, mata ou cerrado nos outros Estados brasileiros com uma arma na mão sem que isso fosse considerado uma contravenção penal ou crime ambiental.

A partir dessa resolução federal, todo cidadão brasileiro, em todo território nacional, pode - com um simples cadastramento junto ao IBAMA -, sem qualquer custo, credenciar-se a praticar a Caça do Javali e usufruir dessa apaixonante atividade. Uma boa notícia, mas ainda muito podemos evoluir.

A Caça é uma atividade que pode ser regulada segundo critérios técnico-científi cos, taxada e fiscalizada pela autoridade pública, contribuindo de maneira palpável para a proteção dos ambientes naturais e da fauna silvestre como um todo. A tão conhecida e bem sucedida experiência de Caça regulamentada em países como EUA, Canadá, toda a Europa, China, Argentina, Uruguai, países da África, etc. mostra que tal prática, quando cientificamente orientada e devidamente manejada e administrada, é uma atividade humana como qualquer outra, movimentando um intenso mercado de apetrechos de Caça, de consumo de carne de Caça, de turismo cinegético, etc., rendendo milhões de dólares, dependendo do país, em divisas, além dos recursos vultosos auferidos com as licenças de Caça.

Nos EUA a Caça amadora movimenta uma economia de mais US$ 28 bilhões, (The Economist - 2012). Na Argentina e Uruguai o turismo de Caça está em franca expansão; e mais de 70 operadores internacionais geram um importante ganho turístico para várias regiões desses países vizinhos. A Argentina é uma das nações sul-americanas com programas cinegéticos mais desenvolvidos. Anualmente mais de 250 mil Caçadores (argentinos e estrangeiros) caçam cerca de vinte espécies diferentes, movimentando US$ 500 milhões. No Uruguai o turismo de Caça gera diretamente ao governo algo como US$ 1,5 milhões por ano, somente em licenças e autorizações. E, no início do passado mês de abril, o Paraguai autorizou a Caça de Pombas por cinco anos para gerar ganhos turísticos.

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Edição 117 - Ano 19 - Janeiro / Fevereiro 2013

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Editorial

Quentin Tarantino & Machado de Assis – ou resgate & respeito

No dia dezoito, uma sexta feira deste janeiro, estreou em cinemas daqui Django Livre (Unchained Django - EUA, 2012). Filme de Velho Oeste, assinado por Quentin Tarantino, diretor, produtor, roteirista e ator de cinema, cujas narrativas extravagantes e nãolineares são dele marcas registradas.

Embora carregue algumas falhas cronológicas, relacionando as armas ao período supostamente retratado, honestamente aplacadas pela liberdade poética, o filme traz algumas coisas de muita, muita importância pra todos nós. A atuação de Christoph Waltz, com certeza, é uma delas.
Mas, a bendizer por aqui, esse filme nos traz resgate. Tarantino, aliás, é mestre em resgate. Busca, por exemplo, ator que anda sumido. Resgatou John Travolta, em Tempo de Violência (Pulp Fiction – EUA, 1994). Também David Carradine, em Kill Bill (EUA, 2003). Em Django Livre, o diretor resgata Franco Nero que - é minha triste opinião - não vem se mantendo exatamente popular nos últimos anos. Enfim, resgata figuras que vinham injustamente curtindo, admitido ou negado, certo ostracismo. Para além de um dos atores, em Django

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Revista Magnum Edição Especial - Ed. 62 - Pistolas Nº 11

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Editorial

Remonta a meados do século dezesseis,

quando as primeiras armas de mão começam a ser produzidas na Europa.

O termo que a denomina e generaliza em inglês - pistol - vem da palavra francesa pistolet, precedente em vinte anos. Segundo linguista e etimólogo Antônio Geraldo da Cunha (1924-1999), pistola é palavra que brota no português no final daquele mesmo século, em data aproximada de 1596.

Conhecemos duas definições para pistola. Ambas decerto anteriores a 1960, vez que é somente ao final dos anos 1950 que Jack Weaver (1928-2009), ilustre americano, implementa à pegada também a mão fraca, criando weaver stance e revolucionando a empunhadura de arma curta.

Pela primeira defi nição, pistola é arma de fogo individual, portátil e curta, que se dispara com uma só mão, cuja câmara integra o cano. Pela segunda, é arma de fogo individual, portátil e curta, que se dispara com uma só mão, cuja câmara integre o cano ou a ele esteja alinhada no momento do tiro.

A primeira, portanto, abriga as curtas de tiro singular, de antecarga - mecha, pederneira, ou percussão por espoleta - e de retrocarga, mais as curtas semiautomáticas e automáticas e ponto final. Já a segunda definição, mais ancha e mais completa, abre horizontes às câmaras flutuantes e permite acrescentar à lista o revólver, que é também pistola... acredite... de repetição.

No entanto, hoje em dia é dizer pistola e, quase obrigatoriamente, a cabeça alcança imagens ortogonais de exemplares da pistola semiautomática. E é sobre ela, a semiauto, que MAGNUM criou mais esta edição especial. Os artigos integrantes foram revisitados e compactados, tendo sido publicados em edições anteriores sob suas versões originais. Deles, alguns merecem especial atenção, sendo bom exemplo aquele em que o autor trata a Browning Buck Mark, muito em virtude de uma construção especial e, por que não dizer (?), primorosa.

Enfim, temos aqui uma reunião de pistolas semiauto variadas, com um pouquinho de tudo. Todas elas ainda contemporâneas e viáveis, em calibres muito ou pouco conhecidos aqui no Brasil. Umas, trabalhadas à perfeição industrial; outras, nem tanto. Umas, leves; outras, mais pesadas. O bom e velho aço forjado, o discutível aço moldado injetado e, claro, os polímeros high-tech.

Desenhos que se tornaram clássicos; desenhos que dão à fisionomia um ponto de interrogação. Pistola de combate aproximado; pistola reserva ou backup; pistola reserva da reserva ou backup’s backup. Também pistola de tiro ao alvo, caça de pragas e de plinking - o bom e saudável tiro informal. Esperamos que goste e arquive, ou goste e passe adiante.

Boa leitura !

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Revista Magnum Edição Especial 60 - Caça & Conservação

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Editorial

A CAÇA E AS ESPÉCIES-PROBLEMA NO BRASIL: DO LIMÃO À UMA LIMONADA

De acordo com órgãos internacionais, “espécies-problema” são as espécies nativas ou exóticas que formem populações fora de seu sistema de ocorrência natural ou que excedam o tamanho populacional desejável, interferindo negativamente no desenvolvimento de culturas, ameacem ecossistemas, habitats ou espécies.

Algumas dessas espécies apresentam uma das maiores ameaças ao meio ambiente, com enormes prejuízos à economia, à biodiversidade e aos ecossistemas naturais, além dos riscos à saúde humana. São consideradas a segunda maior causa de perda de biodiversidade e de culturas agrícolas. Tendo em vista a complexidade dessa temática, as espécies-problema envolvem uma agenda bastante ampla e desafiadora, com ações multidisciplinares e interinstitucionais.

Ações de prevenção, erradicação, controle e monitoramento são fundamentais e exigem o envolvimento e a convergência de esforços dos diferentes órgãos dos governos federal, estadual e municipal envolvidos no tema, além do setor empresarial e das organizações não-governamentais.

Algumas espécies como a Pomba do Bando geram quedas de resultados estimadas entre 24% e 30% da produção de soja nas regiões onde está presente - o que, à época, corresponderia a perdas de aproximadamente 1,7 milhões de sacas. A Pomba do Bando vem se fazendo presente cada vez mais no território nacional; e análises cientificas indicam que caso seu controle não se inicie em curto prazo, alguns Estados em breve estarão sujeitos aos mesmos graves problemas presentes na Argentina e Uruguai face à presença de tal espécie. São necessárias ações urgentes buscando o controle dela antes que a mesma atinja os níveis presentes em nossos vizinhos, com suas gravíssimas consequências.

A Lebre Europeia que rapidamente se expande no território nacional é responsável pela morte de mudas de árvores no sul do Brasil de até 80% em casuarina, 60% em acácia negra e 8% em citros, além de danos em lavouras de hortaliças de pequenos produtores. Seu controle há muito se faz necessário, porém nunca houve ações e demandas formais neste sentido.

Por fim, citemos o Javali Europeu. O javali é classificado pela União Internacional para a Conservação da Natureza (organismo internacional do qual o Brasil faz parte) como uma das 100 piores espécies exóticas invasoras devido ao tamanho dos danos que é capaz de causar à natureza, fauna nativa e economia das áreas afetadas pela sua presença, atacando pessoas, plantações, animais e contribuindo para a disseminação de doenças entre rebanhos.

A população de javalis é tão notável que agricultores relatam a perda de mais de 40% de sua produção agrícola em função da presença dessa espécie. Na realidade, os animais estão se disseminando cada vez mais pelo Estado, devido principalmente a sua facilidade de reprodução e de adaptação a novos habitats.

Reconhecendo a importância do problema das invasões biológicas e seus consequentes danos ao meio ambiente, agricultura e pecuária brasileiros, entendemos que é chegada a hora do governo de nosso País encarar a verdade de que, face à atual presença das mesmas em nosso território, o controle através da Caça é a grande alternativa - não somente para conter as espécies invasoras de seguirem destruindo ecossistemas nativos e espécies de nossa fauna autóctone, como também a produção agrícola nacional, mas ainda gerando alternativas de renda aos produtores rurais através de atividades ligadas ao turismo rural e ações afins diretamente ligadas a Caça & Controle destas espécies, como é realizado em países como Uruguai, Argentina, Paraguai e Chile, para citar somente alguns de nossos vizinhos - afora, claro, os conhecidos exemplos da Europa e EUA.

O controle de espécies invasoras, ou problema, pode vir a ser uma atividade muito rentável para muitos proprietários de terras, algumas mesmo com baixa vocação para a agricultura ou a pecuária. A partir de uma simples estruturação voltada ao receptivo destes “turistas” e consequente geração de um apoio à atividade, como alimentação, hospedagem, fornecimento de auxiliares e guias de campo, cavalos, etc., um grande ato gerador de ganho social e econômico pode ser desencadeado. Está internacionalmente provado que cada “Turista/Caçador” usualmente está disposto a pagar valores importantes por tais serviços. Toda essa atividade é obviamente controlada pelos órgãos especializados do Estado. É, consequentemente, uma alternativa de transformar a crescente ocorrência das “espécies-problema” - que parece não poder ser detido por outros meios - em simples solução alternativa de emprego e renda para as sofridas populações rurais de nossa Nação.

Benvindos às páginas de MAGNUM CAÇA & CONSERVAÇÃO!

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