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É com prazer que apresentamos a revista MAGNUM!

MAGNUM é uma Revista dedicada ao universo das Armas de Fogo. Aborda Colecionismo, Tiro Esportivo, Munições, Recarga, Balística e Legislação pertinente ao assunto. Além de abordar Arqueiria, Caça, Cutelaria, promover entrevistas com pessoas ligadas a cada um desses setores e cobrir lançamentos de novos produtos - no Brasil e no mundo -, buscando estimular seus Leitores ao trânsito saudável, consciente e responsável através desses temas.

Confira abaixo 5 Edições Completas para Assinantes MAGNUM

Edição Especial - Ed. 10 - Armas e acessórios - Equipamentos de recarga - Jan / Fev 1994

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Editorial

Novamente pela 3º vez consecutiva, os Editores Setoriais da Revista Magnum outorgam o Prêmio Magnum, verdadeiro “Oscar” do segmento nacional de Armas & Munições, a pessoas e empresas que foram destaque durante o ano 1993.

Nesta edição do Prêmio Magnum inclui-se a nova categoria de “Melhor Cuteleiro Custom” do ano, devido ao vertiginoso crescimento que esta área vem tendo no País, agora elevando o número de categorias a 16 (dezesseis).

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Revista Magnum Edição 131

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Editorial

-“...fui visitar seu Olivo na cadeia...”

Fazia referência a Olivo Gomes, pai do extinto Severo, o ex-senador que morreu no mesmo acidente que arrancou Ulysses Guimarães da cena política e planetária.

Mario Altenfelder havia sido homem de governo, tendo trabalhado como Secretário da Promoção Social junto a Carvalho Pinto e, salvo engano, também a Paulo Egydio Martins. Ambos Governadores do meu estado. Me contando uma história , e o porquê duma prisão, me fez entrar em contato com aquilo que viria ser pra mim, de certos modos, missão. Senão fardo.

Um tio-avô em roupagem de avô materno, Mario Altenfelder foi o primeiro anti-Vargas que conheci. Meu anti-Vargas favorito. Mudava de olhar quando pronunciava “...Getúlio”, gastando bem uns dois segundos na sílaba tônica (...). E era um convicto. Defensor de justiça, de saúde e do ser humano enfi m. Voluntário, pegou em armas em 1932, combatendo junto aos Constitucionalistas.

Um tempo depois do confl ito - assim me contou -, quando SP já formava no lombo os calos da cangalha que até hoje traz, o velho soube que Olivo Gomes tinha ido pra jaula por posse ilegal de armas militares, caguetado por um maldito eletricista. Chamado à residência dos Gomes pra resolver um perrengue técnico, o sujeito percebeu fuzis depositados no forro da casa, dos de repetição e dos semiautomáticos. E a delação que fez...  azou algemas.

O Varguismo achara de proibir armas de fogo de certos cunhos, separando as tais, de maneira estupida e (até hoje) defi nitiva, entre armas “que matam mais” e armas “que matam menos”. Armas de uso privativo e/ou restrito e armas de uso permitido (risos, ou lágrimas aqui ?). E toda a matéria fecal começava ali. Engolia do Varguismo meu velho Mario, não somente o desgosto da capitulação do Exército Constitucionalista, mas também o amargor de amigos seus sofrendo penas injustas, decorrentes de normas ainda mais injustas, criadas pra proteger do povo governo tirano.

Foi pra mim da vida “um toque”. Do velho Mario “um toque”. Uma história do tipo “presta atenção, rapaz”. Moleque duns catorze, isso por volta de 1987, que já lia MAGNUM e não entendia o porquê de não poder aspirar a compra duma Colt .45 numa Bayard da vida, eu começava a entender ali que a questão arma de fogo no BR era falsamente tratada como doença, pra justifi car uma ou algumas séries de problemas políticos graves e provavelmente eternizáveis (...).

Uns dez anos depois, eu tive uma “sogra”. Sim, entre aspas, porque mãe de namorada. Namorada que, graças ao bom Deus, não transformei em esposa. De nome Luiza, essa senhoraça tinha o perfeito e cinematográfi co estereótipo da sogra-problema. Presumida, inconveniente, ciumenta, inda por cima gordalhufa e inarmônica. Até uma penugem, semelhante a barba, havia naquele rosto mal talhado, grave, amarelo e nada saudoso.

Tal senhoraça residia em maior parte do ano num apartamento de luxo em PT, em Lisboa. Numa de suas estadias no BR, numa conversa, ou discussão, a que hoje eu chamaria de pura afronta, ela achou de apontar em mim os defeitos meus e também os projecionais. Não sem dedo em riste; é claro que não. E, a certa altura do evento, como se fosse bravata de criancinha pontuando briga - naquele estilo “...você é bobo e cocô, tou de mal, seu pé tá sujo, seu cachorro é velho...”, ou seja, coisa apelativa e sem patavina a ver com o mote -, a loura cuidou de dizer que o meu gosto por coleção de armas de fogo estava com os dias contados. Mundialmente contados. Elas seriam banidas (as civis, é claro) pela ONU.

Apesar de todo o ridículo, as entrelinhas foram pra mim da vida outro “toque”. Acumulável em mesmo embornal daquele que, anos antes, tinha vindo do Tio Mario. Era coisa de 1996, caminhando pra 97. Esse último, ano em que o esquerdo e esquerdíssimo sociólogo FHC veio com intensifi cação das balelas ONU concernentes ao desarmamento civil. Ali eu contava vinte e poucos anos. Uns vinte e três. Dali pra cá, minha vida é quase completamente tomada pela sombra da maldita, impura, vil e desacertada mochadura civil. Tomada pela ideia de que, muito e muito além da possibilidade de assistir à perda de viabilidade do meu hobby, eu possa assistir ao colapso político mundial, com implantação dum governo mundial, uno. Ou, ao espelho, ONU.

O caso de Olivo Gomes, contado pelo velho Mario, foi recado duma raposa prateada do universo político interno. Falecido em 1993, alguém que sabia, pelos bastidores, como o pito tocava. Alguém que sabia, por exemplo, que o bipartidarismo MDB / ARENA era fake, cenográfi co, nada sincero. Meu velho Mario era dum anti-Varguismo que conhecia a tática desarmamentista tirana e seu escopo fundamental.

Já a profecia da bruxa, a “sogra” bocuda, era recado duma pessoa muito bem...  digamos...  informada. Pessoa cujo cunhado - dela amigo e próximo, além de cunhado - era alto funcionário, topo-de-linha da Odebrecht, organização que já tava pra lá de envolvida com o governo federal de então, na mais esquerda das acepções do verbo envolver. Além disso, ela própria era pessoa que vivia na Europa, a maior parte do ano, havia tempos, na condição de esposa-acompanhante-conselheira dum insider, vez que o marido-acompanhado-orientado fosse braço direito duma família de banqueiros do BR, diretor designado à missão europeia de ajeitar um certo banco português, ali recém-conquistado, e que naturalmente tivesse acesso a informações do “sistema”. De como o “sistema” é - de verdade - e de verdade funciona. Nunca me restou NENHUMA dúvida disso.

Do contado até aqui, parte das minhas certezas acerca da rádica do desarmamento civil. Certezas nacionais e internacionais, incrementadas por um sem-número de precisas e preciosas informações que, graças à internet, tiveram e tem origem em Olavo de Carvalho, Benedito Barbosa Junior, Luiz Felipe Pondé, Coronel Paes de Lira, no já falecido Luiz Afonso dos Santos...  também noutros bons manadeiros de conhecimento acerca das políticas, a verdadeira e a cenográfi ca, bem como acerca do acúmulo inexorável de mentiras que desta última decorre.

Vivendo o amor atávico que tenho pelas armas de fogo, particularmente aquelas partejadas entre 1850 e 1950, vivo também o medo extremo da perda. Porém...  porém...  porém...  é através desse medo que me motivei a estudar política como pude e que, naturalmente, me tornei uma espécie estranha de teórico da conspiração, observador frio e, contraditoriamente, um indignado visceral.

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Revista Magnum Edição Especial - Ed. 61 - Manual de Limpeza e Conservação de armas de Fogo

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Editorial

PREFÁCIO

Lamentavelmente, a disponibilidade de material técnico em nosso idioma – livros, manuais, catálogos – versando sobre armamento e tiro é muito reduzida, impossibilitando aos interessados no segmento aprimorar seus conhecimentos. Evidentemente, em outros idiomas o assunto é fartamente explorado, mas o perfeito conhecimento dos mesmos se faz necessário.

Lembro-me do meu tempo de faculdade de engenharia (terminada em 1955) onde, além das apostilas preparadas por alguns colegas – merecedores de todo o nosso agradecimento – só tínhamos à disposição livros nos idiomas inglês, espanhol, italiano, francês e alemão. Como o então curso ginasial incluía o estudo das línguas francesa e inglesa e o espanhol não é difícil de entender, quase todos conseguiam utilizar as publicações nesses idiomas, sem dúvida com o auxilio de dicionários. O alemão e o italiano só podiam ser utilizados por aqueles que, por sua origem familiar, os tivessem aprendido.

A revista Magnum, tem procurado – e conseguido – divulgar conhecimentos sobre armamento e tiro visando aprimorar os conhecimentos dos apreciadores do segmento não só através de suas publicações periódicas, mas também, com edições específicas sobre legislação, armas, dicionário inglês/português, arco e flecha, armas de pressão, recarga e identificação de munições, além de inúmeros catálogos sobre armas, munições e produtos correlatos fabricados no Brasil. Continuando esse trabalho de divulgação, estamos apresentando nesta edição especial, um tópico até agora não explorado e sobre o qual muito temos sido perguntados: limpeza, lubrificação e conservação de armas de fogo.

Para fazê-lo, foi convidado nosso colaborador, eng° Helio Barreiros sem dúvida já bastante conhecido – e apreciado – pelos nossos Leitores por todos os testes de armas por ele realizados e publicados na revista, bem como por outros ligados a facas, lâminas e cuteleiros.

Nesta publicação, Helio dedicou bastante tempo em pesquisas sobre o tema e nos apresenta com sua costumeira redação tecnicamente correta, mas de fácil compreensão e com leitura agradável e coloquial, um excelente trabalho que temos certeza será muito apreciado por todos que o lerem.

O assunto aqui tratado é de extrema importância para que armas de fogo possam, não só durar muito tempo, mas também, manter funcionamento perfeito, a qualidade com que foram fabricadas e a precisão de que são capazes. Aqueles que aprenderem e seguirem os ensinamentos aqui apresentados irão apreciá-los e deles usufruir.

Boa leitura e aproveitamento!

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Edição 67 - Ano 12 - Novembro/Dezembro 1999

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Editorial

Os incompetentes

Esta é uma crônica que objetiva chamar a atenção de nossos leitores para a crise geral de incompetência que grassa atualmente entre as autoridades brasileiras. Como nosso veículo é específico de Armas de Fogo e assuntos correlatos, vamos nos restringir a esses temas, mas pedindo ao leitor que verifique que incompetência no trato da coisa pública não é exclusividade de nosso segmento.

Comecemos pela incompetência do IBAMA – Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis, cuja única preocupação tem sido aparecer na televisão “capturando” sertanejos das regiões Norte e Nordeste que têm que caçar alguma coisa em busca de proteínas. Será que o IBAMA é competente apenas para isso? Onde está sua função de zelar por um adequado manejo cinegético de nossa fauna? Essa gente definitivamente não quer entender que o Brasil é o único país do mundo que ainda não tem uma legislação nacional de caça.

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Edição 60 - Ano 10 - Setembro/Outubro 1999

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Editorial

O grande erro de Bill Clinton

Em maio deste ano o mundo soube da 4ª tragédia envolvendo adolescentes com armas de fogo em pouco mais de 8 meses e no segundo mandato do presidente Bill Clinton.

Curiosamente, isso ocorreu poucos dias depois que o político maior dos EUA anunciou que também proibiria a importação de armas longas semiautomáticas que se pareçam de dotação militar e totalmente automáticas, ou seja, aquelas lá conhecidas como fuzis de assalto, como se isto, a aparência da arma, tivesse alguma importância. Como se percebe mais uma idiotice presidencial dele para “premiar” algum grupelho político dos EUA que se intimida com a aparência e não com a verdadeira potência do artefato.

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