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É com prazer que apresentamos a revista MAGNUM!

MAGNUM é uma Revista dedicada ao universo das Armas de Fogo. Aborda Colecionismo, Tiro Esportivo, Munições, Recarga, Balística e Legislação pertinente ao assunto. Além de abordar Arqueiria, Caça, Cutelaria, promover entrevistas com pessoas ligadas a cada um desses setores e cobrir lançamentos de novos produtos - no Brasil e no mundo -, buscando estimular seus Leitores ao trânsito saudável, consciente e responsável através desses temas.

Confira abaixo 5 Edições Completas para Assinantes MAGNUM

Edição 34 - Ano 6 - Julho/Agosto 1993

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Editorial

Visões inteligentes

Entender-se definitivamente que gostar de Armas não significa ser violento ou agressivo;
Conscientizar sobre as armas de fogo ao invés de simplesmente proibi-las;
Liberar calibres mais modernos e eficazes tanto para a prática do esporte do tiro quanto para a defesa;
Acabar com a lei (inconstitucional idiota) que não permite a venda de armas de fogo usadas antes de decorridos 6 anos do seu registro;
Permitir a venda de armas de fogo usadas em estabelecimentos comerciais do ramo;
Promover a anistia para com armas de fogo estrangeira que estão em mãos de cidadãos honestos, porém sem registro;
Tornar o porte de armas de fogo com validade realmente federal;
Entender definitivamente que a polícia não é onipresente e que, em termos de defesa ter e usar uma arma de fogo é, muitas vezes a diferença entre a vida e a morte.

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Revista Magnum Edição 127

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Editorial

ARMAS TERRORISMO E LÁGRIMAS!

Fechamos 2015 com a aprovação, em Comissão Especial, do Projeto de Lei 3722, do Deputado catarinense Rogério Peninha. O texto aprovado, do deputado Laudivio Carvalho, difere bastante do texto original e não agradou a todos, mas seja como for é um enorme avanço na retomada de um direito que vem nos sendo retirado gradualmente há décadas.

O tramitar de qualquer projeto de lei no Brasil é de uma complexidade e morosidade acachapantes: o próprio Estatuto do Desarmamento, com pleno empenho de todo o governo, dos presidentes da Câmara e do Senado, vigência do chamado Mensalão e apoio de praticamente toda a imprensa, levou 5 anos para ser aprovado. Neste semestre ainda poderemos ver o nosso PL indo para votação em plenário da Câmara; e lá se travará mais uma batalha.

O fracasso do desarmamento na contenção ou diminuição dos crimes violentos deixa cada dia mais clara a necessidade urgente de mudanças na lei atual - e muitas pessoas até então isentas estão levantando essa bandeira, algo que tem causado grande preocupação aos defensores das restrições. No mundo a posição dos desarmamentistas também não é nem um pouco confortável: com os ataques terroristas em Paris, Copenhague, Hotel Radisson em Bamako, Universidade de Garissa, jornal satírico Charlie Hebdo e outros, ficou claro que leis restritivas, por mais fortes que sejam, não são capazes de impedir que terroristas tenham acesso às Armas de Fogo.

O Secretário-Geral da Interpol, Ronald Kenneth Noble, disse à ABC News que uma das únicas maneiras de impedir os terroristas de atingir alvos desarmados (“soft targets”, em inglês) seria permitir que cidadãos portassem Armas de Fogo em locais públicos e que as chamadas “Gun-Free Zones” deixassem de existir. Vejam bem, que disse isso não foi um diretor da NRA, do MVB ou de qualquer entidade pró-defesa. Quem disse isso foi o diretor geral de uma das mais conceituadas entidades policiais do mundo; e isso não é para ser desprezado.

Se no Brasil e no mundo o ano de 2015 não foi nem um pouco positivo para os adeptos do monopólio da força nas mãos do Estado, 2016 promete ser ainda pior. No último dia 5 de janeiro, Obama foi às lágrimas ao anunciar suas medidas executivas (que independem do Congresso) para limitar e restringir a posse de armas em solo norte-americano. Se as lágrimas soaram falsas, suas medidas foram piores ainda: mostraram aos Republicanos e a muitos Democratas favoráveis ao armamento que Obama não pensaria duas vezes em rasgar a Constituição se poder tivesse para isso. Para o antiarmas, restou a sensação de que tudo aqui era uma enorme farsa. E era mesmo! As medidas ou já estavam em uso ou foram abandonadas no passado por não apresentar nenhum resultado real. Um enorme tiro no pé.

No Congresso, os dois partidos foram responsáveis e rechaçaram todas as investidas de Obama. O motivo é muito simples: nunca as taxas de crimes violentos foram tão baixas nos EUA.

Em resumo, não tenho nenhum medo de afirmar que 2016 será um bom ano no que diz respeito à nossa liberdade. Será um ano de muita luta (não será fácil), sendo necessário que cada um se empenhe nisso, mas tenho a certeza de que teremos doze meses que refletem meus votos a todos vocês: que o Ano Novo seja repleto de boas lutas e grandes vitórias!

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Revista Magnum Edição 134

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Editorial

DE REPENTE 30!

Bang! Na velocidade de um disparo se vão 30 anos desde que comprei o meu primeiro exemplar da revista Magnum. Eu tinha 16 anos e tomava um gelado em uma sorveteria na Cidade Ocian, litoral de São Paulo, onde vi outro garoto com a revista em mãos. Embora fosse um menino absolutamente tímido, não pensei duas vezes em perguntar onde ele tinha arrumado aquela maravilha. “-Na banca de jornal”, respondeu com certo entusiasmo. Corri para lá e lá estava! No Editorial, uma carta fi ctícia de um pai para um fi lho que, em um futuro não muito distante, explicava que havia deixado uma Arma de Fogo para ele, escondida, proibida; e que ele deveria manter segredo absoluto sobre o fato. Naquele momento eu me dava conta que havia no mundo pessoas dispostas a proibir aquilo que para mim era uma paixão. Centelha acesa que, com o passar dos anos, só cresceu.

E se passaram 30 anos! E aquele jovenzinho tímido está aqui agora escrevendo, orgulhosamente, mais um editorial desta Revista. Vi muita coisa acontecer. Vi meu pai comprar pastas masculinas que vinham com coldre de fábrica - tamanha era a naturalidade do porte de armas. Vi meu pai esquecer seu INA .32 Long em cima no teto do carro e ser avisado por um policial rodoviário no caminho para São Paulo. Não, ele não foi nem parado por isso. Vi gente comprando munição, pólvora, espoleta e chumbo em lojas de ferragens em Minas Gerais. Vi-me parado pelo Garra, da Polícia Civil de São Paulo, com a minha arma e apenas o registro, sem o porte - e tudo que levei foi uma bronca e o conselho de procurar a delegacia para requisitar a autorização. Vi minha pasta se abrir no Metrô, 50 cartuchos de .38 se espalharem pelo chão do vagão e ninguém sair correndo, muito pelo contrário, ajudaram-me na captura das “fugitivas”.

Mas também vi o porte ser transformado em crime por Fernando Henrique Cardoso. Vi as primeiras discussões para a proibição total, tal qual naquele editorial de tantos anos atrás. Vi a demonização das armas como se tivessem vida própria e poderes sobrenaturais hipnóticos capazes de transformar o mais pacato cidadão em um frio assassino. Vi velhinhos sitiantes de 80, 90 anos sendo presos por conta de uma espingarda calibre 28 com registro vencido.... Triste. E vi a aprovação do fracassado Estatuto do Desarmamento enfi ado goela abaixo de todos nós e comemorei a nossa vitória no referendo de 2005!

E vi as pessoas acreditando cada vez menos na intromissão do Estado, na imposição do desarmamento e deixando de acreditar que isso era uma solução para criminalidade e violência. Vi mais de 400 pessoas no lançamento do livro Mentiram Para Mim Sobre o Desarmamento; em sua maioria jovens com menos de 25 anos. Vi plateias cheias, ávidas e vívidas na busca de informações reais sobre armas. Vi entrevistas, debates acachapantes, vi a Internet ser tomada por aqueles que lutam pelo direito de Defesa. Vi enquetes, transmitidas ao vivo, cujos resultados deixaram jornalistas de boca aberta. Vi o congresso sair de 8 deputados favoráveis às armas, para, hoje, quase 200! Eu vi deputados e senadores serem aclamados por proporem projetos de revogação da lei atual.

Hoje eu vejo um futuro próximo promissor, olho com o otimismo de quem já viu muita coisa boa, muita coisa ruim - mas nunca fechou os olhos para nada disso e, claro, a Revista MAGNUM estava aqui sobre minha mesa todos esses anos. Parabéns e vida longa!

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Edição 42 - Ano 7 - Março/Abril 1995

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Editorial

Maus exemplos

Em nosso Editorial da última edição (veja Magnum nº41), o parágrafo final afirmava o seguinte:

“Autoridades brasileiras: durante muitos anos vocês tentaram legislar sem conhecer; fizeram leis sem consultar técnicos; generalizaram tudo o que tinham direito; ouviram quem não deviam e a coisa toda conduziu a um país que não respeita a verdadeira Ecologia e que agora pretende “quebrar” a primariedade criminal de cidadãos honestos por portarem ilegalmente Armas de Fogo... Não seria inteligente, de vez que a antiga forma não deu certo, algumas mudanças?

Essas claras e lógicas palavras, portanto de fácil entendimento além de terem sido escritas por técnicos em Armas & Munições, têm tudo para funcional como uma espécie de “fórmula mágica” que permita o estudo sério de algumas delicadas questões quanto ao uso moderno de Armas de Fogo, quer para propósitos de defesa, esporte ou Caça em nosso país. Mas não! Autoridades de alguns de nossos Estados estão fazendo exatamente o contrário e, o que é pior, contaminando segmentos da Sociedade Civil com sua óptica míope desses assuntos.

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Edição 116 - Ano 19 - Agosto/Setembro 2012

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Editorial

Mudanças Revista MAGNUM

ESTE EDITORIAL COMEÇOU a ser escrito justamente no dia em que alguns noticiários davam conta de que o Brasil havia enviado às Olimpíadas a pífia quantidade de DOIS Atletas do Tiro Esportivo (para nós, dois dignos heróis nacionais), fazendo com que a primeira medalha de ouro ganha por nosso país* – justamente em uma competição de Tiro – seja cada vez mais esquecida por aqueles que – incrivelmente - costumam classificar tal Desporto como “dispensável” e outros comentários que procuramos ignorar. Assim, queremos ver como serão os próximos Jogos Olímpicos no que se refere a Atiradores brasileiros. Continuará a haver o descaso e a falta de apoio das autoridades competentes quanto ao assunto – principalmente quando as Provas ocorrerão em território nacional?

Motivações desportivas à parte; e saindo da digressão inicial, estamos aqui para discorrer sobre diversas e notáveis mudanças – e notem que não estamos em um início de ano, quando é quase de praxe anunciálas em qualquer veículo como parte de previsões ou mesmo utilizá-las como simples estratégia de marketing, já que muitos costumam voltar seus focos para um período que se inicia.

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