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É com prazer que apresentamos a revista MAGNUM!

MAGNUM é uma Revista dedicada ao universo das Armas de Fogo. Aborda Colecionismo, Tiro Esportivo, Munições, Recarga, Balística e Legislação pertinente ao assunto. Além de abordar Arqueiria, Caça, Cutelaria, promover entrevistas com pessoas ligadas a cada um desses setores e cobrir lançamentos de novos produtos - no Brasil e no mundo -, buscando estimular seus Leitores ao trânsito saudável, consciente e responsável através desses temas.

Confira abaixo 5 Edições Completas para Assinantes MAGNUM

Edição Especial - Ed. 29 - Revólveres 1 Colt - Ago / Set 2007

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Editorial

Contando com a mesma qualidade editorial, mesmo papel, número de páginas, grafia e o cuidado que sempre nos caracterizou, brevemente as bancas de todo país receberão a próxima dessas Edições Especiais, a qual será denominada “Série Pistolas 2” (a anterior foi “Série Revólveres I”), trazendo as melhores avaliações de armamento dessa classe já vistas no Brasil; e que foram efetuadas por nosso quadro editorial durante esses vinte anos! A ela se seguirão as dos testes de revólveres, de metralhadoras de mão e de todas as outras avaliações que sempre orientaram a linha mestra de MAGNUM, a qual Você aprendeu a gostar e colecionar.

Como sempre, as reportagens de Testes trarão - além das inúmeras fotografias do armamento enfocado - os importantes Quadros de Avaliação, contendo as notas relativas a cada arma, assim como os Dados Técnicos correspondentes.

Edição Completa
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Edição 99 - Ano 17 - Maio/Junho 2007

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Editorial

Fábrica de Heróis!

Existe um certo consenso - seja no cinema ou na vida real - de que heróis são necessários.
Não discordamos, pois se não houvesse a figura do herói, muitas vidas seriam possivelmente perdidas pela falta dele. Contudo, lembramos que heróis surgem em momentos de exceção, quando os “serviços” deles acabam por ser altamente necessários. Desse modo, é fundamental que haja uma situação ou atuação perigosa para que se produza uma vítima. Qualquer Cipeiro que se preza sabe disso, e conhece os dogmas relativos a situações de risco e atos falhos. Até aqui, nenhuma novidade, mas...

Quem são nossos verdadeiros heróis da atualidade? Ora, são aqueles que procuram dar o máximo de si para tentar preservar vidas - como é o caso de Bombeiros e de Policiais, entre outros. Existem, também, os heróis fortuitos, ou seja, aqueles que estavam no lugar e hora certos para evitar uma tragédia, mesmo sem serem pagos para isso (aliás, a bem da verdade, ninguém recebe salário para ser herói...).

Em suma, conclui-se que, para haver heróis, há que existir situações - provocadas ou não - para que tais personagens sejam levados a agir e, assim, atuarem como tais.

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Edição 49 - Ano 8 - Setembro/Outubro 1996

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Editorial

Quem mata?

Ao culpara armas de fogo pela crescente violência nas metrópoles brasileiras, muitas de nossas autoridades apenas disfarçam sua incompetência para assuntos de segurança pública.

A fome mata!
A falta de instrução mata!
A Ignorância mata!
A falta de educação mata!
O racismo mata!
As drogas matam!
O descaso aos idosos brasileiros mata!
A ganância de alguns governantes brasileiros mata!
No Brasil, a impunidade mata!
A morosidade da justiça brasileira mata!
O descaso das autoridades brasileiras mata!

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Edição 22 - Ano 4 - Novembro/Dezembro 1990

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Editorial

O prazer de proibir

Enquanto em todo o mundo os aficcionados por Armas & Munições parecem iniciar um salutar processo de entendimento com as autoridades que controlam esses itens em seus respectivos países, o mesmo não ocorre na Espanha.

País de anterior liberal tradição no tocante a armas e calibres, atualmente encontra-se a Espanha em trâmite de aprovação de um novo regulamento para os Colecionadores e Atiradores. Só que – ao contrário do que seria de esperar – a nova legislação espanhola é ilógica e idiota, ao invés de moderna e inteligente.

Uma propositura deseja banir (leia com atenção, pois não há erro algum) todas as Armas Longas que tenham “pistol grip”, inclusive as de ar comprimido; outra, quer banir os fuzis automáticos com capacidade superior a 5 tiros e, como uma “chave de ouro”, essas mesmas autoridades nada dizem sobre uma ridícula cláusula (ou parágrafo) da antiga legislação espanhola que não permite facas, ou punhais, de duplo fio e com mais de 11 cm...

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Edição Especial - Ed. 42 - Pistolas 5 TAURUS & IMBEL - MAR/ABR 2011

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Editorial

Série Pistolas 5 TAUROS & IMBEL

Diferentemente da indústria de Armamento norte-americana ou mesmo da europeia, a fabricação de pistolas semiautomáticas no Brasil percorreu caminhos tortuosos e que tinham como início, basicamente, um aproveitamento (e em certos casos uma releitura) dos modelos produzidos nas duas áreas geográficas citadas.

Contudo, aos poucos foi sendo cria do um “padrão brasileiro” - o qual de certo modo afastou os Projetistas daquelas armas anteriormente baseadas em modelos preexistentes e deu vazão a produtos que apresentavam características próprias, tanto em linhas quanto em processos de funcionamento, sem que alguns dos modelos anteriores fossem abandonados, mas mesmo assim criando uma visão só nossa; e que algumas vezes chegou a ser adotada no exterior pelas características de inovação.

Desse modo, nosso País viu crescer, desde a década de 70, a oferta de diferentes pistolas por ambas as fábricas brasileiras do segmento: Taurus e Imbel, fazendo então com que a possibilidade de escolha fosse ficando cada vez maior. Com a liberação do então considerado “poderoso” calibre .380 ACP por nosso então Ministro do Exército, Leônidas Pires, em dezembro de 1987 (anteriormente, civis só tinham acesso aos calibres .22 LR ou Short/Curto, 6,35 mm Browning e 7,65 mm Browning, se guindo a esquisitíssima linha de pensamento por nós denominada de “calibres que matam mais ou que matam menos”), a indústria nacional tomou novo impulso; e os Projetistas puderam então trabalhar a idéia da criação de novos tipos de Armamento dentro do conceito de Armas Curtas.

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