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É com prazer que apresentamos a revista MAGNUM!

MAGNUM é uma Revista dedicada ao universo das Armas de Fogo. Aborda Colecionismo, Tiro Esportivo, Munições, Recarga, Balística e Legislação pertinente ao assunto. Além de abordar Arqueiria, Caça, Cutelaria, promover entrevistas com pessoas ligadas a cada um desses setores e cobrir lançamentos de novos produtos - no Brasil e no mundo -, buscando estimular seus Leitores ao trânsito saudável, consciente e responsável através desses temas.

Confira abaixo 5 Edições Completas para Assinantes MAGNUM

Edição 13 - Ano 3 - Novembro/Dezembro 1988

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Editorial

Armas, Mulheres e Shows

A conjugação de armas e mulheres sempre foi feliz: armas emprestam agressividade às mulheres e estas lhes retornam sensualidade...

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Edição Especial - Ed. 42 - Pistolas 5 TAURUS & IMBEL - MAR/ABR 2011

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Editorial

Série Pistolas 5 TAUROS & IMBEL

Diferentemente da indústria de Armamento norte-americana ou mesmo da europeia, a fabricação de pistolas semiautomáticas no Brasil percorreu caminhos tortuosos e que tinham como início, basicamente, um aproveitamento (e em certos casos uma releitura) dos modelos produzidos nas duas áreas geográficas citadas.

Contudo, aos poucos foi sendo cria do um “padrão brasileiro” - o qual de certo modo afastou os Projetistas daquelas armas anteriormente baseadas em modelos preexistentes e deu vazão a produtos que apresentavam características próprias, tanto em linhas quanto em processos de funcionamento, sem que alguns dos modelos anteriores fossem abandonados, mas mesmo assim criando uma visão só nossa; e que algumas vezes chegou a ser adotada no exterior pelas características de inovação.

Desse modo, nosso País viu crescer, desde a década de 70, a oferta de diferentes pistolas por ambas as fábricas brasileiras do segmento: Taurus e Imbel, fazendo então com que a possibilidade de escolha fosse ficando cada vez maior. Com a liberação do então considerado “poderoso” calibre .380 ACP por nosso então Ministro do Exército, Leônidas Pires, em dezembro de 1987 (anteriormente, civis só tinham acesso aos calibres .22 LR ou Short/Curto, 6,35 mm Browning e 7,65 mm Browning, se guindo a esquisitíssima linha de pensamento por nós denominada de “calibres que matam mais ou que matam menos”), a indústria nacional tomou novo impulso; e os Projetistas puderam então trabalhar a idéia da criação de novos tipos de Armamento dentro do conceito de Armas Curtas.

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Edição 73 - Ano 13 - Abril/Maio 2001

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Editorial

Tá dominado, Tá tudo dominado!!!

Se alguém dissesse, dez anos atrás, que a segurança em nosso país estaria muito diferente – e para pior – é claro que ninguém acreditaria...

Se alguém afirmasse, na mesma época, que Delegacias de Polícia, Quartéis das Forças armadas ou de Forças auxiliares chegariam a ser locais de pouca segurança, passíveis de invasões, certamente ririam na cara de quem ousasse proferir tamanha sandice...

Se, ainda em 1991, alguém arriscasse afirmar que um dia as autoridades constituídas tentariam desarmar o cidadão honesto, e não os bandidos, ou então que algumas entidades de direitos humanos ferrenhamente defenderiam apenas a marginalidade, esquecendo-se do cidadão probo, aí então a gargalhada seria geral, dado o absurdo de tal idéia...

Se no início da década passada, um pobre visionário arriscasse afirmar que haveria rebeliões ensaiadas e concomitantes em vários presídios, comandadas de dentro para fora e por grupos muito mais organizados que os próprios responsáveis pela carceragem, sem dúvida o chamariam de louco...

Contudo os tais dez anos se passaram rápido e – acreditem – tudo isso está acontecendo!

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Edição Especial - Ed. 45 - Comemorativa 100 anos modelo 1911

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Editorial

O presente trabalho se constitui de grande importância sob todos os aspectos. Reveste-se de ineditismo, haja vista que, pela primeira vez, os mais variados assuntos que se relacionavam ao tema são agrupados numa só publicação.

Elaborada por LINCOLN TENDLER, reconhecidamente um dos mais respeitados Escritores brasileiros, especializado no campo das armas, munições e tiro, a obra em momento algum deixa de propiciar aprendizado útil e agradável, qualidade que raramente caminham juntas em semelhantes compêndios.

Independentemente do invejável currículo do autor, o trabalho desenvolvido por ele nesta obra não só demonstra um preparo singular, como também excepcionais atributos do escritor inteligente e dinâmico. Inteligente, pelo quão bem soube ordenar e desenvolver o complexo e polêmico tema deste Especial; dinâmico, pela paciência e sacrifício em amealhar, selecionar o extraordinário material de ilustração que sua obra mostra.

Mais que o próprio autor e esta Editora, estão de parabéns os Leitores brasileiros, que passam a ter, graças ao trabalho de Lincoln Tendler, informações sistematizadas de um setor especializado de grande importância, como é o das armas e munições, particularmente aquele que se refere à velha e querida PISTOLA 1911, criada por John Moses Browning.

Cel. PM Iranil dos Santos

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Edição 29 - Ano 5 - Julho/Agosto 1992

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Editorial

A “bomba” Norte – Americana

Sérias fontes norte-americanas nos informam sobre o nascimento de um poderosíssimo movimento de fabricantes daquele país contra a indústria brasileira de Armas Leves.

Já não é mais segredo que os 3 maiores fabricantes de Armas leves são hoje responsáveis, juntos, por cerca de 28% do mercado norte-americano para esta classe de armamentos. Na edição da revista “Insight The Shooting Industry” (de circulação dirigida a jornalistas da área e revendedores de armas) distribuída durante o último SHOT Show, o Brasil é apontado como sendo o maior exportador dessa classe de armamentos para os EUA, sendo seguido (de longe) pela indústria italiana e alemã.

Esse justo motivo de orgulho para todos os aficcionados nacionais está, entretanto, muito distante de agradar os fabricantes norte-americanos por alguns motivos extremamente válidos para os quais chamamos atenção não só de nossos leitores, mas também – e principalmente – das autoridades brasileiras envolvidas no processo de aprovação e importação de armas estrangeiras ao Brasil.

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