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É com prazer que apresentamos a revista MAGNUM!

MAGNUM é uma Revista dedicada ao universo das Armas de Fogo. Aborda Colecionismo, Tiro Esportivo, Munições, Recarga, Balística e Legislação pertinente ao assunto. Além de abordar Arqueiria, Caça, Cutelaria, promover entrevistas com pessoas ligadas a cada um desses setores e cobrir lançamentos de novos produtos - no Brasil e no mundo -, buscando estimular seus Leitores ao trânsito saudável, consciente e responsável através desses temas.

Confira abaixo 5 Edições Completas para Assinantes MAGNUM

Edição 44 - Ano 8 - Setembro/Outubro 1995

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Editorial

Depois do episódio de apreensão de Armas de Fogo legalmente importadas no Rio de Janeiro (RJ) em 11/07/95 para onde caminhará Colecionador honesto?

A imprensa brasileira tem o direito de continuar sensacionalista?

Que estranha ilusão é essa das campanhas de desarmamento? Como se pode imaginar que a ausência de armas de fogo em mãos de cidadãos honestos trará o fim da violência?

A quem interessa a clandestinidade de brasileiros que apreciam armas de fogo? É correto nossos esportistas do tiro continuar a competir internacionalmente em desigualdade de condições?

Quem responde essas questões?

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Edição 34 - Ano 6 - Julho/Agosto 1993

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Editorial

Visões inteligentes

Entender-se definitivamente que gostar de Armas não significa ser violento ou agressivo;
Conscientizar sobre as armas de fogo ao invés de simplesmente proibi-las;
Liberar calibres mais modernos e eficazes tanto para a prática do esporte do tiro quanto para a defesa;
Acabar com a lei (inconstitucional idiota) que não permite a venda de armas de fogo usadas antes de decorridos 6 anos do seu registro;
Permitir a venda de armas de fogo usadas em estabelecimentos comerciais do ramo;
Promover a anistia para com armas de fogo estrangeira que estão em mãos de cidadãos honestos, porém sem registro;
Tornar o porte de armas de fogo com validade realmente federal;
Entender definitivamente que a polícia não é onipresente e que, em termos de defesa ter e usar uma arma de fogo é, muitas vezes a diferença entre a vida e a morte.

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Edição 24 - Ano 4 - Maio/Junho 1991

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Editorial

A Vergonha e a Incompetência

Por diversas vezes os Editores ou articulistas de Magnum têm insistido num determinado ponto: é preciso uma verdadeira legislação de Caça para o Brasil, a exemplo do que acontece em todos os outros países.

À honrosa exceção do Rio Grande do Sul, que tem temporada regular de Caça, devidamente orientada e acompanhada pelo IBAMA, e onde as coisas andam perfeitas nesse aspecto há muitos anos, os demais Estados insistem em inovar e criar absurdas leis “protegendo” a fauna e o meio ambiente.

Inicialmente, seria o caso de perguntar aos políticos e falsos ambientalistas que neles gravitam: 1) não é o IBAMA um órgão com jurisdição federal e, assim, o que é válido nesse aspecto para um Estado não o seria para os demais? E 2) muito antes de existir esse bom movimento ambientalista, não existiam também os bons caçadores, os quais merecem ser ouvidos? A resposta clara e indubitável seria SIM!

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Revista Magnum Edição Especial 60 - Caça & Conservação

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Editorial

A CAÇA E AS ESPÉCIES-PROBLEMA NO BRASIL: DO LIMÃO À UMA LIMONADA

De acordo com órgãos internacionais, “espécies-problema” são as espécies nativas ou exóticas que formem populações fora de seu sistema de ocorrência natural ou que excedam o tamanho populacional desejável, interferindo negativamente no desenvolvimento de culturas, ameacem ecossistemas, habitats ou espécies.

Algumas dessas espécies apresentam uma das maiores ameaças ao meio ambiente, com enormes prejuízos à economia, à biodiversidade e aos ecossistemas naturais, além dos riscos à saúde humana. São consideradas a segunda maior causa de perda de biodiversidade e de culturas agrícolas. Tendo em vista a complexidade dessa temática, as espécies-problema envolvem uma agenda bastante ampla e desafiadora, com ações multidisciplinares e interinstitucionais.

Ações de prevenção, erradicação, controle e monitoramento são fundamentais e exigem o envolvimento e a convergência de esforços dos diferentes órgãos dos governos federal, estadual e municipal envolvidos no tema, além do setor empresarial e das organizações não-governamentais.

Algumas espécies como a Pomba do Bando geram quedas de resultados estimadas entre 24% e 30% da produção de soja nas regiões onde está presente - o que, à época, corresponderia a perdas de aproximadamente 1,7 milhões de sacas. A Pomba do Bando vem se fazendo presente cada vez mais no território nacional; e análises cientificas indicam que caso seu controle não se inicie em curto prazo, alguns Estados em breve estarão sujeitos aos mesmos graves problemas presentes na Argentina e Uruguai face à presença de tal espécie. São necessárias ações urgentes buscando o controle dela antes que a mesma atinja os níveis presentes em nossos vizinhos, com suas gravíssimas consequências.

A Lebre Europeia que rapidamente se expande no território nacional é responsável pela morte de mudas de árvores no sul do Brasil de até 80% em casuarina, 60% em acácia negra e 8% em citros, além de danos em lavouras de hortaliças de pequenos produtores. Seu controle há muito se faz necessário, porém nunca houve ações e demandas formais neste sentido.

Por fim, citemos o Javali Europeu. O javali é classificado pela União Internacional para a Conservação da Natureza (organismo internacional do qual o Brasil faz parte) como uma das 100 piores espécies exóticas invasoras devido ao tamanho dos danos que é capaz de causar à natureza, fauna nativa e economia das áreas afetadas pela sua presença, atacando pessoas, plantações, animais e contribuindo para a disseminação de doenças entre rebanhos.

A população de javalis é tão notável que agricultores relatam a perda de mais de 40% de sua produção agrícola em função da presença dessa espécie. Na realidade, os animais estão se disseminando cada vez mais pelo Estado, devido principalmente a sua facilidade de reprodução e de adaptação a novos habitats.

Reconhecendo a importância do problema das invasões biológicas e seus consequentes danos ao meio ambiente, agricultura e pecuária brasileiros, entendemos que é chegada a hora do governo de nosso País encarar a verdade de que, face à atual presença das mesmas em nosso território, o controle através da Caça é a grande alternativa - não somente para conter as espécies invasoras de seguirem destruindo ecossistemas nativos e espécies de nossa fauna autóctone, como também a produção agrícola nacional, mas ainda gerando alternativas de renda aos produtores rurais através de atividades ligadas ao turismo rural e ações afins diretamente ligadas a Caça & Controle destas espécies, como é realizado em países como Uruguai, Argentina, Paraguai e Chile, para citar somente alguns de nossos vizinhos - afora, claro, os conhecidos exemplos da Europa e EUA.

O controle de espécies invasoras, ou problema, pode vir a ser uma atividade muito rentável para muitos proprietários de terras, algumas mesmo com baixa vocação para a agricultura ou a pecuária. A partir de uma simples estruturação voltada ao receptivo destes “turistas” e consequente geração de um apoio à atividade, como alimentação, hospedagem, fornecimento de auxiliares e guias de campo, cavalos, etc., um grande ato gerador de ganho social e econômico pode ser desencadeado. Está internacionalmente provado que cada “Turista/Caçador” usualmente está disposto a pagar valores importantes por tais serviços. Toda essa atividade é obviamente controlada pelos órgãos especializados do Estado. É, consequentemente, uma alternativa de transformar a crescente ocorrência das “espécies-problema” - que parece não poder ser detido por outros meios - em simples solução alternativa de emprego e renda para as sofridas populações rurais de nossa Nação.

Benvindos às páginas de MAGNUM CAÇA & CONSERVAÇÃO!

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Edição 14 - Ano 3 - Janeiro/Fevereiro/Março 1989

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Editorial

Instrumentos Femininos?

Como todos sabem, o papel da mulher em importantes decisões na moderna sociedade está – felizmente – se acentuando.

Aqui e acolá, a presença feminina se faz sentir em importantes cargos públicos ou em empresas.

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