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Edição Especial - Ed. 57 - Armas de Pressão

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Editorial

PROIBIR É SE MOSTRAR INCAPAZ DE EDUCAR

Há sete anos colaboro com esta que é a principal Publicação que trata de assuntos sobre Armas das mais variadas naturezas e que, heroicamente, tem superado o passar dos anos num país onde o tema “Arma” e - principalmente quando se refere à Arma de Fogo - é demonizado, seja pela ignorância de muitos, seja pela sede de controle de outros poucos, que procuram se beneficiar da maioria leiga para impor suas vontades.

Quando comecei a colaborar com a Revista MAGNUM, me foi proposto trabalhar o enfoque nas Armas de Pressão e, posteriormente, escrevi também algumas matérias de orientação sobre Arco e Flecha e Balestra, além de Airsoft, que podemos englobar no assunto sobre Armas de Pressão. Afinal, o seu princípio de disparo é muito parecido. Minhas matérias, de modo geral, têm cunho elucidativo e costumo abordar os aspectos técnicos do Tiro de Pressão, sendo que muitos conceitos que dizem respeito às técnicas de tiro e ajustes de miras abertas e ópticas também são úteis para o tiro com Armas de Fogo, principalmente as armas longas.

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Edição Especial - Ed. 56 - Pistolas Nº. 9

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Editorial

Nesta Edição Especial o Leitor encontrará alguns ícones no que se refere a Pistolas e que fizeram história pelo ineditismo. É o caso da polêmica Gyrojet, a qual empregava, como projéteis, pequenos foguetes. A Colt Double Eagle é outro bom exemplo: uma 1911 de ação dupla, tentando conquistar uma fatia de mercado até então desconhecida da famosa Fabricante. Ambas são, hoje em dia, disputadas por Colecionadores.

Dentre as pouco conhecidas aqui no Brasil, temos a coreana Daewoo e uma pistola germânica, pouquíssimo importada, a Korth (basicamente em função de seu elevado preço). Das conhecidas, a Coonan (variação da 1911 em .357 Magnum) puxa a fi la, seguida da Manurhin (versão francesa das espetaculares Walther PP/PPK) e da canadense ParaOrdnance (que chegou a ser uma das preferidas dos Atletas do Tiro Prático em muitas nações).

A Jericho, de alguma fama em nosso País, é uma criação israelense, a qual tem uma versão similar (Baby Eagle) fabricada nos EUA pela Empresa-irmã Magnum Research. A espanhola Astra aqui também está representada, assim como a Resolver (italiana de pequeno volume, em calibre .380), fechando desse modo esta publicação que, como sempre, busca agrupar peças de Armamento por tipo, dessa maneira indo ao encontro daqueles Leitores que, particularmente, buscam mais informações específi cas sobre modelos de seu agrado.

Garantimos que a leitura deste Especial será prazerosa em função da escolha primorosa das matérias de MAGNUM e que agora podem ser lidas em conjunto. Assim, bom divertimento!

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Edição Especial - Ed. 55 - Armas longas

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Editorial

Muitas vezes nossos editoriais citaram o interesse (alguns podem até chamar isso de amor), por certos tipos de Armamento, da parte de nossos Leitores - fato esse que originou a maior parte de nossas publicações Especiais (aquelas nas quais um certo tipo de arma é trazido à luz através de Testes e Apresentações), onde o interesse maior é agrupá-las de modo a fazer com que o interessado em determinadas classes de Armamento possa ter um vislumbre de algumas delas reunidas em um só compêndio.

E, com tal pensamento, há alguns anos iniciamos nossa produção dos chamados Especiais; e os resultados foram altamente positivos, abarcando não somente novos seguidores de MAGNUM, mas também aqueles que, a partir de tal orientação, buscam especificidade de detalhes quanto a determinados tipos de armas sem ter que recorrer a tal busca entre mais de uma centena de revistas publicadas desde então.

Dentro de tal linha de ação, muitos foram os temas por nós abrangidos, tais como Revólveres, Pistolas, Carabinas, Fuzis, Metralhadoras de mão etc. - todos eles com plena aceitação, incluindo muitas vezes peças de relevado interesse histórico. E saiba que os itens de cada uma dessas publicações foram pinçados, em reuniões de pauta, à voz da aceitação maior por parte daqueles que a nós se acostumaram - às vezes até com mais de vinte anos de “seguimento” de nosso trabalho.

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Edição Especial - Ed. 54 - Revólveres do Oeste selvagem

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Editorial

Oeste o que?

O Oeste Selvagem - ou Velho Oeste - esteve intimamente ligado ao desenvolvimento das armas de fogo. Um pouco por desejo, muito por necessidade, é hoje certo que elas estejam bastante mais associadas a tal período do que a qualquer outro da história americana. Em remotas porções territoriais do oeste dos EUA, durante o século dezenove, lei e ordem compunham por vezes um conjunto vazio. Melhor amiga do homem, a arma de fogo era efetiva grande parte da vida por lá.

A borda se mantém delineada pelo rio Mississippi por muitos anos, rio que corta os EUA de norte a sul, desde oeste dos Grandes Lagos até o delta de Nova Orleans. É então considerado território selvagem, inóspito, com pouca possibilidade de se tornar em lar, tudo o que a ocidente desse rio estivesse. Com a compra do território da Luisiana, em 1803, providenciado seu desbravamento, tem início em ano seguinte o chamado Velho Oeste. Os EUA se expandem, gradualmente, rumo ao desconhecido e imenso além-fronteira.

Frequentemente, se diz Velho Oeste apenas quando em referência aos últimos trinta e cinco anos do século dezenove, contados desde 1865, desde o fim da Guerra da Secessão. Mais adequado tratar quase todo esse século ao fazer uso do termo no entanto e, de forma mais precisa ainda, ter em mente os oitenta e seis anos passados entre 1804 e 1890, respectiva e formalmente, dele início e desenredo.

Velho Oeste é uma expressão. Também Oeste Selvagem, como muitos preferem. Denomina a relação entre um período histórico e a grande porção territorial dos EUA a oeste do rio Mississippi. Abrange história, geografia, política, personagens, sabedoria popular e manifestações culturais.

Aquisições de territórios e anexações são sua marca registrada. Compromissos políticos, tratados e acordos com nações estrangeiras e população nativa.

Conquistas militares, implantação e manutenção de lei e de ordem. Isso tudo se soma às inovações tecnológicas e maciças migrações de estrangeiros, e os EUA se expandem, de costa a costa, abastecidos pela convicção na divina predestinação, supostamente vinda de Deus, dita Manifest Destiny. Algo como “Destino Claro” ou, enfim, “Sorte Evidente”. Divina predestinação a abonar e justificar inclusive apropriação de territórios, matança e deslocamento forçado dos nativos, posto que TUDO integrasse um projeto sagrado, infinitamente maior.

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Edição Especial - Ed. 53 - Testes comparativos

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Editorial

Como já foi expresso em Edições anteriores, pistolas (ou, simplesmente, Pst, de acordo com a nomenclatura do Exército Brasileiro por aqui adotada como válida em termos de padrão) são, de longe, um dos assuntos preferidos de nossos Leitores. Desse modo, nada mais natural do que trazermos a público mais um Especial sobre essas obras de Engenharia que têm o condão de agradar a quase todos - mesmo àqueles que gostam preferivelmente de Armas Longas e consideram tais artefatos ora elencados apenas como complementares a uma paixão geral por Armas de Fogo.

Seja pela maior capacidade de munição, seja pelas importantes soluções nelas contidas, as pistolas continuarão a ser interessantes e funcionais conjuntos de peças as quais desempenham funções diferenciadas, mas que concorrem para um final comum: fazer com que tudo trabalhe com harmonia para que se alcance o resultado desejado - seja ele a prática do Esporte, o propósito de Defesa pessoal ou de outrem e, ainda, uma das ferramentas mais importantes para o trabalho policial, havendo inclusive quem as utilize para a Caça.

Dotadas de cano aparente ou coberto pelo ferrolho, com ou sem cão, de ação simples ou dupla, apresentando miras fixas ou reguláveis, carregadores duplos ou simples e fabricadas em inúmeros calibres, pistolas são praticamente uma unanimidade quando se busca velocidade de atuação - principalmente quando se visa à preservação de uma vida.

Devido ao exposto, desta vez resolvemos enfocar, entre várias peças, alguns “monstros sagrados” de grande importância (não só pela mecânica neles embutida, mas também enfatizando o aspecto histórico); e um grande exemplo disso é a Mauser C-96 e suas variantes, além de sua distinta “irmã” Schnellfeuer. E, ainda dentro da clássica inventiva germânica, analisamos as pistolas Walther PP, PPK e PPK-S, também dignos exemplos de excelentes projetos.

Decidimos, também, anexar uma matéria comparativa entre famosas marcas e alguns de seus modelos que “calçam” o imorredouro calibre .45 ACP (SIG-Sauer P220, a Glock Modelo 21 e a Ruger P90 DC), praticamente em continuidade à homenagem que fizemos à Pst Colt 1911 - a qual mereceu um Especial totalmente a ela dedicado e primorosamente elaborado por Lincoln Tendler, no início de 2012, visando comemorar os 100 anos dessa obra-prima de John Moses Browning que se destaca entre tantos outros projetos do famoso Armeiro - posto ser até hoje uma das Armas Curtas de maior vendagem em todo mundo: copiada, com ou sem licença por muitos Fabricantes, ela deverá ter continuidade por, no mínimo, mais um século!

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Edição Especial - Ed. 52 - Especial Caça

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Editorial

CAÇA NO BRASIL: PASSADO, PRESENTE E FUTURO

No início do ano de 2013 a Caça do Javali foi regulamentada em todo território nacional, com a publicação da Instrução Normativa Nº 3l do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – IBAMA, datada de 31 de Janeiro de 2013, a qual autorizou a Caça do Javali com Armas de Fogo em todo o Brasil, sem limite de quantidade e em qualquer época do ano. Essa resolução federal foi um marco único na questão da Caça no Brasil pois, com exceção do Estado do Rio Grande do Sul, onde a Caça amadora foi proibida por decisão judicial em 2006, há mais de trinta anos não havia qualquer possibilidade legal de um Caçador sair a campo, mata ou cerrado nos outros Estados brasileiros com uma arma na mão sem que isso fosse considerado uma contravenção penal ou crime ambiental.

A partir dessa resolução federal, todo cidadão brasileiro, em todo território nacional, pode - com um simples cadastramento junto ao IBAMA -, sem qualquer custo, credenciar-se a praticar a Caça do Javali e usufruir dessa apaixonante atividade. Uma boa notícia, mas ainda muito podemos evoluir.

A Caça é uma atividade que pode ser regulada segundo critérios técnico-científi cos, taxada e fiscalizada pela autoridade pública, contribuindo de maneira palpável para a proteção dos ambientes naturais e da fauna silvestre como um todo. A tão conhecida e bem sucedida experiência de Caça regulamentada em países como EUA, Canadá, toda a Europa, China, Argentina, Uruguai, países da África, etc. mostra que tal prática, quando cientificamente orientada e devidamente manejada e administrada, é uma atividade humana como qualquer outra, movimentando um intenso mercado de apetrechos de Caça, de consumo de carne de Caça, de turismo cinegético, etc., rendendo milhões de dólares, dependendo do país, em divisas, além dos recursos vultosos auferidos com as licenças de Caça.

Nos EUA a Caça amadora movimenta uma economia de mais US$ 28 bilhões, (The Economist - 2012). Na Argentina e Uruguai o turismo de Caça está em franca expansão; e mais de 70 operadores internacionais geram um importante ganho turístico para várias regiões desses países vizinhos. A Argentina é uma das nações sul-americanas com programas cinegéticos mais desenvolvidos. Anualmente mais de 250 mil Caçadores (argentinos e estrangeiros) caçam cerca de vinte espécies diferentes, movimentando US$ 500 milhões. No Uruguai o turismo de Caça gera diretamente ao governo algo como US$ 1,5 milhões por ano, somente em licenças e autorizações. E, no início do passado mês de abril, o Paraguai autorizou a Caça de Pombas por cinco anos para gerar ganhos turísticos.

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Edição Especial - Ed. 51 - Especial revólveres Nº. 5

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Editorial

ESPECIAL REVÓLVERES

Quase uma dedicatória: os que são carinhosamente apelidados de “Revolveiros” estão novamente de parabéns, pois MAGNUM resolveu homenageá-los mais vez com esta nova Edição Especial sobre o assunto, a qual compreende artigos revisados e atualizados.

Afinal, é de conhecimento de muitos a dificuldade em se produzir um revólver de qualidade - tamanha a quantidade de ações mecânicas necessárias a tal; muito mais do que para uma pistola ou para uma metralhadora de mão. Assim, em “passes de mágica” tornados reais por meio de tornos, fresas, limas e, por vezes, até mesmo alguma estamparia, surge esse interessante instrumento que, para alguns - como Policiais e Vigilantes -, é tão somente ferramenta de trabalho. Para outros, Desportistas, uma oportunidade de competir.

Em muitos países do mundo, o revólver é até mesmo empregado na Caça - seja para o abate da presa; seja para a Defesa do Caçador que porta uma Arma Longa e necessita de meios paralelos para se manter vivo num ambiente hostil, em meio ao Esporte venatório consciente e, logicamente, autorizado.

Existem ainda aqueles que, por amor à História ou até mesmo paixão por Mecânica, existente na Engenharia que caracteriza esse tipo de Arma Curta, os colecionam com orgulho e os mantém em boa condição.

Tentando, então, nos dirigirmos a todos os grupos aqui elencados, este Especial enfoca não só armamento moderno como também aquele tradicional, quase sempre ligado a eventos históricos de peso – não raro como personagem principal.

A indústria nacional também está aqui presente através das conhecidas marcas Taurus e Rossi, pois jamais deixaríamos de lado o mundialmente reconhecido bom trabalho atual e passado das duas famosas Empresas gaúchas!

Como sempre, através de Testes ou Apresentações, vários dados técnicos sobre o armamento - e até mesmo em relação a suas munições - serão encontrados nestas páginas; e aqui deixamos nosso convite para lê-las e relê-las sempre que possível, buscando dessa forma se aprofundar nos detalhes expostos com carinho através de Articulistas presentes e passados - ou mesmo simplesmente relembrar tais minúcias.

Os Editores

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Edição Especial - Ed. 50 - Guia prático de Identificação de Munições Volume 1

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Editorial

Em 1992, lançamos o primeiro volume deste trabalho que tinha o objetivo de suprir, na língua portuguesa, fonte de informação técnica adequada aos colecionadores de munição, atiradores, militares, advogados, juízes, promotores e policiais, especialmente aqueles que se dedicam à perícia criminal. Como a edição está hoje completamente esgotada, decidimos reeditá-la sob a forma de dois volumes com o seguinte plano geral da obra:

Volume I – Noção básica sobre calibres, incluindo esclarecimentos sobre estojos e projéteis, nomenclatura, identificação dimensional dos cartuchos e códigos para identificação de diferentes tipos de projéteis, permitindo aos Leitores que não puderam adquirir o antigo Volume I, a perfeita compreensão do trabalho. Serão apresentados, cerca da 300 cartuchos com suas dimensões e histórico, mas diferentemente ao antigo Volume I, restritos àqueles de fogo circular e os de fogo central destinados a armas curtas (revólveres e pistolas). Serão apresentadas e identificadas mais de 500 gravações de base em ordem alfabética crescente, além da bibliografia relativa ao tema.

Volume II – Serão apresentados outros 300 cartuchos com suas dimensões e histórico, porém relativos a armas longas raiadas. Outras mais de 500 gravações de base serão apresentadas, também em ordem alfabética crescente, totalizando mais de 1.000 à disposição dos Leitores.

No Volume II, serão apresentadas também, outras informações sobre munições como os códigos secretos alemães da 2ª Guerra Mundial, códigos numéricos da DWM e George Roth e muitas outras de interesse específico aos pesquisadores.

Esperamos que os dois volumes atendam às necessidades dos interessados no segmento.

Engº Creso M. Zanotta

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Edição Especial - Ed. 49 - Especial Pistolas nº 7

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Editorial

Todas as vezes nas quais resolvemos elaborar mais uma Edição Especial de MAGNUM, instala-se na Redação uma verdadeira ''clínica'' (outros poderiam chamá-la de brainstorming) no sentido de ''temperar'' a escolha de matérias para compor um bom resultado final. Desse modo, ficamos a ''cranear'' o que Você mais esperaria de nós, seja por uma questão estatística ou, ainda, pelo conhecimento que - acreditamos - temos dos gostos e preferências daqueles que nos acompanham.

Como todos sabem, os Especiais de MAGNUM – os quais são, basicamente, voltados aos Leitores que perderam um ou outro número de nossas publicações ou que, ainda, desejam fazer uma ''revisita'' a alguns dos assuntos enfocados - se pautam pelo agrupar de diversos artigos sobre um dado Tema, desse modo facilitando a busca por determinados artigos.

Neste, que agora Você tem em mãos, voltamos ao assunto Pistolas; e a explicação para isso é bem simples: as referidas armas são, na atualidade, as mais comuns na mídia e em utilização, tendo, de certa forma, desbancado os revólveres como preferência de escolha dos Consumidores de Armamento no Brasil e no mundo – talvez pela maior quantidade de munição, talvez pela beleza intrínseca de seus métodos de funcionamento ou, ainda, pelas soluções de engenharia nelas presentes.

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Edição Especial - Ed. 48 - AK-47 X M16

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Editorial

A ARMA LONGA

Desde nossas meninices que muitos de nós tivemos acesso a Armas de Pressão (aquelas as quais denominávamos, como leigos que éramos, “espingardas de chumbinho” ou “espingardinhas de chumbo” – e que nem de longe imaginávamos serem carabinas de ar comprimido), tendo então sido essas as primeiras armas a manusearmos, ou seja, Armas Longas, já que rarissimamente víamos uma “pistola de pressão”; e as únicas de que nos lembramos eram, efetivamente, alguns poucos exemplares de Walther de cano aparente (uma LP Model 53, vendida em leilão em dezembro do ano passado por US$ 196,000 e “orgulhosamente” empunhada em fenomenal “mico” por Sean Connery, nos primeiros pôsteres dos filmes de James Bond, como se fosse uma Arma de Fogo) ou, ainda, uma ou outra tosca cópia norte-americana de 1911 (Marksman), até que surgissem as nacionais Urko.

Fato é que aproximadamente 95% das Armas de Pressão aqui disponíveis eram, sem dúvida, carabinas (Urko, CBC e Rossi) – razão pela qual existe uma intrínseca afinidade por Armas Longas por aqueles que viveram os anos 60 e 70 e que hoje formam um grande contingente de nossos Leitores. Tais assertivas nos levaram a produzir este Especial, no qual figuram fuzis, carabinas, espingardas e até metralhadoras de mão; e a escolha dos modelos aqui reproduzida tem como base a aceitação daqueles que nos acompanham – algo bem demonstrado pelas vendas “esmagadas” dos exemplares de MAGNUM que continham estas armas.

Assim, Você poderá se deliciar com estas revisitas a reportagens que, em parte, foram realizadas no Exterior (ou, no caso de não tê-las lido, apreciá-las em primeira mão): High Standard M10B, uma espingarda orientada basicamente à utilização policial; Remington M870 – realmente uma “pump” que dispensa apresentações, tamanha a sua fama; SAF e Mini SAF, duas metralhadoras de mão chilenas que primam por empregar certas soluções provadas em outras marcas; M 16 x AK-47 – indiscutivelmente os dois mais famosos fuzis de assalto do mundo.

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