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Revista Magnum Edição Especial 60 - Caça & Conservação

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Editorial

A CAÇA E AS ESPÉCIES-PROBLEMA NO BRASIL: DO LIMÃO À UMA LIMONADA

De acordo com órgãos internacionais, “espécies-problema” são as espécies nativas ou exóticas que formem populações fora de seu sistema de ocorrência natural ou que excedam o tamanho populacional desejável, interferindo negativamente no desenvolvimento de culturas, ameacem ecossistemas, habitats ou espécies.

Algumas dessas espécies apresentam uma das maiores ameaças ao meio ambiente, com enormes prejuízos à economia, à biodiversidade e aos ecossistemas naturais, além dos riscos à saúde humana. São consideradas a segunda maior causa de perda de biodiversidade e de culturas agrícolas. Tendo em vista a complexidade dessa temática, as espécies-problema envolvem uma agenda bastante ampla e desafiadora, com ações multidisciplinares e interinstitucionais.

Ações de prevenção, erradicação, controle e monitoramento são fundamentais e exigem o envolvimento e a convergência de esforços dos diferentes órgãos dos governos federal, estadual e municipal envolvidos no tema, além do setor empresarial e das organizações não-governamentais.

Algumas espécies como a Pomba do Bando geram quedas de resultados estimadas entre 24% e 30% da produção de soja nas regiões onde está presente - o que, à época, corresponderia a perdas de aproximadamente 1,7 milhões de sacas. A Pomba do Bando vem se fazendo presente cada vez mais no território nacional; e análises cientificas indicam que caso seu controle não se inicie em curto prazo, alguns Estados em breve estarão sujeitos aos mesmos graves problemas presentes na Argentina e Uruguai face à presença de tal espécie. São necessárias ações urgentes buscando o controle dela antes que a mesma atinja os níveis presentes em nossos vizinhos, com suas gravíssimas consequências.

A Lebre Europeia que rapidamente se expande no território nacional é responsável pela morte de mudas de árvores no sul do Brasil de até 80% em casuarina, 60% em acácia negra e 8% em citros, além de danos em lavouras de hortaliças de pequenos produtores. Seu controle há muito se faz necessário, porém nunca houve ações e demandas formais neste sentido.

Por fim, citemos o Javali Europeu. O javali é classificado pela União Internacional para a Conservação da Natureza (organismo internacional do qual o Brasil faz parte) como uma das 100 piores espécies exóticas invasoras devido ao tamanho dos danos que é capaz de causar à natureza, fauna nativa e economia das áreas afetadas pela sua presença, atacando pessoas, plantações, animais e contribuindo para a disseminação de doenças entre rebanhos.

A população de javalis é tão notável que agricultores relatam a perda de mais de 40% de sua produção agrícola em função da presença dessa espécie. Na realidade, os animais estão se disseminando cada vez mais pelo Estado, devido principalmente a sua facilidade de reprodução e de adaptação a novos habitats.

Reconhecendo a importância do problema das invasões biológicas e seus consequentes danos ao meio ambiente, agricultura e pecuária brasileiros, entendemos que é chegada a hora do governo de nosso País encarar a verdade de que, face à atual presença das mesmas em nosso território, o controle através da Caça é a grande alternativa - não somente para conter as espécies invasoras de seguirem destruindo ecossistemas nativos e espécies de nossa fauna autóctone, como também a produção agrícola nacional, mas ainda gerando alternativas de renda aos produtores rurais através de atividades ligadas ao turismo rural e ações afins diretamente ligadas a Caça & Controle destas espécies, como é realizado em países como Uruguai, Argentina, Paraguai e Chile, para citar somente alguns de nossos vizinhos - afora, claro, os conhecidos exemplos da Europa e EUA.

O controle de espécies invasoras, ou problema, pode vir a ser uma atividade muito rentável para muitos proprietários de terras, algumas mesmo com baixa vocação para a agricultura ou a pecuária. A partir de uma simples estruturação voltada ao receptivo destes “turistas” e consequente geração de um apoio à atividade, como alimentação, hospedagem, fornecimento de auxiliares e guias de campo, cavalos, etc., um grande ato gerador de ganho social e econômico pode ser desencadeado. Está internacionalmente provado que cada “Turista/Caçador” usualmente está disposto a pagar valores importantes por tais serviços. Toda essa atividade é obviamente controlada pelos órgãos especializados do Estado. É, consequentemente, uma alternativa de transformar a crescente ocorrência das “espécies-problema” - que parece não poder ser detido por outros meios - em simples solução alternativa de emprego e renda para as sofridas populações rurais de nossa Nação.

Benvindos às páginas de MAGNUM CAÇA & CONSERVAÇÃO!

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Revista Magnum Edição Especial 59 - Armas Pistolas Nº 10

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Editorial

Aquilo que outrora fora definido, em editorial, como um dos mais buscados “objetos de desejo” - notadamente entre nossos Leitores – é, sem dúvida a Pistola.

Curiosamente, elas só não são mais fáceis de serem construídas do que os revólveres, já que esses últimos demandam perfeito alinhamento entre tambor e cano e, ainda por cima, a correta observação do “gap”, ou seja, aquela distância existente entre os citados componentes para que não haja escape de gases acima do normal (o que levaria à redução da velocidade dos projéteis, entre outros problemas) e, além disso - no caso de “gap” pouco pronunciado - o que se traduz pela ausência da necessária folga, a possibilidade de ocorrer interferência cano-tambor, algo que poderia vir a travar o giro desse último.

Por outro lado, sabe-se ser mais fácil construir uma metralhadora de mão simples do que uma pistola - ora objeto deste Especial - em função de certas tolerâncias algo mais restritas no caso da pistola devido a suas menores dimensões visando à possibilidade de porte.

Contudo, sem nos atermos a particularidades técnicas, nesta Publicação o Leitor terá um apanhado de diversas marcas e modelos, muitos deles com interessantes peculiaridades, inclusive históricas, as quais bem demonstram que “reinventar a roda” nem sempre é um bom caminho - isso bem demonstrado em alguns dos textos aqui presentes onde é visível o reaproveitamento de ideias e as possibilidades de driblar patentes e, desse modo, evitar o pagamento de direitos autorais (os famigerados “royalties”) que, por vezes, desencadeiam verdadeiras batalhas entre Fabricantes.

Dentre as aqui apresentadas poderão ser vistos vários exemplos de armas modernas e também antigas, as quais tiveram o condão de ficarem “vivas” mesmo após a mudança de Século, ou seja, com reaproveitamento de conceitos e soluções mecânicas até então insubstituíveis; e a Colt Commander, assim como a Imbel .40 S&W, é bom exemplo do que aqui foi explanado. A Glock 28 é indiscutível fórmula da continuidade de aplicação de polímeros em sua construção (embora as Glocks - ao contrário do que se pensa - não constituam a primazia de terem sido as primeiras a empregar tal tipo de material, cabendo tal honra à HK).

A Bersa Thunder .380, fabricada em nossa vizinha argentina, também figura como boa demonstração desse reaproveitamento de conceitos, enquanto a Firestar e a Bul M5 exemplificam bons produtos surgidos, respectivamente, na Espanha (na prolífica região de Eibar) e em Israel. A Roth Frommer, por sua vez, é fruto de antigo projeto, muitas vezes modificado. E na esteira de uma modernidade absoluta surge a FN Five Seven, a qual emprega a mesma munição da excelente metralhadora de mão da conhecida Fabricante belga, a P 90.

A Walther P99 é mais um produto da modernidade, ao passo que a INA bem representa a tentativa brasileira de fabricar armamento próprio. Quanto à Beretta 84, cremos que dispensa apresentações, já que a tradicional pistola italiana traz em seu DNA toda a genética que ainda é vitoriosa nos dias atuais.

E, para encerrar, também enfocamos aqui a Taurus Millennium que, como a própria denominação dessa pistola já sugere, enfoca a separação entre milênios, ou seja, criada de olho no futuro. Dotada de novos elementos - como o Leitor bem poderá observar na matéria correspondente, ela representa um avanço conceitual dentro do programa estabelecido pelas Forjas Taurus.

Como bem se pode notar, a gama de armas aqui exposta é bastante abrangente; e certamente fará a alegria de nossos fiéis seguidores.

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Edição Especial - Ed. 58 - Armas longas

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Editorial

Mais uma Edição Especial de MAGNUM – desta vez contemplando Armas Longas, lembrando que dentro de tal escopo podem (por não serem propriamente Armas Curtas) fi gurar tanto carabinas quanto fuzis e metralhadoras de mão.

Assim, esta se torna, de algum modo, uma publicação diferenciada, a qual abrange tipos de Armamento razoavelmente distintos - inda que agrupados sob o grupo Armas Longas. Dentre as enfocadas, o Leitor poderá se deparar com peças que viram, efetivamente, combate em algumas guerras, como a 2a e a do Vietnã (portanto, especifi camente projetadas para campos de batalha), aquelas que vivenciaram os tempos conhecidos como do Velho Oeste norte-americano e suas derivadas e, ainda, algumas que foram criadas para completar linhas de Armamento ou simplesmente obedecer a regras específi cas de alguns países/pedidos especiais de ávidos mercados.

Além das descritas, Você irá também encontrar alguns Modelos de criação tipicamente nacional, dentre os quais se pode pinçar raridades e/ou que nunca foram utilizadas (por produção reduzida, por não passarem da fase de projeto ou, ainda, por possíveis ingerências políticas/fi nanceiras) - mas que em nada desmerecem a criatividade de seus inventores em função de certas soluções mecânicas que - mesmo hoje em dia - poderiam ter lugar em exemplos de Armamento mais moderno.

Desse modo, sejam as armas aqui enfocadas nacionais ou estrangeiras, garantimos que esta Edição será capaz de desvendar alguns “segredos” àqueles que não tiveram a oportunidade de ler, em primeira publicação, o que escrevemos sobre elas sob as vinhetas Apresentação ou Teste (aqui incluída a deliciosa Testando as Clássicas).

Só nos falta, agora, desejar ao Leitor uma ótima leitura de todos esses tópicos “cherry picked” (escolhidos a dedo) por nosso staff editorial!

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Edição Especial - Ed. 57 - Armas de Pressão

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Editorial

PROIBIR É SE MOSTRAR INCAPAZ DE EDUCAR

Há sete anos colaboro com esta que é a principal Publicação que trata de assuntos sobre Armas das mais variadas naturezas e que, heroicamente, tem superado o passar dos anos num país onde o tema “Arma” e - principalmente quando se refere à Arma de Fogo - é demonizado, seja pela ignorância de muitos, seja pela sede de controle de outros poucos, que procuram se beneficiar da maioria leiga para impor suas vontades.

Quando comecei a colaborar com a Revista MAGNUM, me foi proposto trabalhar o enfoque nas Armas de Pressão e, posteriormente, escrevi também algumas matérias de orientação sobre Arco e Flecha e Balestra, além de Airsoft, que podemos englobar no assunto sobre Armas de Pressão. Afinal, o seu princípio de disparo é muito parecido. Minhas matérias, de modo geral, têm cunho elucidativo e costumo abordar os aspectos técnicos do Tiro de Pressão, sendo que muitos conceitos que dizem respeito às técnicas de tiro e ajustes de miras abertas e ópticas também são úteis para o tiro com Armas de Fogo, principalmente as armas longas.

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Edição Especial - Ed. 56 - Pistolas Nº. 9

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Editorial

Nesta Edição Especial o Leitor encontrará alguns ícones no que se refere a Pistolas e que fizeram história pelo ineditismo. É o caso da polêmica Gyrojet, a qual empregava, como projéteis, pequenos foguetes. A Colt Double Eagle é outro bom exemplo: uma 1911 de ação dupla, tentando conquistar uma fatia de mercado até então desconhecida da famosa Fabricante. Ambas são, hoje em dia, disputadas por Colecionadores.

Dentre as pouco conhecidas aqui no Brasil, temos a coreana Daewoo e uma pistola germânica, pouquíssimo importada, a Korth (basicamente em função de seu elevado preço). Das conhecidas, a Coonan (variação da 1911 em .357 Magnum) puxa a fi la, seguida da Manurhin (versão francesa das espetaculares Walther PP/PPK) e da canadense ParaOrdnance (que chegou a ser uma das preferidas dos Atletas do Tiro Prático em muitas nações).

A Jericho, de alguma fama em nosso País, é uma criação israelense, a qual tem uma versão similar (Baby Eagle) fabricada nos EUA pela Empresa-irmã Magnum Research. A espanhola Astra aqui também está representada, assim como a Resolver (italiana de pequeno volume, em calibre .380), fechando desse modo esta publicação que, como sempre, busca agrupar peças de Armamento por tipo, dessa maneira indo ao encontro daqueles Leitores que, particularmente, buscam mais informações específi cas sobre modelos de seu agrado.

Garantimos que a leitura deste Especial será prazerosa em função da escolha primorosa das matérias de MAGNUM e que agora podem ser lidas em conjunto. Assim, bom divertimento!

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Edição Especial - Ed. 55 - Armas longas

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Editorial

Muitas vezes nossos editoriais citaram o interesse (alguns podem até chamar isso de amor), por certos tipos de Armamento, da parte de nossos Leitores - fato esse que originou a maior parte de nossas publicações Especiais (aquelas nas quais um certo tipo de arma é trazido à luz através de Testes e Apresentações), onde o interesse maior é agrupá-las de modo a fazer com que o interessado em determinadas classes de Armamento possa ter um vislumbre de algumas delas reunidas em um só compêndio.

E, com tal pensamento, há alguns anos iniciamos nossa produção dos chamados Especiais; e os resultados foram altamente positivos, abarcando não somente novos seguidores de MAGNUM, mas também aqueles que, a partir de tal orientação, buscam especificidade de detalhes quanto a determinados tipos de armas sem ter que recorrer a tal busca entre mais de uma centena de revistas publicadas desde então.

Dentro de tal linha de ação, muitos foram os temas por nós abrangidos, tais como Revólveres, Pistolas, Carabinas, Fuzis, Metralhadoras de mão etc. - todos eles com plena aceitação, incluindo muitas vezes peças de relevado interesse histórico. E saiba que os itens de cada uma dessas publicações foram pinçados, em reuniões de pauta, à voz da aceitação maior por parte daqueles que a nós se acostumaram - às vezes até com mais de vinte anos de “seguimento” de nosso trabalho.

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Edição Especial - Ed. 54 - Revólveres do Oeste selvagem

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Editorial

Oeste o que?

O Oeste Selvagem - ou Velho Oeste - esteve intimamente ligado ao desenvolvimento das armas de fogo. Um pouco por desejo, muito por necessidade, é hoje certo que elas estejam bastante mais associadas a tal período do que a qualquer outro da história americana. Em remotas porções territoriais do oeste dos EUA, durante o século dezenove, lei e ordem compunham por vezes um conjunto vazio. Melhor amiga do homem, a arma de fogo era efetiva grande parte da vida por lá.

A borda se mantém delineada pelo rio Mississippi por muitos anos, rio que corta os EUA de norte a sul, desde oeste dos Grandes Lagos até o delta de Nova Orleans. É então considerado território selvagem, inóspito, com pouca possibilidade de se tornar em lar, tudo o que a ocidente desse rio estivesse. Com a compra do território da Luisiana, em 1803, providenciado seu desbravamento, tem início em ano seguinte o chamado Velho Oeste. Os EUA se expandem, gradualmente, rumo ao desconhecido e imenso além-fronteira.

Frequentemente, se diz Velho Oeste apenas quando em referência aos últimos trinta e cinco anos do século dezenove, contados desde 1865, desde o fim da Guerra da Secessão. Mais adequado tratar quase todo esse século ao fazer uso do termo no entanto e, de forma mais precisa ainda, ter em mente os oitenta e seis anos passados entre 1804 e 1890, respectiva e formalmente, dele início e desenredo.

Velho Oeste é uma expressão. Também Oeste Selvagem, como muitos preferem. Denomina a relação entre um período histórico e a grande porção territorial dos EUA a oeste do rio Mississippi. Abrange história, geografia, política, personagens, sabedoria popular e manifestações culturais.

Aquisições de territórios e anexações são sua marca registrada. Compromissos políticos, tratados e acordos com nações estrangeiras e população nativa.

Conquistas militares, implantação e manutenção de lei e de ordem. Isso tudo se soma às inovações tecnológicas e maciças migrações de estrangeiros, e os EUA se expandem, de costa a costa, abastecidos pela convicção na divina predestinação, supostamente vinda de Deus, dita Manifest Destiny. Algo como “Destino Claro” ou, enfim, “Sorte Evidente”. Divina predestinação a abonar e justificar inclusive apropriação de territórios, matança e deslocamento forçado dos nativos, posto que TUDO integrasse um projeto sagrado, infinitamente maior.

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Edição Especial - Ed. 53 - Testes comparativos

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Como já foi expresso em Edições anteriores, pistolas (ou, simplesmente, Pst, de acordo com a nomenclatura do Exército Brasileiro por aqui adotada como válida em termos de padrão) são, de longe, um dos assuntos preferidos de nossos Leitores. Desse modo, nada mais natural do que trazermos a público mais um Especial sobre essas obras de Engenharia que têm o condão de agradar a quase todos - mesmo àqueles que gostam preferivelmente de Armas Longas e consideram tais artefatos ora elencados apenas como complementares a uma paixão geral por Armas de Fogo.

Seja pela maior capacidade de munição, seja pelas importantes soluções nelas contidas, as pistolas continuarão a ser interessantes e funcionais conjuntos de peças as quais desempenham funções diferenciadas, mas que concorrem para um final comum: fazer com que tudo trabalhe com harmonia para que se alcance o resultado desejado - seja ele a prática do Esporte, o propósito de Defesa pessoal ou de outrem e, ainda, uma das ferramentas mais importantes para o trabalho policial, havendo inclusive quem as utilize para a Caça.

Dotadas de cano aparente ou coberto pelo ferrolho, com ou sem cão, de ação simples ou dupla, apresentando miras fixas ou reguláveis, carregadores duplos ou simples e fabricadas em inúmeros calibres, pistolas são praticamente uma unanimidade quando se busca velocidade de atuação - principalmente quando se visa à preservação de uma vida.

Devido ao exposto, desta vez resolvemos enfocar, entre várias peças, alguns “monstros sagrados” de grande importância (não só pela mecânica neles embutida, mas também enfatizando o aspecto histórico); e um grande exemplo disso é a Mauser C-96 e suas variantes, além de sua distinta “irmã” Schnellfeuer. E, ainda dentro da clássica inventiva germânica, analisamos as pistolas Walther PP, PPK e PPK-S, também dignos exemplos de excelentes projetos.

Decidimos, também, anexar uma matéria comparativa entre famosas marcas e alguns de seus modelos que “calçam” o imorredouro calibre .45 ACP (SIG-Sauer P220, a Glock Modelo 21 e a Ruger P90 DC), praticamente em continuidade à homenagem que fizemos à Pst Colt 1911 - a qual mereceu um Especial totalmente a ela dedicado e primorosamente elaborado por Lincoln Tendler, no início de 2012, visando comemorar os 100 anos dessa obra-prima de John Moses Browning que se destaca entre tantos outros projetos do famoso Armeiro - posto ser até hoje uma das Armas Curtas de maior vendagem em todo mundo: copiada, com ou sem licença por muitos Fabricantes, ela deverá ter continuidade por, no mínimo, mais um século!

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Edição Especial - Ed. 52 - Especial Caça

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Editorial

CAÇA NO BRASIL: PASSADO, PRESENTE E FUTURO

No início do ano de 2013 a Caça do Javali foi regulamentada em todo território nacional, com a publicação da Instrução Normativa Nº 3l do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – IBAMA, datada de 31 de Janeiro de 2013, a qual autorizou a Caça do Javali com Armas de Fogo em todo o Brasil, sem limite de quantidade e em qualquer época do ano. Essa resolução federal foi um marco único na questão da Caça no Brasil pois, com exceção do Estado do Rio Grande do Sul, onde a Caça amadora foi proibida por decisão judicial em 2006, há mais de trinta anos não havia qualquer possibilidade legal de um Caçador sair a campo, mata ou cerrado nos outros Estados brasileiros com uma arma na mão sem que isso fosse considerado uma contravenção penal ou crime ambiental.

A partir dessa resolução federal, todo cidadão brasileiro, em todo território nacional, pode - com um simples cadastramento junto ao IBAMA -, sem qualquer custo, credenciar-se a praticar a Caça do Javali e usufruir dessa apaixonante atividade. Uma boa notícia, mas ainda muito podemos evoluir.

A Caça é uma atividade que pode ser regulada segundo critérios técnico-científi cos, taxada e fiscalizada pela autoridade pública, contribuindo de maneira palpável para a proteção dos ambientes naturais e da fauna silvestre como um todo. A tão conhecida e bem sucedida experiência de Caça regulamentada em países como EUA, Canadá, toda a Europa, China, Argentina, Uruguai, países da África, etc. mostra que tal prática, quando cientificamente orientada e devidamente manejada e administrada, é uma atividade humana como qualquer outra, movimentando um intenso mercado de apetrechos de Caça, de consumo de carne de Caça, de turismo cinegético, etc., rendendo milhões de dólares, dependendo do país, em divisas, além dos recursos vultosos auferidos com as licenças de Caça.

Nos EUA a Caça amadora movimenta uma economia de mais US$ 28 bilhões, (The Economist - 2012). Na Argentina e Uruguai o turismo de Caça está em franca expansão; e mais de 70 operadores internacionais geram um importante ganho turístico para várias regiões desses países vizinhos. A Argentina é uma das nações sul-americanas com programas cinegéticos mais desenvolvidos. Anualmente mais de 250 mil Caçadores (argentinos e estrangeiros) caçam cerca de vinte espécies diferentes, movimentando US$ 500 milhões. No Uruguai o turismo de Caça gera diretamente ao governo algo como US$ 1,5 milhões por ano, somente em licenças e autorizações. E, no início do passado mês de abril, o Paraguai autorizou a Caça de Pombas por cinco anos para gerar ganhos turísticos.

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Edição Especial - Ed. 51 - Especial revólveres Nº. 5

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Editorial

ESPECIAL REVÓLVERES

Quase uma dedicatória: os que são carinhosamente apelidados de “Revolveiros” estão novamente de parabéns, pois MAGNUM resolveu homenageá-los mais vez com esta nova Edição Especial sobre o assunto, a qual compreende artigos revisados e atualizados.

Afinal, é de conhecimento de muitos a dificuldade em se produzir um revólver de qualidade - tamanha a quantidade de ações mecânicas necessárias a tal; muito mais do que para uma pistola ou para uma metralhadora de mão. Assim, em “passes de mágica” tornados reais por meio de tornos, fresas, limas e, por vezes, até mesmo alguma estamparia, surge esse interessante instrumento que, para alguns - como Policiais e Vigilantes -, é tão somente ferramenta de trabalho. Para outros, Desportistas, uma oportunidade de competir.

Em muitos países do mundo, o revólver é até mesmo empregado na Caça - seja para o abate da presa; seja para a Defesa do Caçador que porta uma Arma Longa e necessita de meios paralelos para se manter vivo num ambiente hostil, em meio ao Esporte venatório consciente e, logicamente, autorizado.

Existem ainda aqueles que, por amor à História ou até mesmo paixão por Mecânica, existente na Engenharia que caracteriza esse tipo de Arma Curta, os colecionam com orgulho e os mantém em boa condição.

Tentando, então, nos dirigirmos a todos os grupos aqui elencados, este Especial enfoca não só armamento moderno como também aquele tradicional, quase sempre ligado a eventos históricos de peso – não raro como personagem principal.

A indústria nacional também está aqui presente através das conhecidas marcas Taurus e Rossi, pois jamais deixaríamos de lado o mundialmente reconhecido bom trabalho atual e passado das duas famosas Empresas gaúchas!

Como sempre, através de Testes ou Apresentações, vários dados técnicos sobre o armamento - e até mesmo em relação a suas munições - serão encontrados nestas páginas; e aqui deixamos nosso convite para lê-las e relê-las sempre que possível, buscando dessa forma se aprofundar nos detalhes expostos com carinho através de Articulistas presentes e passados - ou mesmo simplesmente relembrar tais minúcias.

Os Editores

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