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MAGNUM é uma Revista dedicada ao universo das Armas de Fogo. Aborda Colecionismo, Tiro Esportivo, Munições, Recarga, Balística e Legislação pertinente ao assunto. Além de abordar Arqueiria, Caça, Cutelaria, promover entrevistas com pessoas ligadas a cada um desses setores e cobrir lançamentos de novos produtos - no Brasil e no mundo -, buscando estimular seus Leitores ao trânsito saudável, consciente e responsável através desses temas.
O homem público e as armas
Depois de 6 anos editando Magnum, recentemente tivemos uma amarga constatação: o homem público brasileiro com raríssimas e honrosas exceções continua se imbecializando cada vez mais no tocante a Armas de Fogo e outras.
O grande problema é que o homem público, com as facilidades de Comunicação da Sociedade moderna, rapidamente dissemina sua colocação, comentário ou opinião errônea a respeito das Armas, levando a população em geral uma carrada de imbecilidades desprovidas do mais mínimo bom senso ou gabarito técnico.
Recentemente como já se não bastassem as freqüentes reportagens de jornais impressos a respeitos das Armas de Fogo (todas elas fazem uma grande confusão na medida de calibres, como relação ao real poder de fogo e na divulgação de conceitos totalmente espúrios), também uma onda de bestial sensacionalismo assaltou a televisão brasileira.
Introdução O novo Regulamento para Fiscalização de Produtos Controlados (R-105), ora aprovado pelo Decreto Nº 2.998,de 23 de março de 1999, destina-se a todas as pessoas físicas e jurídicas que trabalham com produtos controlados pelo Ministério do Exército. São eles produtos químicos, armas, munições, blindagens diversas, carros ou veículos blindados, e as Polícias Militares, Polícias Civis dos Estados, Polícia Federal entre outros. Cabe salientar que não são todos os produtos químicos que são controlados pelo Ministério do Exército, apenas aquelas agressivos a saúde humano, animal e vegetal e que usados indiscriminada e irresponsavelmente podem causar enormes danos a grupos de pessoas, animais ou vegetação.
Conforme o prometido – e cedendo aos anseios de muitos Leitores que sempre nos “cobraram” quanto à reimpressão das primeiras edições de MAGNUM (algo que, a princípio, julgávamos quase impossível) – finalmente chegamos à “fórmula” capaz de ir ao encontro dos desejos de nossos fiéis seguidores: as Séries Especiais de MAGNUM!
Esta é a primeira edição; e começamos por Testes e Apresentações – de longe as Vinhetas mais apreciadas em nossas publicações! A definição se concluiu depois de coletarmos dados referentes aos assuntos que mais agradariam aos que lêem nossas revistas.
Apaixonado e grande conhecedor que é de Browning, Winchester e tudo o mais que a eles diz respeito, Caio Wolff Bava entrega seu melhor nesta obra que decerto irá agradar a todos os aficionados por Velho Oeste e também àqueles que prezam uma boa engenharia aplicada a armamento.
Como se não bastasse, o estilo altamente peculiar deste autor é entremeado de citações as quais, não raro, levam o Leitor a com ele viajar através de outras épocas e, desse modo, reviver o passado, desbravando em conjunto as nuances que compõe várias gerações de excelentes armas – imbatíveis no que se refere à aplicação para a qual foram delineadas.
Ao unir os dois nomes citados, Bava praticamente define as “pontes” que selaram tal união; e o faz de maneira a transportar para o papel toda uma experiência adquirida por anos de contato com exemplares de contexto desta publicação especial de MAGNUM.
Assim, só me resta convidar o Leitor para que desfrute desta prazerosa leitura e também das ilustrações nela colocadas, visando a melhor compreensão dos assuntos expostos. O fiz e garanto que serão horas – ou dias – de extremo prazer, em dependência da velocidade com a qual se “ataque” este material ora em mãos. Além disso, o caráter do escrito fará com que ele sempre sirva de fonte de consulta, razão pela qual deve ser guardado com muito carinho após a leitura.
Armas Políticas
Impõem-se Modificações!Exatamente, até com “M” maiúsculo!
Analisando o contido na “nova” Constituição brasileira, mesmo sob os mais benévolos olhos e concessões, nota-se uma repetição do passado, apenas com nova linguagem, no tocante às Armas de Fogo. Em síntese, elas continuam sendo marginalizadas, não entendidas e até malditas, em ambos os sentidos: amaldiçoadas e mal vistas!