Fotos, Vídeos, Avaliações, Eventos, etc
MAGNUM é uma Revista dedicada ao universo das Armas de Fogo. Aborda Colecionismo, Tiro Esportivo, Munições, Recarga, Balística e Legislação pertinente ao assunto. Além de abordar Arqueiria, Caça, Cutelaria, promover entrevistas com pessoas ligadas a cada um desses setores e cobrir lançamentos de novos produtos - no Brasil e no mundo -, buscando estimular seus Leitores ao trânsito saudável, consciente e responsável através desses temas.
A caça esportiva no Brasil e o futuro
No momento em que uma nova temporada de caça amadorista inicia-se no Estado do Reio Grande do Sul, nós da Editora Magnum, buscando resgatar a tradição deste esporte com milhares de adeptos em todo nosso país, trazemos a nossos leitores uma edição especial: a Magnum Caça & Conservação.
Para isto estão reunidos nas páginas desta edição alguns dos mais respeitados nomes do panorama cinergético nacional. As bem sucedidas experiências de caça amadora em países como Estados Unidos, Canadá, toda a Europa, China, Argentina, Uruguai, países da África, etc. Mostram que esta prática, quando cientificamente orientada e devidamente manejada e administrada, é uma atividade humana como qualquer outras, movimentando um imenso mercado de apetrechos de caça, de consumo de carne de caça, de turismo cinergético, etc...
Nesta Edição Especial o Leitor encontrará alguns ícones no que se refere a Pistolas e que fizeram história pelo ineditismo. É o caso da polêmica Gyrojet, a qual empregava, como projéteis, pequenos foguetes. A Colt Double Eagle é outro bom exemplo: uma 1911 de ação dupla, tentando conquistar uma fatia de mercado até então desconhecida da famosa Fabricante. Ambas são, hoje em dia, disputadas por Colecionadores.
Dentre as pouco conhecidas aqui no Brasil, temos a coreana Daewoo e uma pistola germânica, pouquíssimo importada, a Korth (basicamente em função de seu elevado preço). Das conhecidas, a Coonan (variação da 1911 em .357 Magnum) puxa a fi la, seguida da Manurhin (versão francesa das espetaculares Walther PP/PPK) e da canadense ParaOrdnance (que chegou a ser uma das preferidas dos Atletas do Tiro Prático em muitas nações).
A Jericho, de alguma fama em nosso País, é uma criação israelense, a qual tem uma versão similar (Baby Eagle) fabricada nos EUA pela Empresa-irmã Magnum Research. A espanhola Astra aqui também está representada, assim como a Resolver (italiana de pequeno volume, em calibre .380), fechando desse modo esta publicação que, como sempre, busca agrupar peças de Armamento por tipo, dessa maneira indo ao encontro daqueles Leitores que, particularmente, buscam mais informações específi cas sobre modelos de seu agrado.
Garantimos que a leitura deste Especial será prazerosa em função da escolha primorosa das matérias de MAGNUM e que agora podem ser lidas em conjunto. Assim, bom divertimento!
Duas verdades e uma certeza
O dito popular “ano-novo vida nova” não pode ser encarado como verdadeiro no segmento brasileiro de armas e munições.
Não obstante, a nova legislação brasileira de controle das armas de fogo pretensamente deve ter sido feita para atingir todos os segmentos da população, porém verifica-se que ela apenas restringiu e/ou retirou direitos de cidadão honestos. Para comprovação disso basta sabermos que o número de homicídios na Grande São Paulo, n último carnaval, aumentou mais de 30% em relação a igual período do ano anterior.
A ARMA LONGA
Desde nossas meninices que muitos de nós tivemos acesso a Armas de Pressão (aquelas as quais denominávamos, como leigos que éramos, “espingardas de chumbinho” ou “espingardinhas de chumbo” – e que nem de longe imaginávamos serem carabinas de ar comprimido), tendo então sido essas as primeiras armas a manusearmos, ou seja, Armas Longas, já que rarissimamente víamos uma “pistola de pressão”; e as únicas de que nos lembramos eram, efetivamente, alguns poucos exemplares de Walther de cano aparente (uma LP Model 53, vendida em leilão em dezembro do ano passado por US$ 196,000 e “orgulhosamente” empunhada em fenomenal “mico” por Sean Connery, nos primeiros pôsteres dos filmes de James Bond, como se fosse uma Arma de Fogo) ou, ainda, uma ou outra tosca cópia norte-americana de 1911 (Marksman), até que surgissem as nacionais Urko.
Fato é que aproximadamente 95% das Armas de Pressão aqui disponíveis eram, sem dúvida, carabinas (Urko, CBC e Rossi) – razão pela qual existe uma intrínseca afinidade por Armas Longas por aqueles que viveram os anos 60 e 70 e que hoje formam um grande contingente de nossos Leitores. Tais assertivas nos levaram a produzir este Especial, no qual figuram fuzis, carabinas, espingardas e até metralhadoras de mão; e a escolha dos modelos aqui reproduzida tem como base a aceitação daqueles que nos acompanham – algo bem
demonstrado pelas vendas “esmagadas” dos exemplares de MAGNUM que continham estas armas.
Assim, Você poderá se deliciar com estas revisitas a reportagens que, em parte, foram realizadas no Exterior (ou, no caso de não tê-las lido, apreciá-las em primeira mão): High Standard M10B, uma espingarda orientada basicamente à utilização policial; Remington M870 – realmente uma “pump” que dispensa apresentações, tamanha a sua fama; SAF e Mini SAF, duas metralhadoras de mão chilenas que primam por empregar certas soluções provadas em outras marcas; M 16 x AK-47 – indiscutivelmente os dois mais famosos fuzis de assalto do mundo.