É com prazer que apresentamos a revista MAGNUM!

MAGNUM é uma Revista dedicada ao universo das Armas de Fogo. Aborda Colecionismo, Tiro Esportivo, Munições, Recarga, Balística e Legislação pertinente ao assunto. Além de abordar Arqueiria, Caça, Cutelaria, promover entrevistas com pessoas ligadas a cada um desses setores e cobrir lançamentos de novos produtos - no Brasil e no mundo -, buscando estimular seus Leitores ao trânsito saudável, consciente e responsável através desses temas.

Confira abaixo 5 Edições Completas para Assinantes MAGNUM

Edição 09 - Ano 2 - Fevereiro 1988

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Editorial

Brasil: As Armas do Primeiro Milênio...

“Este verão de 2500 está realmente muito, muito quente...

Ontem discutimos exaustivamente qual deveria ser o Editorial de nossa primeira edição do novo ano, a de número 6126...mas, a única conclusão a que chegamos é de que simplesmente não haviam fatos marcantes no panorama das Armas nos últimos 30 dias.

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Revista Magnum Edição 136

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Editorial

O REFERENDO DAS ARMAS ERA DELE PREVISÃO E PARTE INTEGRANTE, ASSIM COMO SÃO SEUS EFEITOS COLATERAIS - HOJE  SCANCARADOS - A PERDA DE CONTROLE DA VIOLÊNCIA NO BR, A NECESSIDADE DE INTERVENÇÃO FEDERAL NO RJ E, QUIÇÁ PARA BREVE, INTERVENÇÕES EM OUTROS ESTADOS.

Em alguns desses muitos grupos de WhatsApp, há pouco tempo circularam as seguintes pérolas: “Militares foram flagrados nas favelas do Rio portando armamento de uso exclusivo dos traficantes.” (e...) “Para evitar que motoristas sóbrios morram em colisões com motoristas bêbados, basta proibir os motoristas sóbrios de dirigir. É assim que funciona o estatuto do desarmamento.”
Contamos por nós - temos a boca seca, sempre que nos tocamos que nos cerca o estatuto do desarmamento.

Troço que fazemos mesmo questão de escrever em minúsculas, não por outro motivo, mas por serem tão pequenas e pequeníssimas as razões que se dizem sustentáculo de tão absurdo móvel normativo. Móvel normativo ? Sim, um móvel. Um movelzão, daqueles monstruosos, feios, tristes... pesados e “pesados”. Dos que não queremos, nunca quisemos, mas herdamos (sabe lá de quem) e temos que engolir, ainda que por um certo tempo. Movelzão que simplesmente não cabe na sala e, pra que fique, onde não deveria estar, restou apenas o expediente de deixar a porta da rua entreaberta. E deparamos a porcaria do anômalo todo santo dia na sala. No primeiro cafezinho da manhã; depois, na volta do trabalho, quando se arranca camisa, o calçado e se vai à ducha. Daí, na volta à sala pro jantar, mais uma vez. E mais outra, ao menos uma outra vez, na hora de encher um copo d’água pra ir dormir, sem que faça qualquer sentido conferir se a porta da rua está fechada, porque já sabemos que não poderá estar. É coisa comparável a assombração e suas visitas repulsivas.

Dá pra tirar o troço dali. Por isso o dizemos móvel, ou seja, móbil, passível de ser movido. Todos os inúmeros prejudicados percebem, veem que dá pra tirar, eliminar, remover. Porém, as mesmas condicionantes que impedem que se demova a “tartaruga do topo do mastro” atrapalham a retirada desse monstro da sala e da casa. Totalmente incompatível com o ambiente, constritor de espaço físico, abominoso, atrapalhador contumaz.... um estorvo que desestrutura a casa, consequentemente quem a habita, fragilizando as relações internas, as externas e toda a família.

O estatuto do desarmamento nos fragiliza a todos. Nesse “todos” - é claro - não abarcamos marginais – nem sequer os reconhecemos -, também não abarcamos seguradoras, bancos, grandes construtoras de condomínios fechados e políticos da cepa que a operação Lava Jato já prendeu ou está para prender. Enfim, não reconhecemos nele bandido de espécie qualquer. Lei 10.826/03, o estatuto do desarmamento castra os cavalheiros; mocha as damas; encorpa crianças medrosas; aumenta o consumo de grades, cercas elétricas, muralhas, alarmes, seguros de casas, seguros de automóveis e de outros bens, engorda os bancos ou, como dizem os mais velhos, as casas bancárias.

Nos compacta em potes herméticos, ditos condomínios fechados, de onde assinamos, em três longas vias, as declarações ou confissões de mochos, capões e medrosos.

Segundo Bene Barbosa, num de seus textos recentes: “Qualquer suposto benefício – ilusório, para ser mais preciso – trazido por um desarmamento, real e absoluto, não chega nem perto dos malefícios reais e inequívocos que ele provoca. Só isso deveria ser o sufi ciente para não restar dúvidas de qual lado ficar. Pouco importa a corrente adotada: humanista, utilitarista, jurídica, filosófica, religiosa e o escambau ao quadrado: havendo honestidade intelectual, você não encontrará nenhum apoio para a tese desarmamentista.”

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Edição Especial - Ed. 15 - Armas & Acessórios - Equipamentos de Recarga - Jan / Fev 1996

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Editorial

Consulta Permanente

Já consagrado como ''a Bíblia das Armas & Munições'' no Brasil, mais uma vez está em suas mãos este moderno guia de compras e consulta que é o Catálogo Magnum.

Como sempre, este Catálogo Magnum 1996 substitui, amplia e atualiza o anterior, além disso, agora listando todas as munições produzidas pela CBC - Companhia Brasileira de Cartuchos.

Todas as partes que compõem este Catálogo Magnum foram criteriosamente atualizadas, obviamente que com a inestimável ajuda da maioria dos produtores, os quais já o entendem como importante ''ferramenta de informação'' do segmento de Armas & Munições em nosso país.

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Edição 49 - Ano 8 - Setembro/Outubro 1996

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Editorial

Quem mata?

Ao culpara armas de fogo pela crescente violência nas metrópoles brasileiras, muitas de nossas autoridades apenas disfarçam sua incompetência para assuntos de segurança pública.

A fome mata!
A falta de instrução mata!
A Ignorância mata!
A falta de educação mata!
O racismo mata!
As drogas matam!
O descaso aos idosos brasileiros mata!
A ganância de alguns governantes brasileiros mata!
No Brasil, a impunidade mata!
A morosidade da justiça brasileira mata!
O descaso das autoridades brasileiras mata!

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Edição 08 - Ano 2 - Dezembro 1987

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Editorial

Lições do Norte...

Em países culturalmente mais evoluídos, o assunto Armas não é de forma alguma considerado tabu. Armas são apenas entendidas como...Armas mesmo!

Mas, como os povos têm identidades culturais diferentes, também o assunto Armas possui diversas abordagens, TANTO DO LADO DEFENSOR QUANTO DO ACUSADOR, AMBOS – presume-se – sempre recorrendo sempre a expedientes calçados no uso lógico e histórico, ao longo de séculos da existência da maioria dos países.

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