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MAGNUM é uma Revista dedicada ao universo das Armas de Fogo. Aborda Colecionismo, Tiro Esportivo, Munições, Recarga, Balística e Legislação pertinente ao assunto. Além de abordar Arqueiria, Caça, Cutelaria, promover entrevistas com pessoas ligadas a cada um desses setores e cobrir lançamentos de novos produtos - no Brasil e no mundo -, buscando estimular seus Leitores ao trânsito saudável, consciente e responsável através desses temas.
Quando lembro de meu tempo de estudante na então Escola Nacional de Engenharia, Universidade do Brasil, Rio de Janeiro. Distrito Federal, recordo da dificuldade que muitos colegas tinham, pela impossibilidade de ler outros idiomas, em conseguir material para estudo e consulta além das mal impressas apostilas – sempre feitas por um abnegado grupo de estudantes – de seus próprios apontamentos de aula e de um ou outro eventual livro já publicado em língua portuguesa ou, quando muito, em lingual espanhola.
Hoje, se a situação é bem diferente em alguns campos da Ciência, com muitas obras de autores nacionais já publicadas ou, pelo menos, com corretas traduções dos melhores autores estrangeiros, em outros; permanece tal como era há quase 40 anos. E, entre esses, encontra-se o campo de armamento, tiro e assuntos correlatos.
Não devemos esmorecer!
A comunidade brasileiras dos apreciadores de armas de fogo deu, por conta do ameaçador projeto antiarmas que tramita no congresso nacional excelente demonstração de união e força. Por todo o país formaram-se grupos de pessoas que trabalharam (e ainda trabalham) arduamente para preservação de uma das mais básicas liberdades individuais de um povo: o direito a defesa.
Felizmente, graças a esse trabalho todo considerável parcela da população brasileira que não estava desperta para o problema em si sensibilizou-se e tomou partido a favor daqueles que apreciam as armas e que querem tê-las, desde que devidamente regularizadas.
OLHOS NO FUTURO
Este Catálogo MAGNUM que encerra o século marca a evolução do panorama nacional de Armas & Munições, atualmente sofrendo muito pelas descabidas campanhas antiarmas.
Entretanto, estes movimentos tentam banir Armas de Fogo são mundiais e revelam em seu bojo peculiaridades interessantes, tais como o descabido e ilógico radicalismo de seus mantenedores e, ao mesmo tempo, a fragilidade das produtoras desses itens, principalmente as nacionais.
Artimanha ou pureza?
No final de 1998 a lei brasileira que transformou o porte ilegal de armas em crime completou 1 ano de existência sem nenhum resultado palpável para a sociedade nacional.
São Paulo, a maior metrópole do país, onde o governador reeleito Mario Covas, há 4 anos professa a ideologia dos antiarmas, assistiu, estarrecida, neste período, a duplicação do número de chacinas, e também a duplicação do número de mortos nessas ocorrências, a absoluta maioria das quais praticadas com armas de fogo.
A nosso ver, claro e demonstrado está que o controle das armas de fogo em mãos de cidadãos honestos nada auxiliou no chamado “controle da sociedade brasileira”
Todas as vezes nas quais resolvemos elaborar mais uma Edição Especial de MAGNUM, instala-se na Redação uma verdadeira ''clínica'' (outros poderiam chamá-la de brainstorming) no sentido de ''temperar'' a escolha de matérias para compor um bom resultado final. Desse modo, ficamos a ''cranear'' o que Você mais esperaria de nós, seja por uma questão estatística ou, ainda, pelo conhecimento que - acreditamos - temos dos gostos e preferências daqueles que nos acompanham.
Como todos sabem, os Especiais de MAGNUM – os quais são, basicamente, voltados aos Leitores que perderam um ou outro número de nossas publicações ou que, ainda, desejam fazer uma ''revisita'' a alguns dos assuntos enfocados - se pautam pelo agrupar de diversos artigos sobre um dado Tema, desse modo
facilitando a busca por determinados artigos.
Neste, que agora Você tem em mãos, voltamos ao assunto Pistolas; e a explicação para isso é bem simples: as referidas armas são, na atualidade, as mais comuns na mídia e em utilização, tendo, de certa forma, desbancado os revólveres como preferência de escolha dos Consumidores de Armamento no Brasil e no mundo – talvez pela maior quantidade de munição, talvez pela beleza intrínseca de seus métodos de funcionamento ou, ainda, pelas soluções de engenharia nelas presentes.