É com prazer que apresentamos a revista MAGNUM!

MAGNUM é uma Revista dedicada ao universo das Armas de Fogo. Aborda Colecionismo, Tiro Esportivo, Munições, Recarga, Balística e Legislação pertinente ao assunto. Além de abordar Arqueiria, Caça, Cutelaria, promover entrevistas com pessoas ligadas a cada um desses setores e cobrir lançamentos de novos produtos - no Brasil e no mundo -, buscando estimular seus Leitores ao trânsito saudável, consciente e responsável através desses temas.

Confira abaixo 5 Edições Completas para Assinantes MAGNUM

Edição 116 - Ano 19 - Agosto/Setembro 2012

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Editorial

Mudanças Revista MAGNUM

ESTE EDITORIAL COMEÇOU a ser escrito justamente no dia em que alguns noticiários davam conta de que o Brasil havia enviado às Olimpíadas a pífia quantidade de DOIS Atletas do Tiro Esportivo (para nós, dois dignos heróis nacionais), fazendo com que a primeira medalha de ouro ganha por nosso país* – justamente em uma competição de Tiro – seja cada vez mais esquecida por aqueles que – incrivelmente - costumam classificar tal Desporto como “dispensável” e outros comentários que procuramos ignorar. Assim, queremos ver como serão os próximos Jogos Olímpicos no que se refere a Atiradores brasileiros. Continuará a haver o descaso e a falta de apoio das autoridades competentes quanto ao assunto – principalmente quando as Provas ocorrerão em território nacional?

Motivações desportivas à parte; e saindo da digressão inicial, estamos aqui para discorrer sobre diversas e notáveis mudanças – e notem que não estamos em um início de ano, quando é quase de praxe anunciálas em qualquer veículo como parte de previsões ou mesmo utilizá-las como simples estratégia de marketing, já que muitos costumam voltar seus focos para um período que se inicia.

Edição Completa
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Edição Especial - Ed. 33 - Revolveres 2: Smith & Wesson de Mão - Nov / Dez 2008

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Editorial

Como sempre exclusivamente para aqueles que nos acompanham de longa data, ou seja, há pelo menos 21 anos - ou para aqueles que descobriram MAGNUM durante esse período - cá estamos com mais uma Edição Especial para Colecionadores!

Dentro do plano de divisão por assunto que estabelecemos após muitas reuniões editoriais, cada Edição desta Série Comemorativa trata de motivo específico, como por exemplo esta de agora:

REVÓLVERES SMITH & WESSON.
Desnecessário discorrer sobre a conhecida marca - com certeza uma das mais famosas mundialmente e que, de certo modo, rivaliza com outras também “eternas”, como por exemplo a Colt, a Remington e a Winchester.

Curiosamente, todas as Fabricantes aqui citadas são norte-americanas; e a razão para isso é simplesmente o fato de que quando o assunto em pauta são os revólveres, dificilmente se achará alguma marca européia que tenha conseguido a mesma fama daquelas da Terra de Tio Sam. Afinal, os revólveres tiveram importante papel na conquista do Velho Oeste e também durante a Guerra de Secessão, tendo continuado sua saga até os dias de hoje.

De certo modo contrapondo-se às pistolas semi-automáticas, acreditavase que depois da invenção delas eles iriam paulatinamente desaparecer - algo que não aconteceu, contrariando assim as opiniões de alguns Especialistas em todo o planeta.

Esta Edição traz, em sua Coletânea, alguns dos exemplares responsáveis pela História ao lado de outros que, por sua vez, ficaram famosos através do Cinema, como o Modelo 29 nas mãos de Clint Eastwood e o Military & Police, não raro empunhado por Elliot Ness e pelo resto dos “Intocáveis” - além, é claro, dos componentes das gangues que os enfrentavam.

Além dos descritos, o Leitor também encontrará nestas páginas o Modelo 66 - um Magnum criado para emprego policial, o Nº 3 de “quebrar por cima” bastante utilizado no Velho Oeste, o Victory Model (uma variação do Military & Police) da 2ª Guerra Mundial, o mais moderno 629 Classic Hunter - especialmente criado para Caçadores; e os Modelos 640 e 442, “snubbies” sem cão que se tornaram famosos justamente por tal característica, entre outros.

E, chegada a hora, o que mais se pode recomendar a não ser abrir esta publicação e deliciar-se com os Testes e Apresentações que sempre foram nossa principal característica durante todos esses anos? Considere isso, então, como um convite “técnico” para viajar pelo Tempo e pelas imortais criações da famosíssima Fabricante estadunidense (como diriam nossos Irmãos do Norte, “_enjoy!”).

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Edição Especial - Ed. 57 - Armas de Pressão

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Editorial

PROIBIR É SE MOSTRAR INCAPAZ DE EDUCAR

Há sete anos colaboro com esta que é a principal Publicação que trata de assuntos sobre Armas das mais variadas naturezas e que, heroicamente, tem superado o passar dos anos num país onde o tema “Arma” e - principalmente quando se refere à Arma de Fogo - é demonizado, seja pela ignorância de muitos, seja pela sede de controle de outros poucos, que procuram se beneficiar da maioria leiga para impor suas vontades.

Quando comecei a colaborar com a Revista MAGNUM, me foi proposto trabalhar o enfoque nas Armas de Pressão e, posteriormente, escrevi também algumas matérias de orientação sobre Arco e Flecha e Balestra, além de Airsoft, que podemos englobar no assunto sobre Armas de Pressão. Afinal, o seu princípio de disparo é muito parecido. Minhas matérias, de modo geral, têm cunho elucidativo e costumo abordar os aspectos técnicos do Tiro de Pressão, sendo que muitos conceitos que dizem respeito às técnicas de tiro e ajustes de miras abertas e ópticas também são úteis para o tiro com Armas de Fogo, principalmente as armas longas.

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Edição 109 - Ano 18 - Abril/Maio 2010

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Editorial

BRINCADEIRA DE CRIANÇA VIROU QUESTÃO DE SEGURANÇA NACIONAL

ANO DE 1978 - Ronco de motor, barulho de portão, o menino larga imediatamente o que está fazendo para receber o pai que chega de mais um dia de trabalho. Abre a porta e se depara com o sorriso do pai e em suas mãos um embrulho, uma longa caixa que parecia, para uma criança de oito anos, muito maior do que ela realmente era. Ávido, esfrangalha o papel de embrulho com a imagem da deusa da Caça, o logotipo da extinta loja de Caça e Pesca Dia na Paolucci, que ficava no bairro do Brás, em São Paulo. Por de trás do papel outro logotipo, gravado no papelão pardo da caixa, denunciava o conteúdo. Infelizmente, os anos borraram a certeza de qual era o fabricante, mas não tiveram poder para apagar a alegria daquele momento: o menino acabava de ganhar sua primeira “espingarda de chumbinho”!

Durante anos, nas ruas não pavimentadas da Praia Grande, aquela “espingarda” o acompanhou. Caixas de fósforos, latas de refrigerantes, soldadinhos de plástico, batatas roubadas da cozinha da mãe... eram alvos, quase tudo era um alvo, com exceção de passarinhos e lâmpadas dos vizinhos, pois o pai avisara - “se matar passarinho ou quebrar alguma coisa, perde a espingarda!” Ele sabia que o castigo era justo e certo. Jamais correria o risco de ficar sem sua companheira de aventuras verdadeiras e imaginárias.

Anos se passaram, outras tantas “espingardas de chumbinho” vieram e, infelizmente, se foram, não restando resquícios físicos, mas deixando marcas indeléveis de uma paixão que só cresceria.

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Edição Especial - Ed. 54 - Revólveres do Oeste selvagem

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Editorial

Oeste o que?

O Oeste Selvagem - ou Velho Oeste - esteve intimamente ligado ao desenvolvimento das armas de fogo. Um pouco por desejo, muito por necessidade, é hoje certo que elas estejam bastante mais associadas a tal período do que a qualquer outro da história americana. Em remotas porções territoriais do oeste dos EUA, durante o século dezenove, lei e ordem compunham por vezes um conjunto vazio. Melhor amiga do homem, a arma de fogo era efetiva grande parte da vida por lá.

A borda se mantém delineada pelo rio Mississippi por muitos anos, rio que corta os EUA de norte a sul, desde oeste dos Grandes Lagos até o delta de Nova Orleans. É então considerado território selvagem, inóspito, com pouca possibilidade de se tornar em lar, tudo o que a ocidente desse rio estivesse. Com a compra do território da Luisiana, em 1803, providenciado seu desbravamento, tem início em ano seguinte o chamado Velho Oeste. Os EUA se expandem, gradualmente, rumo ao desconhecido e imenso além-fronteira.

Frequentemente, se diz Velho Oeste apenas quando em referência aos últimos trinta e cinco anos do século dezenove, contados desde 1865, desde o fim da Guerra da Secessão. Mais adequado tratar quase todo esse século ao fazer uso do termo no entanto e, de forma mais precisa ainda, ter em mente os oitenta e seis anos passados entre 1804 e 1890, respectiva e formalmente, dele início e desenredo.

Velho Oeste é uma expressão. Também Oeste Selvagem, como muitos preferem. Denomina a relação entre um período histórico e a grande porção territorial dos EUA a oeste do rio Mississippi. Abrange história, geografia, política, personagens, sabedoria popular e manifestações culturais.

Aquisições de territórios e anexações são sua marca registrada. Compromissos políticos, tratados e acordos com nações estrangeiras e população nativa.

Conquistas militares, implantação e manutenção de lei e de ordem. Isso tudo se soma às inovações tecnológicas e maciças migrações de estrangeiros, e os EUA se expandem, de costa a costa, abastecidos pela convicção na divina predestinação, supostamente vinda de Deus, dita Manifest Destiny. Algo como “Destino Claro” ou, enfim, “Sorte Evidente”. Divina predestinação a abonar e justificar inclusive apropriação de territórios, matança e deslocamento forçado dos nativos, posto que TUDO integrasse um projeto sagrado, infinitamente maior.

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