É com prazer que apresentamos a revista MAGNUM!

MAGNUM é uma Revista dedicada ao universo das Armas de Fogo. Aborda Colecionismo, Tiro Esportivo, Munições, Recarga, Balística e Legislação pertinente ao assunto. Além de abordar Arqueiria, Caça, Cutelaria, promover entrevistas com pessoas ligadas a cada um desses setores e cobrir lançamentos de novos produtos - no Brasil e no mundo -, buscando estimular seus Leitores ao trânsito saudável, consciente e responsável através desses temas.

Confira abaixo 5 Edições Completas para Assinantes MAGNUM

Edição 26 - Ano 5 - Novembro/Dezembro 1991

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Editorial

A lição Argentina

O advento pioneiro e o grande sucesso da feira Argentina Armas 92 (veja reportagem nessa edição), a primeira mostra internacional de Armas & Munições do continente, nos induz a sérias reflexões do porque algo similar está longe de ocorrer no Brasil, o que é – sem minha dúvida – uma imensa pena.

Refletindo, a primeira conclusão a que chegamos é que – mais uma vez – a cúpula básica das autoridades do passado, as quais cercearam de todas as formas possíveis o direito da população às Armas & Munições. A segunda constatação é que essa repreensão leva mesmo o Brasil a um caminho de contrabando no segmento, o que não é benéfico para ninguém, muito menos para o poder constituído.

Após contatadas essas reflexões, ainda nos dias de cobertura da feira Armas 91, a equipe Magnum partiu para a obtenção de informações que mostrassem a seus leitores e autoridades brasileiras como os fatos relativos a maior liberação de Armas & Munições na Argentina se passaram. Antes, porém, é conveniente um panorama específico do país – irmão.

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Edição 111 - Ano 18 - Novembro/Dezembro 2010

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Editorial

Não sei contar de onde vem meu amor pelas armas. Desde quando me entendi por gente, elas já faziam parte; estavam em mim. Sei que meu gosto por leitura, o pouco de inglês que conheço, a escolha da minha profissão, boa parte do meu círculo de amizades, minhas convicções políticas, bem como outros tantos elementos, faces, telas e segmentos da minha vida, todos nasceram, crescem e se desenvolvem nas armas.

Inteiro com a ideia de que a história das armas se confunde com a história do próprio homem, conto simplesmente “Crer”. Crer na defesa de pessoas e coisas. Crer na legitimidade e naturalidade da Caça.

Crer nos esportes ao ar-livre; na liberdade; na coleção que zela a história. Crer no uso lúdico e sensato do bom e velho pau-de-fogo. Crer no direito de ter armas e de poder mantê-las.

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Revista Magnum Edição 135

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Editorial

POR GOSTO, POR ATAVISMO, POR JAVALIS E PELA LEGÍTIMA DEFESA

Digamos por nós, colecionadores, atiradores, profissionais de segurança, amantes das armas, caçadores brasileiros, digamos por nós mesmos: Não queremos armas para atirar em alguém. Aliás, ninguém. Acreditamos que, embora armas tenham sim sido criadas também para esse efeito, não é o que buscamos, mesmo em estado de guerra onde a condição de autopreservação é efervescente.

Queremos ter armas porque simplesmente gostamos de armas de fogo. Por gostar de desenho industrial e admirar a indústria de transformação e os “mistérios vulcânicos” da metalurgia. Porque gostamos de história e, justamente por esse gosto, entendemos e acreditamos que homens e armas sejam indissociáveis, sendo indissociáveis também os avanços da humanidade a partir dessa união.

Afetos ao mato, obedientes às normas, queremos com armas caçar javali, também búfalo, amargosa, lebrão, etc . De última hora, queremos comprar aquela espingarda em casa agropecuária, à vizindade dos nossos sítios, ranchos, chácaras e fazendas, e não como quem compra “uma arma”, mas sim uma trivial e útil ferramenta de campo. Queremos comprar pólvora e chumbo e escorva nesses armazéns também para que, à mesa da cozinha, depois da ceia, façamos nossas cargas, simples e metódicas, a martelo e soquete

Talvez queiramos ver rack de arma longa em interior de caminhonete, sobre o vidro traseiro, vendo a partir daí menos roubo de gado. Queremos propriedades rurais herméticas aos invasores de qualquer espécie, quadrúpede ou bípede, e assim queremos também as propriedades urbanas, livres de invasões que não sejam as dos amigos e parentes nos momentos apropriados.

Talvez queiramos poder dar de presente a esses amigos e parentes, queridos e merecedores, uma arma de fogo, sem que precisemos pensar se registro vai permitir ou vai impedir o regalo. Que seja sim operação documentada, porém fluida e viável.

Armas, queremos para dar tiro em latinha, quebrar prato no ar, deitar pepper popper, furar papel e papelão. Ainda que, em legítima defesa, possamos eventualmente ter um outro alvo, tendo arma por instrumento. Uma questão dada a escolhas (Deus nos livre!) cuja premência seja imposta pela vida real, do passado, do presente e do futuro, seguindo, obedecendo sempre a inexigibilidade de conduta diversa.

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Edição 103 - Ano 17 - Agosto/Setembro 2008

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Editorial

Em tempo de Olimpíadas, quando todos estão, de algum modo, “ligados” nos Jogos que este ano tiveram lugar na China, poderíamos simplesmente relembrar o leitor que o Esporte responsável pelas primeiras medalhas olímpicas inclusive de outro é exatamente O TIRO.

Contudo, não ficaremos nisso, já que, em tese, o fato citado é mais do que conhecido (apesar de não relembrado com todo o respeito que merece). Ampliaremos nossa linha de pensamento para o fato de que certas emissoras de televisão ainda teimam em afirmar que o nobre Desporto é...violento (imaginamos, então, como descrever...o boxe) e que não deveria fazer parte das Modalidades Desportivas presentes a uma Olimpíada!

Deixando de lado a incapacidade alheia em lidar com a Verdade, é importante lembrar do sucesso que foi o MAGNUM Show (veja matéria nesta edição) – algo que aconteceu sepultando algumas poucas visões pessimistas e que muito nos orgulhou, não só pela maciça presença de público (notadamente nossos Leitores) mas também pelos grandes Fabricantes que acreditaram no empreendimento e, ao final, nada tiveram de se arrepender pelo prestígio dado a nossa Mostra.

Outro ponto positivo anotado no fechamento do primeiro semestre foi a promulgação da Lei 11.706/08, ação que há muito esperávamos e que, finalmente, deu o ar da graça, conforme informado em artigo constante desta edição, muito bem elaborado por nosso Colaborador Daniel Fazzolari. Notem que não estamos exatamente satisfeitos com a nova lei, mas pelo menos agora existem parâmetros que nos servirão como balizamento para possíveis alterações futura s, as quais, esperamos - em nome da Lógica e da Razão – ainda aconteçam em período bem próximo.

Encerramos com o devido agradecimento àqueles que nos acompanham, seja como Leitores, Anunciantes ou como Colaboradores de nosso Veículo - todos Parceiros no presente e no futuro!

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Edição 50 - Ano 8 - Novembro/Dezembro 1996

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Editorial

É preciso repensar...

Durante os últimos anos diversas autoridades, em muitos lugares do mundo insistiram em culpar armas de fogo como responsáveis pela violência.

Nessa tarefa gastaram tempo e dinheiro preciosos para outras obras sociais muito mais importantes e que certamente corrigiriam as verdadeiras causas da violência. As pessoas de bom senso, ao contrário do que pensavam essas autoridades, têm plena consciência da falha cometida.

As pessoas conscientes que apreciam armas de fogo tornaram-se céticas quanto a verdadeira capacidade dessas autoridades...

Já não seria tempo de as autoridades, principalmente as brasileiras, repensarem o assunto? Ou elas acham que conseguirão enganar a todos, em tudo, durante todo o tempo?

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