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É com prazer que apresentamos a revista MAGNUM!

MAGNUM é uma Revista dedicada ao universo das Armas de Fogo. Aborda Colecionismo, Tiro Esportivo, Munições, Recarga, Balística e Legislação pertinente ao assunto. Além de abordar Arqueiria, Caça, Cutelaria, promover entrevistas com pessoas ligadas a cada um desses setores e cobrir lançamentos de novos produtos - no Brasil e no mundo -, buscando estimular seus Leitores ao trânsito saudável, consciente e responsável através desses temas.

Confira abaixo 5 Edições Completas para Assinantes MAGNUM

Edição 101 - Ano 17 - Janeiro/Fevereiro 2008

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Editorial

Passados os fogos de artifício, começamos um novo ano; e com a certeza de que, para nós, o já passado 2007 trouxe várias alegrias - dentre as quais a mais marcante foi, efetivamente, o sucesso que conseguimos com nossas Edições Especiais, as quais tiveram o condão de cair nas graças de nossos Leitores.

Como o escopo básico das publicações citadas foi - e é - permitir o acesso daqueles que nos acompanham a matérias pertencentes a revistas já esgotadas, vimos com alegria que essas Edições Especiais conseguiram seu intento.

Além disso, notamos que, além daqueles que há uma ou duas décadas nos acompanham, está sendo criada uma nova geração de Leitores; e isso pudemos perceber graças às cartas que sempre recebemos e também em visitas (técnicas ou para a prática do Desporto) que sempre fazemos a Clubes/Estandes de Tiro e também a Fabricantes e Lojas do nobre Segmento de Armas & Munições.

Edição Completa
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Edição Especial - Ed. 30 - Pistolas 2 - Dez / Jan 2008

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Editorial

Para tanto, publicaremos uma série de Edições Especiais contendo tudo aquilo que Você sempre quis ver reunido nas páginas desta Publicação.

Contando com a mesma qualidade editorial, mesmo papel, número de páginas, grafia e o cuidado que sempre nos caracterizou, brevemente as bancas de todo país receberão a próxima dessas Edições Especiais, a qual será denominada “Série Fuzis 2” (a anterior foi “Série Pistolas 2”), trazendo as melhores avaliações de armamento dessa classe já vistas no Brasil; e que foram efetuadas por nosso quadro editorial durante esses vinte anos! A ela se seguirão as dos testes de revólveres, de metralhadoras de mão e de todas as outras avaliações que sempre orientaram a linha mestra de MAGNUM, a qual Você aprendeu a gostar e colecionar.

Como sempre, as reportagens de Testes trarão - além das inúmeras fotografias do armamento enfocado - os importantes Quadros de Avaliação, contendo as notas relativas a cada arma, assim como os Dados Técnicos correspondentes.

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Edição Especial - Ed. 11 - Legislação Brasileira sobre Armas e Munições

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Editorial

Estamos aqui novamente, agora com a segunda edição da Legislação Brasileira sobre Armas e Munições. Nesta edição procuramos atualizar e legislação e complementá-la nos assuntos que foram omissos na primeira edição.

Houve também uma preocupação em melhorar a diagramação, o índice e a abertura dos capítulos a fim de facilitar a consulta a esta obra.

Em minhas andanças pelo interior do País, foi com grata satisfação que encontrei várias pessoas fazendo alusão ao nosso trabalho, isto certamente nos estimulou a continuar. Entretanto, foi com pesar que comprovei a incredulidade de nosso povo nas Leis. Foi de estranhar ouvir frases com “o delegado me aconselhou a comprar uma arma fria”, é mais fácil ter uma arma “cabritada”, pois para regularizar a mesma é muito complicado e a gente ainda corre o risco de perder a máquina para os homens.

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Revista Magnum Edição 145

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Editorial

UMA GRANDE MUDANÇA SE INICIA...

Os avanços conseguidos por este novel Governo Federal nos dão conta de que os calibres proibidos ao tempo do ditador Getúlio Vargas começam a ser liberados ao Cidadão comum, ou seja, aquele que passar pelos exames e verificações de praxe (psicológico, de manuseio e, claro, de antecedentes criminais) e neles for aprovado.

Com isso, alguns cartuchos que eram tão somente “objetos de desejo” passarão, doravante, a “normais”. Em outras palavras, ficaremos livres do jugo a nós imposto durante aquele período ditatorial e que pouco mudou com o passar dos anos.

Então, ao Brasileiro eram apenas permitidos armas e cartuchos nos calibres .22, .32, 7,65 mm e .38 (para armas curtas. Para carabinas era permitida a utilização do .44 Winchester, não Magnum) até que um de nossos Ministros da época, ao ouvir os apelos de pessoas de bem que julgavam tais calibres abaixo dos níveis considerados suficientes; e então essa mirrada lista teve a adição do .380, mas paramos por ali.
E, depois de tantos anos (décadas, para sermos mais exatos) de nós, amantes do Tiro e partidários da utilização de Armas de Fogo como objetos de Defesa, pleitearmos as mudanças que são agora anunciadas, surge uma nesga de Liberdade nesse horizonte que, anteriormente, se mostrava tão sombrio e caminhando na direção de exemplos de outros países de cunho ditatorial.

Desse modo, aqueles calibres anteriormente considerados como “que matam mais” (dito interno aqui na MAGNUM) são agora - e finalmente - liberados para o público consumidor-alvo, qual seja, aquele que pode possuir as armas que sempre desejou e dentro da legalidade. Afinal, a bandidagem nunca precisou esperar por leis que a favorecessem, haja vista que maus elementos nunca precisaram de quaisquer licenças para portá-las e utilizá-las.

De maneira mais sábia buscou-se, agora, fazer alguma limitação de calibres em função da energia* liberada no disparo (aqui entram Velocidade e Peso do projétil) - algo com muito mais sentido do que apenas o embasamento no diâmetro de um dado projétil, como era antigamente, já que, para exemplificar, tanto o .357 quanto o 9 mm (e até o .380) o tem praticamente igual àquele de um .38 SPL.

Ainda faltando uma certa definição entre calibres “restritos” e/ou “proibidos”, mesmo assim o Consumidor poderá desfrutar de bem maior gama de calibres - como acontece em outros países pelo mundo afora - e, consequentemente, alavancando o mercado de armas & munições, ou seja, aumentando a produtividade do parque nacional (com isso, criando um maior número de empregos diretos e indiretos) e brindando o Brasileiro com possibilidades que antes lhe eram negadas, seja por ingerência política (interna ou externa) ou coisa pior, por parte daqueles que nada entendem do assunto e que, contudo, tendo o poder para tal, usam e abusam de Seguranças armados que lhes garantem, em pleno, a liberdade de ir e vir sem se preocuparem com roubos, sequestros e outros perigos desse tipo.

Assim, nós de MAGNUM antevemos um grande e próximo salto na evolução econômica e cultural de nossa amada Nação em função de atitudes acertadas de nossos atuais governantes. Não é simples otimismo! Trata-se, apenas, de observação dos rumos, notáveis, pelos quais estamos passando - e quem isso não reconhece ou repudia, às vezes até mesmo como massa manipulada e pouco consciente, sem dúvida, estará trabalhando em função de interesses escusos que pouco a pouco vêm sendo desvendados, *N. da R.: O máximo de energia agora autorizada é de 1505 joules - número que abrange a grande maioria dos calibres que anteriormente eram vetados à utilização por civis e, para que o Leitor possa dimensionar tal dado, basta lembrar que uma carabina ou pistola no desejado calibre .40 (o mesmo de emprego por muitas de nossas Polícias) o tem por volta de um máximo de 670 joules.

Os calibres que ainda restam como não permitidos são, por exemplo, o 5,56 mm (.223) e o 7,62 (.308), ou seja, ainda não chegamos ao nível, por exemplo, dos EUA. Continuam ainda proibidas as armas automáticas, ou seja, aquelas capazes de disparar em rajadas, como metralhadoras de mão e certos fuzis que apresentam tal capacidade.

Tudo pode ser resumido na criação de novos parques fabris e, ainda, um incremento na importação de armas (lembrando que tais instalações industriais poderão até mesmo se dedicar à exportação de produtos nacionais). E, para encerrar, listamos agora os calibres e armas que, doravante, poderão também ser comercializados em Lojas:
9 mm P, .357 Magnum, .40 S&W, 10 mm e .45 ACP.

Lincoln Tendler
Coordenador Técnico da Área Internacional

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Revista Magnum Edição 137

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Editorial

TODOS A BORDO!

Não é fase para desentendimentos. Por mais que haja todo um contingente que, estagnado no tempo, se valha de hinos arrogantes e provocativos como “...se cuida, imperialista, a América Latina vai ser toda socialista...”, por mais que haja isso e tomemos conhecimento, salivando de vontade de brigar, fato é que não dá.

Não há mais tempo nem lugar para isso.

Estamos no fi m dos anos 2010. Neste 2018, comemoramos 1 século desde o armistício da Primeira Grande Guerra. No dia de hoje, estamos precisamente a 1 ano, 8 meses e 3 dias do início dos anos 20 do século XXI. Não existe mais circunstância para separações internas. Não mesmo. Principalmente num país que conserva algum significado perante o mundo justamente em função da extensão de seu território e do milagre da língua única.

Embora somente meia dúzia dos nossos ainda transite por arrabaldes das teorias falidas e ineficazes do comunismo-socialismo, ou tateiem seus limites, fato é que nós, que entendemos a saudável satisfação que traz o universo das armas de fogo, em política nos concentramos maciçamente ao centro à direita. E ao centro à direita nos reconhecemos, ao centro à direita nos entendemos e ao centro à direita nos respeitamos.

Nosso problema, portanto, não se resolve com debates internos ao nicho. Temos que evocar o que sobra  de tranquilidade em nossas entranhas e estender o discurso, de modo brando, “sem sacar o revólver”, àqueles que reconhecidamente não estejam do nosso lado e se tenham acostumado a nos chamar ora de seres otários, ora de seres violentos.

E é hora de regar e adubar sementes de heróis de verdade, simplesmente valorizando, aplaudindo e “viralizando” atitudes normais de homens normais e honestos, evitando excessos e acessos. Evitando enxergar herói em quem não o seja, evitando igualmente a aniquilação de quem esteja só praticando inocência útil, por ser muito jovem ou por ser muito mal informado.

Não pregamos covardia, absolutamente. Acreditamos no entendimento, nunca na capitulação. E é difícil a dosagem disso tudo. Muito difícil a têmpera desse aço. Se muito duro, o aço quebra e, se muito mole, entorta e também não cumpre função.
No fundo, sem se deixar fazer proselitismo, bom entendimento nasce do conversar com os mais jovens, desinformados por pouca estrada, e do conversar com os mais limitados e inocentes, às vezes mais velhos, desinformados por pouco estudo ou extemporânea ingenuidade.

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