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MAGNUM é uma Revista dedicada ao universo das Armas de Fogo. Aborda Colecionismo, Tiro Esportivo, Munições, Recarga, Balística e Legislação pertinente ao assunto. Além de abordar Arqueiria, Caça, Cutelaria, promover entrevistas com pessoas ligadas a cada um desses setores e cobrir lançamentos de novos produtos - no Brasil e no mundo -, buscando estimular seus Leitores ao trânsito saudável, consciente e responsável através desses temas.
A burocracia servindo a ilegalidade
TODOS OS EXCESSIVOS BUROCRATAS NACIONAIS LIGADOS A ARMAS & MUNIÇÕES SÃO MAUS BRASILEIROS: INCENTIVAM O CONTRABANDO; O NÃO REGISTRO DOS HONESTOS E A DESNECESSÁRIA MULTIPLICAÇÃO DE PAPÉIS, ALÉM DE PREVIAMENTE DESCONFIRAR DOS CIDADÃOS DE BEM, OS QUAIS – ATRAVÉS DE IMPOSTOS – OS SUSTENTAM.
SERÁ QUE ESSES BUROCRATAS EXCESSIVOS JÁ IMAGINARAM SE TODA A SOCIEDADE CIVIL AGISSE DA MESMA FORMA PARA COM ELES?
O pioneirismo aplicado! Esta curta frase já informaria ao leitor Magnum o que é o presente catálogo. Entretanto, é preciso esclarecer mais.
Embora tremendamente mais completo do que o Catálogo de Armas Brasileira Edição 1990, o presente trabalho ainda não é absolutamente completo, pois a recente liberação de importações não nos deixou tempo hábil para a inclusão do Capítulo “Lunetas” (que contaria com a extensa linha de produtos norte-americanos Tasco, representada no Brasil pela Target importação – Veja capitulo “Endereços”) e a ampliação do Capítulo “Facas” (com a adição dos produtos internacionais representados pela Old West e com extensa linha da famosa marca germânica Puma, esta também representada em nosso país pela Target) Mas, os interessados poderão solicitar catálogos dessas empresas, assim suprindo-se – embora não de forma ideal – o ocorrido.
O imenso trabalho de pesquisa para a inclusão de equipamentos de recarga, projéteis & pólvoras consumiu boa parte do ano tanto do Eng. Creso M. Zanotta quanto de uma parcela dos estúdios de Arte e Fotografia, o resultado final evidenciando-se como um dos mais explicativos catálogos do mundo nessa área.
Editado no prático formato de ½ revista, o presente Catálogo Magnum deverá ser uma fonte de consulta anual de itens do segmento de Armas & munições altamente reputada, de vez quem cobre mais de 95% de tudo que existe disponível no mercado nacional.
Prestigie igualmente tanto aqueles que nele anunciam (tornando possível sua edição) quanto aqueles que nele figuram, pois somente desta forma nossa área será maior, mais dinâmica e organizada. Boa Leitura!
Diferentemente da indústria de Armamento norte-americana ou mesmo da europeia, a fabricação de pistolas semiautomáticas no Brasil percorreu caminhos tortuosos e que tinham como início, basicamente, um aproveitamento (e em certos casos uma releitura) dos modelos produzidos nas duas áreas geográficas citadas.
Contudo, aos poucos foi sendo cria do um “padrão brasileiro” - o qual de certo modo afastou os Projetistas daquelas armas anteriormente baseadas em modelos preexistentes e deu vazão a produtos que apresentavam características próprias, tanto em linhas quanto em processos de
funcionamento, sem que alguns dos modelos anteriores fossem abandonados, mas mesmo assim criando uma visão só nossa; e que algumas vezes chegou a ser adotada no exterior
pelas características de inovação.
Desse modo, nosso País viu crescer, desde a década de 70, a oferta de diferentes pistolas por ambas as fábricas brasileiras do segmento: Taurus e Imbel, fazendo então com que a possibilidade de escolha fosse ficando cada vez maior. Com a liberação do então considerado “poderoso” calibre .380 ACP por nosso então Ministro do Exército, Leônidas Pires, em dezembro de 1987 (anteriormente, civis só tinham acesso aos calibres .22 LR ou Short/Curto, 6,35 mm Browning e 7,65 mm Browning, se guindo a esquisitíssima linha de pensamento por nós denominada de “calibres que matam mais ou que matam menos”), a indústria nacional tomou novo impulso; e os Projetistas puderam então trabalhar a idéia da
criação de novos tipos de Armamento dentro do conceito de Armas Curtas.
O CLAMOR POLICIAL
Parte do trabalho de um sério veículo de comunicação, principalmente quando ele é dirigido, é representar e externar os anseios da comunidade com relação aos assuntos periféricos, informando autoridades sobre os fatos importantes que merecem atenção, estudo e modificações.