Fotos, Vídeos, Avaliações, Eventos, etc
MAGNUM é uma Revista dedicada ao universo das Armas de Fogo. Aborda Colecionismo, Tiro Esportivo, Munições, Recarga, Balística e Legislação pertinente ao assunto. Além de abordar Arqueiria, Caça, Cutelaria, promover entrevistas com pessoas ligadas a cada um desses setores e cobrir lançamentos de novos produtos - no Brasil e no mundo -, buscando estimular seus Leitores ao trânsito saudável, consciente e responsável através desses temas.
É com grande satisfação que volto a escrever no editorial da Revista MAGNUM, em especial por ser na primeira edição de 2014. No ano da Copa do Mundo da FIFA, todos os olhares estão voltados para o campo. São os jogadores e a bola os destaques principais deste grande espetáculo. Registro aqui minha forte torcida pela seleção brasileira de futebol.
Ressalto as oportunidades que se abrem com os megaeventos no Brasil para o segmento de Segurança. O Portal da Copa, que é o site do Governo Federal Brasileiro sobre evento, tem uma seção específica onde trata do tema ‘Segurança Pública e Defesa’ e destaca o investimento de R$ 1,9 bilhão.Em um evento de tal porte que envolve milhares de pessoas e transforma a rotina de todo nosso país, o papel das Empresas Estratégicas de Defesa e Segurança se torna ainda mais imprescindível. Neste cenário, não podemos também deixar de ressaltar a realização dos Jogos Olímpicos em 2016, que inclusive contará com a participação de nossos Atletas do Tiro Esportivo Brasileiro. Tenho certeza de que eles farão uma grande participação.
O Brasil será o primeiro país na história que receberá uma Copa do Mundo FIFA seguida da realização dos Jogos Olímpicos. Isto representa, sem dúvida, um marco na história do Esporte mundial. Falando em marco, e tratando agora sobre história da Caça no Brasil, a liberação do abate do Javali pelo IBAMA no ano passado é um fato de extrema importância para o segmento, já que abriu a possibilidade da atividade da Caça regulamentada durante o ano todo; e devidamente autorizada. Importante ressaltar que outras espécies invasoras já são objeto de estudo científico no país em função dos prejuízos que representam à biodiversidade. Um exemplo é a pesquisa, sobre a superpopulação da POMBA, que está sendo feita no Estado do Mato Grosso do Sul.
É notório que cada vez mais cresce o reconhecimento - inclusive por instituições ambientalistas - de que a Caça Esportiva regulamentada é, de forma inquestionável, a melhor forma de equilíbrio da fauna e um eficaz instrumento de conservação da natureza e de movimentação da economia. Este assunto está tão em evidência que a Revista MAGNUM fará uma Edição Especial só sobre este tema. Aguardem!
Desejo que 2014 seja realmente um ano especial, e que este momento de alegria e confraternização por meio do Esporte envolva todo o povo brasileiro.
Salesio Nuhs
Diretor Comercial e de Relações Institucionais da CBC e Presidente da ANIAM - Associação Nacional da Indústria de Armas e Munições
Cabeças duras
Embora as autoridades brasileiras insistam em promover – de várias formas e sob os vários disfarces - o desarmamento da população honesta, a violência como um todo, em todo o país, aumentou muito no decorrer de 1998 e as previsões para o futuro não são nada animadoras nesse campo.
A violência, sabem todos aqueles que tem o mínimo de bom senso, é produto de fatores educacionais sócio-econômicos. Apenas as autoridades (ou seria pseudo-autoridades?) brasileiras não querem dar-se conta disso, porque, claro, lhes é conveniente no momento achar um culpado para a deplorável situação brasileira da atualidade.
Como acontece a cada dois meses - e nossos Leitores já estão praticamente acostumados a tal fato - lançamos Edições Especiais nas quais as armas testadas / apresentadas são agrupadas por modelos, tipos ou até mesmo por marcas, tentando desse modo trazer a quem nos acompanha uma visão semissegmentada de acordo com gostos pessoais de Atiradores / Colecio nadores / Caçadores / Policiais e outras tantas Classes de nobres consumidores aos quais são voltadas nossas publicações.
Desta vez o assunto em questão reveste-se de ineditismo, pois Carabinas são, por primeira vez, agrupadas em um Especial visando aqueles que são apaixonados por tal tipo de Armamento e, portanto, procuramos dar bastante amplitude ao conceito, começando pelo calibre .22 - de longe o mais empregado aqui no Brasil (notadamente pelo preço e pelo prazer quase silencioso que se tem ao atirar com armas no diminuto calibre) e indo até o .44-40, passando até mesmo pelo hoje notório .223 e pelo .38/.357 Magnum.
Difícil, mesmo, foi selecionar os artigos aqui inseridos; e o critério de escolha foi finamente baseado em englobar diversos tipos dessas Armas Longas, tanto estrangeiras como nacionais ou, ainda, nacionalizadas: no primeiro grupo estão a conhecidíssima Ruger Mini-14, as não menos famosas carabinas Winchester, a ainda futurista Calico, a imorredoura .30 M1 e a precisa Brno Modelo 2 E. Para o segundo selecionamos a imortal Rossi Gallery e dois produtos CBC (122.2 Sniper e 7022). Dentre as “nacionalizadas” elencamos a estupenda CBC Nylon 66 e as conhecidíssimas carabinas Puma, da Rossi, encerrando desse modo um dos mais completos panoramas relativos ao Armamento ora enfocado.
Cabe então, ao Leitor, deliciar-se com estas páginas após ler o Editorial - isso se ele já não foi direto ao “pote” e já abriu esta revista justamente nas páginas correspondentes a uma de suas favoritas!
Boa leitura!
Quentin Tarantino & Machado de Assis –
ou resgate & respeito
No dia dezoito, uma sexta feira deste janeiro, estreou em cinemas daqui Django Livre (Unchained Django - EUA, 2012). Filme de Velho Oeste, assinado por Quentin Tarantino, diretor, produtor, roteirista e ator de cinema, cujas narrativas extravagantes e nãolineares são dele marcas registradas.
Embora carregue algumas falhas cronológicas, relacionando as armas ao período supostamente retratado, honestamente aplacadas pela liberdade poética, o filme traz algumas coisas de muita, muita importância pra todos nós. A atuação de Christoph Waltz, com certeza, é uma delas.
Mas, a bendizer por aqui, esse filme nos traz resgate. Tarantino, aliás, é mestre em resgate. Busca, por exemplo, ator que anda sumido. Resgatou John Travolta, em Tempo de Violência (Pulp Fiction – EUA, 1994). Também David Carradine, em Kill Bill (EUA, 2003). Em Django Livre, o diretor resgata Franco Nero que - é minha triste opinião - não vem se mantendo exatamente popular nos últimos anos. Enfim, resgata figuras que vinham injustamente curtindo, admitido ou negado, certo ostracismo. Para além de um dos atores, em Django
Visões inteligentes
Entender-se definitivamente que gostar de Armas não significa ser violento ou agressivo;
Conscientizar sobre as armas de fogo ao invés de simplesmente proibi-las;
Liberar calibres mais modernos e eficazes tanto para a prática do esporte do tiro quanto para a defesa;
Acabar com a lei (inconstitucional idiota) que não permite a venda de armas de fogo usadas antes de decorridos 6 anos do seu registro;
Permitir a venda de armas de fogo usadas em estabelecimentos comerciais do ramo;
Promover a anistia para com armas de fogo estrangeira que estão em mãos de cidadãos honestos, porém sem registro;
Tornar o porte de armas de fogo com validade realmente federal;
Entender definitivamente que a polícia não é onipresente e que, em termos de defesa ter e usar uma arma de fogo é, muitas vezes a diferença entre a vida e a morte.