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MAGNUM é uma Revista dedicada ao universo das Armas de Fogo. Aborda Colecionismo, Tiro Esportivo, Munições, Recarga, Balística e Legislação pertinente ao assunto. Além de abordar Arqueiria, Caça, Cutelaria, promover entrevistas com pessoas ligadas a cada um desses setores e cobrir lançamentos de novos produtos - no Brasil e no mundo -, buscando estimular seus Leitores ao trânsito saudável, consciente e responsável através desses temas.
Consulta Permanente
Já consagrado como ''a Bíblia das Armas & Munições'' no Brasil, mais uma vez está em suas mãos este moderno guia de compras e consulta que é o Catálogo Magnum.
Como sempre, este Catálogo Magnum 1996 substitui, amplia e atualiza o anterior, além disso, agora listando todas as munições produzidas pela CBC - Companhia Brasileira de Cartuchos.
Todas as partes que compõem este Catálogo Magnum foram criteriosamente atualizadas, obviamente que com a inestimável ajuda da maioria dos produtores, os quais já o entendem como importante ''ferramenta de informação'' do segmento de Armas & Munições em nosso país.
Digamos por nós, colecionadores, atiradores, profissionais de segurança, amantes das armas, caçadores brasileiros, digamos por nós mesmos: Não queremos armas para atirar em alguém. Aliás, ninguém. Acreditamos que, embora armas tenham sim sido criadas também para esse efeito, não é o que buscamos, mesmo em estado de guerra onde a condição de autopreservação é efervescente.
Queremos ter armas porque simplesmente gostamos de armas de fogo. Por gostar de desenho industrial e admirar a indústria de transformação e os “mistérios vulcânicos” da metalurgia. Porque gostamos de história e, justamente por esse gosto, entendemos e acreditamos que homens e armas sejam indissociáveis, sendo indissociáveis também os avanços da humanidade a partir dessa união.
Afetos ao mato, obedientes às normas, queremos com armas caçar javali, também búfalo, amargosa, lebrão, etc . De última hora, queremos comprar aquela espingarda em casa agropecuária, à vizindade dos nossos sítios, ranchos, chácaras e fazendas, e não como quem compra “uma arma”, mas sim uma trivial e útil ferramenta de campo. Queremos comprar pólvora e chumbo e escorva nesses armazéns também para que, à mesa da cozinha, depois da ceia, façamos nossas cargas, simples e metódicas, a martelo e soquete
Talvez queiramos ver rack de arma longa em interior de caminhonete, sobre o vidro traseiro, vendo a partir daí menos roubo de gado. Queremos propriedades rurais herméticas aos invasores de qualquer espécie, quadrúpede ou bípede, e assim queremos também as propriedades urbanas, livres de invasões que não sejam as dos amigos e parentes nos momentos apropriados.
Talvez queiramos poder dar de presente a esses amigos e parentes, queridos e merecedores, uma arma de fogo, sem que precisemos pensar se registro vai permitir ou vai impedir o regalo. Que seja sim operação documentada, porém fluida e viável.
Armas, queremos para dar tiro em latinha, quebrar prato no ar, deitar pepper popper, furar papel e papelão. Ainda que, em legítima defesa, possamos eventualmente ter um outro alvo, tendo arma por instrumento. Uma questão dada a escolhas (Deus nos livre!) cuja premência seja imposta pela vida real, do passado, do presente e do futuro, seguindo, obedecendo sempre a inexigibilidade de conduta diversa.
A burocracia servindo a ilegalidade
TODOS OS EXCESSIVOS BUROCRATAS NACIONAIS LIGADOS A ARMAS & MUNIÇÕES SÃO MAUS BRASILEIROS: INCENTIVAM O CONTRABANDO; O NÃO REGISTRO DOS HONESTOS E A DESNECESSÁRIA MULTIPLICAÇÃO DE PAPÉIS, ALÉM DE PREVIAMENTE DESCONFIRAR DOS CIDADÃOS DE BEM, OS QUAIS – ATRAVÉS DE IMPOSTOS – OS SUSTENTAM.
SERÁ QUE ESSES BUROCRATAS EXCESSIVOS JÁ IMAGINARAM SE TODA A SOCIEDADE CIVIL AGISSE DA MESMA FORMA PARA COM ELES?
De ilusão também se vive...
Com certeza o leitor está observando a intensa campanha antiarmas que ora se faz em nosso país. Esta campanha conta o apoio maciço de toda a mídia nacional e, assim as emissoras de televisão, os diários e até algumas revistas dela participam, como se uma população desarmada fosse a panacéia para os males brasileiros. Aliás, é essa mesma a intenção do patrocinador maior de todas as campanhas, o ministério da justiça.
Mas, o que realmente estaria por trás de tão intensa campanha? É simples: Desviar a atenção da população para problemas maiores, de âmbito sociológico.
Esta obra é fruto do estudo e uso prático de todos os tipos de Armas Leves mencionadas; de muita leitura de livros e revistas especializadas e de vários anos de trabalho policial na fronteira Brasil-Paraguai, onde tive a necessidade de usar – em confrontos reais – alguns dos armamentos que recomendo.
Como veem, aconteceu para a feitura dessa obra a união do teórico com o real,. Em uma mescla consistente, causada por uma experiência de vida.
Continua...