É com prazer que apresentamos a revista MAGNUM!

MAGNUM é uma Revista dedicada ao universo das Armas de Fogo. Aborda Colecionismo, Tiro Esportivo, Munições, Recarga, Balística e Legislação pertinente ao assunto. Além de abordar Arqueiria, Caça, Cutelaria, promover entrevistas com pessoas ligadas a cada um desses setores e cobrir lançamentos de novos produtos - no Brasil e no mundo -, buscando estimular seus Leitores ao trânsito saudável, consciente e responsável através desses temas.

Confira abaixo 5 Edições Completas para Assinantes MAGNUM

Edição 42 - Ano 7 - Março/Abril 1995

blog post image

Editorial

Maus exemplos

Em nosso Editorial da última edição (veja Magnum nº41), o parágrafo final afirmava o seguinte:

“Autoridades brasileiras: durante muitos anos vocês tentaram legislar sem conhecer; fizeram leis sem consultar técnicos; generalizaram tudo o que tinham direito; ouviram quem não deviam e a coisa toda conduziu a um país que não respeita a verdadeira Ecologia e que agora pretende “quebrar” a primariedade criminal de cidadãos honestos por portarem ilegalmente Armas de Fogo... Não seria inteligente, de vez que a antiga forma não deu certo, algumas mudanças?

Essas claras e lógicas palavras, portanto de fácil entendimento além de terem sido escritas por técnicos em Armas & Munições, têm tudo para funcional como uma espécie de “fórmula mágica” que permita o estudo sério de algumas delicadas questões quanto ao uso moderno de Armas de Fogo, quer para propósitos de defesa, esporte ou Caça em nosso país. Mas não! Autoridades de alguns de nossos Estados estão fazendo exatamente o contrário e, o que é pior, contaminando segmentos da Sociedade Civil com sua óptica míope desses assuntos.

Edição Completa
Edição Completa
Assine a Revista Magnum On-Line

Edição Especial - Ed. 01 - Recarga - Ago / Set 1990

blog post image

Editorial

Com verdadeiro prazer e orgulho, apresentamos-lhes mais uma obra pioneira da Editora Magnum: o primeiro Manual de Recarga de Munições da América Latina.
 De autoria do Engenheiro Creso M. Zanotta, sem qualquer dúvida um dos expoentes nacionais nessa área, a presente Edição Especial de Magnum é traduzida até Você com linguagem técnica, porém coloquial, e o auxílio de mais de 170 fotos, 22 desenhos e 18 tabelas, tudo reunido numa diagramação que induz à leitura e ao entendimento pleno.

Edição Completa
Edição Completa
Assine a Revista Magnum On-Line

Revista Magnum Edição 124

blog post image

Editorial

Por um futuro cada vez melhor

É sempre um grande prazer assinar o editorial da Revista MAGNUM, e por ser esta a primeira edição de 2015, aproveito para comentar importantes fatos do ano de 2014.

Entre os assuntos relacionados à legislação de nosso segmento, destaco a coordenação da Aniam na divulgação e mobilização relativas ao Projeto de Lei 3722/12, que cria novas regras para o comércio e circulação de Armas de Fogo e Munições no país, objetivando transformar o “Estatuto do Desarmamento” no coerente “Estatuto do Controle”.

Mesmo sem a aprovação do relatório final pela Comissão Especial destinada a analisar este PL, o assunto foi amplamente debatido em 2014, ganhou adesão de várias entidades, além de repercussão muito positiva. A matéria foi uma das que mais movimentou os meios de interação com o cidadão que a Secretaria de Comunicação da Câmara dos Deputados promove. A enquete sobre o projeto no site Câmara Notícias foi a terceira com maior votação - mais de 200 mil votos. Pelo Disque Câmara, foram 120.310 atendimentos. Por outro canal, o Fale Conosco, houve 5.503 manifestações (98,9% a favor e 1,1% contra).

O assunto já foi retomado este ano, e novamente teremos a oportunidade de explorar o tema no Congresso e na mídia, além de promover alterações importantes e necessárias na legislação que rege o segmento. Estou certo que em 2015, ano em que completaremos os 10 anos da vitória histórica no Referendo Popular de 2005, teremos outras grandes conquistas a comemorar!

Ainda falando em legislação, não poderia deixar de citar o abate do Javali, cuja liberação representou um marco na história da Caça de nosso país, e que está em plena atividade em todo território nacional. Esta foi uma grande conquista da Sociedade Brasileira de Conservação à Fauna - SBCF, com o apoio de vários Caçadores e especialistas da área de conservação do meio ambiente.

Edição Completa
Edição Completa
Assine a Revista Magnum On-Line

Revista Magnum Edição 141

blog post image

Editorial

…MAS NÃO SERÁ DA NOITE PRO DIA.

Ao velho lojista de arma de fogo muito tem sido bradado, Brasil afora, e antecipadamente comemorado, com direito a ufanistas ilustrações, como a do Patolino (Duffy Duck) com charutão aceso na boca e maços de dinheiro ao pano de fundo. Coisas à la “...time is up: the world..,  once more..,  is yours ..!”.

Acreditamos sim que a mudança no curso do “rio político” vá trazer de volta o desejado. Lojista que não soçobrou e integra tão tradicional, necessário, específico e recentemente tão perseguido e apenado tipo de comércio -- sujeito que já assistiu, há pouca década, a tempos animados, livres e muito férteis --, deverá ser recompensado pela heroica manutenção de seu estado de alerta.

Vida longa aos pertinazes e previdentes, aos que tenham se mantido documentados e prontos pra agir (!). Bordeando, mas sem entrar fundo em parábolas, fica a ideia da sabedoria universal de estar preparado e...  assim permanecer -- como um “...homem prudente, que construiu sua casa sobre a rocha. Caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos, que deram contra aquela casa, e ela não caiu, porque tinha seus alicerces feitos sobre a rocha.”

A noção é de que ter permanecido aprontado seja o trunfo, o que manteve o sujeito e o manteria com os pés fincados em terra firme, aptos a fazerem reerguido seu corpo, quando finalmente chegada a possível oportunidade. Isso é estar preparado pra sorrir, sem ter salsinha escapando aos dentes; preparado pra se desnudar, perante uma oportuna e desejável dama, sem morrer de vergonha por mostrar o corpo encardido; preparado pra receber uma visita, ou carona inopinada, sem ter que ficar pedindo mil desculpas pela limpeza geral da casa...  ou do carro.

Seja pensando num sujeito, num ser humano, que manteve fortes e irrigados os músculos e que, na hora agá, consegue explosivamente reagir a uma emergência sem se contundir, ou seja pensando num esquema comercial, numa pê-jota, que se manteve documentada, apta e disposta e que, na hora agá, consegue energicamente responder a uma melhora considerável do mercado a que se fez destinada.

O lance todo é fulcrado na manutenção do preparo.

Tudo isso..,  todo esse palavrório..,  pra contar de uma situação cujas melhoras vesperamos e não ingênua ou simplesmente esperamos. Mas vesperamos, mesmo e de verdade. Tudo isso pra contar de gente que vai ter que conservar a paciência -- por mais algum tempo --, mas contar de pê-jota que vai ter que se acostumar à ideia de que, graças ao bom Deus, terá valido a pena aguardar...  e brigar...  e pagar...  e esperançar.

O sol já vai (re)nascer ..! Os

Edição Completa
Edição Completa
Assine a Revista Magnum On-Line

Revista Magnum Edição 135

blog post image

Editorial

POR GOSTO, POR ATAVISMO, POR JAVALIS E PELA LEGÍTIMA DEFESA

Digamos por nós, colecionadores, atiradores, profissionais de segurança, amantes das armas, caçadores brasileiros, digamos por nós mesmos: Não queremos armas para atirar em alguém. Aliás, ninguém. Acreditamos que, embora armas tenham sim sido criadas também para esse efeito, não é o que buscamos, mesmo em estado de guerra onde a condição de autopreservação é efervescente.

Queremos ter armas porque simplesmente gostamos de armas de fogo. Por gostar de desenho industrial e admirar a indústria de transformação e os “mistérios vulcânicos” da metalurgia. Porque gostamos de história e, justamente por esse gosto, entendemos e acreditamos que homens e armas sejam indissociáveis, sendo indissociáveis também os avanços da humanidade a partir dessa união.

Afetos ao mato, obedientes às normas, queremos com armas caçar javali, também búfalo, amargosa, lebrão, etc . De última hora, queremos comprar aquela espingarda em casa agropecuária, à vizindade dos nossos sítios, ranchos, chácaras e fazendas, e não como quem compra “uma arma”, mas sim uma trivial e útil ferramenta de campo. Queremos comprar pólvora e chumbo e escorva nesses armazéns também para que, à mesa da cozinha, depois da ceia, façamos nossas cargas, simples e metódicas, a martelo e soquete

Talvez queiramos ver rack de arma longa em interior de caminhonete, sobre o vidro traseiro, vendo a partir daí menos roubo de gado. Queremos propriedades rurais herméticas aos invasores de qualquer espécie, quadrúpede ou bípede, e assim queremos também as propriedades urbanas, livres de invasões que não sejam as dos amigos e parentes nos momentos apropriados.

Talvez queiramos poder dar de presente a esses amigos e parentes, queridos e merecedores, uma arma de fogo, sem que precisemos pensar se registro vai permitir ou vai impedir o regalo. Que seja sim operação documentada, porém fluida e viável.

Armas, queremos para dar tiro em latinha, quebrar prato no ar, deitar pepper popper, furar papel e papelão. Ainda que, em legítima defesa, possamos eventualmente ter um outro alvo, tendo arma por instrumento. Uma questão dada a escolhas (Deus nos livre!) cuja premência seja imposta pela vida real, do passado, do presente e do futuro, seguindo, obedecendo sempre a inexigibilidade de conduta diversa.

Edição Completa
Edição Completa
Assine a Revista Magnum On-Line