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MAGNUM é uma Revista dedicada ao universo das Armas de Fogo. Aborda Colecionismo, Tiro Esportivo, Munições, Recarga, Balística e Legislação pertinente ao assunto. Além de abordar Arqueiria, Caça, Cutelaria, promover entrevistas com pessoas ligadas a cada um desses setores e cobrir lançamentos de novos produtos - no Brasil e no mundo -, buscando estimular seus Leitores ao trânsito saudável, consciente e responsável através desses temas.
Leitores e autoridades brasileiras não devem estranhar se muito em breve lerem uma notícia com teor do texto abaixo:
Marginais em pânico!
Os marginais brasileiros estão realmente assustadíssimos com a nova lei que transforma o porte ilegal de armas em crime.
A partir das dificuldades impostas por essa nova lei somente aos cidadãos honestos do Brasil, o marginal tupiniquim sabe que terá chances muito maiores para a prática de delito e isto, no fundo, significará mais “ trabalho” para ele – daí o pânico.
O sindicato nacional dos marginais informa que, imediatamente após a promulgação da referida lei, instruirá a “categoria” para agir com mais violência, alegando que a medida é, na realidade, produto de um “lobby” que objetiva deixar seus associados totalmente a mercê dos contrabandistas de arma, fato este que certamente trará maior intranqüilidade à classe, uma vez que o preço de suas “ferramentas de trabalho” certamente aumentará.
Não é fase para desentendimentos. Por mais que haja todo um contingente que, estagnado no tempo, se valha de hinos arrogantes e provocativos como “...se cuida, imperialista, a América Latina vai ser toda socialista...”, por mais que haja isso e tomemos conhecimento, salivando de vontade de brigar, fato é que não dá.
Não há mais tempo nem lugar para isso.
Estamos no fi m dos anos 2010. Neste 2018, comemoramos 1 século desde o armistício da Primeira Grande Guerra. No dia de hoje, estamos precisamente a 1 ano, 8 meses e 3 dias do início dos anos 20 do século XXI. Não existe mais circunstância para separações internas. Não mesmo. Principalmente num país que conserva algum significado perante o mundo justamente em função da extensão de seu território e do milagre da língua única.
Embora somente meia dúzia dos nossos ainda transite por arrabaldes das teorias falidas e ineficazes do comunismo-socialismo, ou tateiem seus limites, fato é que nós, que entendemos a saudável satisfação que traz o universo das armas de fogo, em política nos concentramos maciçamente ao centro à direita. E ao centro à direita nos reconhecemos, ao centro à direita nos entendemos e ao centro à direita nos respeitamos.
Nosso problema, portanto, não se resolve com debates internos ao nicho. Temos que evocar o que sobra de tranquilidade em nossas entranhas e estender o discurso, de modo brando, “sem sacar o revólver”, àqueles que reconhecidamente não estejam do nosso lado e se tenham acostumado a nos chamar ora de seres otários, ora de seres violentos.
E é hora de regar e adubar sementes de heróis de verdade, simplesmente valorizando, aplaudindo e “viralizando” atitudes normais de homens normais e honestos, evitando excessos e acessos. Evitando enxergar herói em quem não o seja, evitando igualmente a aniquilação de quem esteja só praticando inocência útil, por ser muito jovem ou por ser muito mal informado.
Não pregamos covardia, absolutamente. Acreditamos no entendimento, nunca na capitulação. E é difícil a dosagem disso tudo. Muito difícil a têmpera desse aço. Se muito duro, o aço quebra e, se muito mole, entorta e também não cumpre função.
No fundo, sem se deixar fazer proselitismo, bom entendimento nasce do conversar com os mais jovens, desinformados por pouca estrada, e do conversar com os mais limitados e inocentes, às vezes mais velhos, desinformados por pouco estudo ou extemporânea ingenuidade.
O futuro (negro) dos antiarmas
Tão cegos e surdos estão os antiarmas modernos que apenas entenderão o valor das armas de fogo em mãos honestas quando as residências forem invadidas por marginais, esposas e filhas estupradas até nos próprios domicílios e os filhos, assim como os pais, tornarem-se completos cordeiros de estados falidos. Talvez os atuais antiarmas queiram mesmo isso com seu descabido radicalismo, uma vez que suas atitudes agora também mostram a total falta de respeito que tem até pela própria vida e a de seus familiares...
Nós que já temos nossas armas de fogo saberemos como defender nossa vida e de nossos familiares, e o que essa gente não se dá conta é que estão criando um futuro problema muito grande para si próprios e, o que é pior, para seus familiares.
PLENAMENTO CONSOLIDADO
Auqnado, no ano passado, o Catálogo Magnum foi totalmente reformulado e abriu maiores espaços para os anunciantes,imaginávamos que ele tinha tudi para tornar-se um excelente instrumento de consulta. Estávamos certos'' Apenas não pensamos que - em pouco mais de 6 (seis) meses - fosse, em sua nova forma consolidar-se.
Novamente pela 3º vez consecutiva, os Editores Setoriais da Revista Magnum outorgam o Prêmio Magnum, verdadeiro “Oscar” do segmento nacional de Armas & Munições, a pessoas e empresas que foram destaque durante o ano 1993.
Nesta edição do Prêmio Magnum inclui-se a nova categoria de “Melhor Cuteleiro Custom” do ano, devido ao vertiginoso crescimento que esta área vem tendo no País, agora elevando o número de categorias a 16 (dezesseis).
Continua...