É com prazer que apresentamos a revista MAGNUM!

MAGNUM é uma Revista dedicada ao universo das Armas de Fogo. Aborda Colecionismo, Tiro Esportivo, Munições, Recarga, Balística e Legislação pertinente ao assunto. Além de abordar Arqueiria, Caça, Cutelaria, promover entrevistas com pessoas ligadas a cada um desses setores e cobrir lançamentos de novos produtos - no Brasil e no mundo -, buscando estimular seus Leitores ao trânsito saudável, consciente e responsável através desses temas.

Confira abaixo 5 Edições Completas para Assinantes MAGNUM

Revista Magnum Edição 132

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Editorial

NEM AO MEL NEM AO FEL

Notícias de todo calibre chegam por aqui, batendo palmas à porta da MAGNUM. Ideias, conceitos, normativas, produtos, serviços e eventos. Em notícias oficiais, ou mesmo em oficiosas, conteúdos positivos animam, reestruturam perspectivas e fazem de sorrisos hipóteses mais próximas e concretizáveis. Muito ainda está por vir, é certo e límpido, e ninguém por aqui comemora jogo visivelmente inacabado, antes do apito final, antes de agitada a bandeira, antes da faixa rompida ao peito, ou antes do espocar dos primeiros rojões; nem saberíamos dizer ou contar se existirá momento assim, tão claro e caldo. Talvez sim; talvez não; talvez algo na metade do caminho entre não e sim, por serem muitos os vincos e dobras desse imenso e confuso pacote chamado Brasil.

Exclusivamente sobre otimismos galgam os que não enxergam a vida como ela está. De outro lado, em mesmo módulo, mas com sinal invertido, vive galgando sobre pessimismos quem desiste previamente, capitula precocemente, larga o fuzil e abandona o sorriso, permitindo que lágrimas amargas entoem o fado eterno a, desgraçadamente, apoiar reclamações rabugentas; reclamações de quem preferiu antecipar a própria e uivada comiseração a seguir silenciosa, honrada e bravamente tentando sustentar fogo. Muito existe de leviandade em um sorriso fácil e invariavelmente pronto; muito há de covardia em dificultar a chegada espontânea de m sorriso iluminado. Nem tanto ao fel nem ao mel.

Se, em uma das mãos, sentimos o severo e doloroso aperto quebra ossos advindo das ásperas políticas desarmamentistas, temos a obrigação de sentir, na mão que restou, o cálido afago das novidades, verificáveis em vários cantos, país afora e país adentro. Afago materializado em novos desenhos de clássica marca nacional que a demonstram atenta ao mercado; o advento da portaria COLOG #28; menor dificuldade em localizar modelos de armas importadas e importadores deles; vaporosos rumores sobre fábrica de armas de fogo estrangeira que se implanta em Goiás; novas liberações ou libertações de alguns calibres de semiautomáticas, anteriormente defesos ao esporte; a maior quantidade de conhecidos nossos, de fora do meio, que hoje abertamente se declara curiosa quanto à prática do tiro e ao desejo de experimentar; um crescente número de vídeos, circulantes às redes sociais, mostrando e revelando provas, campeonatos e trechos deles, dizendo sobre as mais diversas modalidades do tiro esportivo.

Aqui, na revista, nós seguimos simplesmente escrevendo, ajeitando os passos e galgando sobre a realidade, sem perder a chance de esboçar sorriso nos rostos, porém sem dá-lo de maneira irrestrita, geral e gratuita; absolutamente! Assim como enxerga o Coronel Paes de Lira, primeiro presidente da ABPLD, “O objetivo dela [MAGNUM] é contribuir para a formação de uma cultura de armas no Brasil, preservando, destarte, em última análise, o espírito combativo nacional.”

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Edição 109 - Ano 18 - Abril/Maio 2010

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Editorial

BRINCADEIRA DE CRIANÇA VIROU QUESTÃO DE SEGURANÇA NACIONAL

ANO DE 1978 - Ronco de motor, barulho de portão, o menino larga imediatamente o que está fazendo para receber o pai que chega de mais um dia de trabalho. Abre a porta e se depara com o sorriso do pai e em suas mãos um embrulho, uma longa caixa que parecia, para uma criança de oito anos, muito maior do que ela realmente era. Ávido, esfrangalha o papel de embrulho com a imagem da deusa da Caça, o logotipo da extinta loja de Caça e Pesca Dia na Paolucci, que ficava no bairro do Brás, em São Paulo. Por de trás do papel outro logotipo, gravado no papelão pardo da caixa, denunciava o conteúdo. Infelizmente, os anos borraram a certeza de qual era o fabricante, mas não tiveram poder para apagar a alegria daquele momento: o menino acabava de ganhar sua primeira “espingarda de chumbinho”!

Durante anos, nas ruas não pavimentadas da Praia Grande, aquela “espingarda” o acompanhou. Caixas de fósforos, latas de refrigerantes, soldadinhos de plástico, batatas roubadas da cozinha da mãe... eram alvos, quase tudo era um alvo, com exceção de passarinhos e lâmpadas dos vizinhos, pois o pai avisara - “se matar passarinho ou quebrar alguma coisa, perde a espingarda!” Ele sabia que o castigo era justo e certo. Jamais correria o risco de ficar sem sua companheira de aventuras verdadeiras e imaginárias.

Anos se passaram, outras tantas “espingardas de chumbinho” vieram e, infelizmente, se foram, não restando resquícios físicos, mas deixando marcas indeléveis de uma paixão que só cresceria.

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Edição 27 - Ano 5 - Fevereiro/Março 1992

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Editorial

Carta aberta ao Governador de São Paulo

A recente campanha “vamos desarmar São Paulo”, e alguns outros acontecimentos tendenciosa e claramente tentando “empurrar” a população do Estado contra as Armas de Fogo, mereceu um inteiro repúdio dos sérios desse país que apreciam e, na condição de editores de uma publicação especializada no assunto, sentimo-nos na obrigação moral e técnica de tecer comentários mais profundos sobre o tema.

Embora saibemos que o senhor não é homem chegado as armas de fogo, nem tampouco seu secretário de Segurança Pública, cumpre-nos mais uma vez, afirmar que o Estado algum do mundo pode garantir ao cidadão completa segurança e, assim, o direito de ter e portar uma Arma de Fogo devem ser respeitado mesmo porque alguns de nós não querem ficar à mercê de bandidos ou agressores como animais que vão para o abatedouro sem a mínima chance de defender-se.

Para que São Paulo não se torne uma “terra de ninguém”, como o Rio de Janeiro, onde a emissão de porte de armas está interrompida no governo Brizola, mas que tiveram cerca de US$ 2 milhões o consegue rapidamente (e que é francamente ridículo)

E que apelamos ao seu bom senso, atentando para os pontos que destacamos a seguir:

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Edição Especial - Ed. 25 - Caça e Conservação - Jul / Ago 2003

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Editorial

A caça esportiva no Brasil e o futuro

No momento em que uma nova temporada de caça amadorista inicia-se no Estado do Reio Grande do Sul, nós da Editora Magnum, buscando resgatar a tradição deste esporte com milhares de adeptos em todo nosso país, trazemos a nossos leitores uma edição especial: a Magnum Caça & Conservação.

Para isto estão reunidos nas páginas desta edição alguns dos mais respeitados nomes do panorama cinergético nacional. As bem sucedidas experiências de caça amadora em países como Estados Unidos, Canadá, toda a Europa, China, Argentina, Uruguai, países da África, etc. Mostram que esta prática, quando cientificamente orientada e devidamente manejada e administrada, é uma atividade humana como qualquer outras, movimentando um imenso mercado de apetrechos de caça, de consumo de carne de caça, de turismo cinergético, etc...

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Edição 75 - Ano 13 - Outubro/Novembro 2001

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Editorial

Em votação a Lei Irrestrita de Proibição Geral

Nossos correspondentes internacionais informam em primeira mão que em Brulísia, capital do Brulil, há atualmente um impasse entre dois projetos, sobre o assunto em pauta, que deverão ser votados brevemente. Passamos a transcrevê-los, na íntegra, tentando imaginar qual deles será o escolhido:

Projeto A (proposição do Político Dr. J.P.L.N. da S, e G de H, pertencente ao PXB) Art.1º
Parágrafo único: A partir desta data, ficam proibidos todos e quaisquer artefatos capazes de disparar projéteis ou objetos equivalentes à distância, sob o poder de uma carga de pólvora ou similar, mesmo que voltado para o esporte ou nas mãos das Forças legalmente constituídas;

Art 2º
Parágrafo 1: Todo aquele que for detentor de um desses nefandos artefatos deverá entregá-lo no Distrito Policial mais próximo, ou sofrerá as pesadas penas da lei, jamais antes aplicadas com seriedade.

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