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MAGNUM é uma Revista dedicada ao universo das Armas de Fogo. Aborda Colecionismo, Tiro Esportivo, Munições, Recarga, Balística e Legislação pertinente ao assunto. Além de abordar Arqueiria, Caça, Cutelaria, promover entrevistas com pessoas ligadas a cada um desses setores e cobrir lançamentos de novos produtos - no Brasil e no mundo -, buscando estimular seus Leitores ao trânsito saudável, consciente e responsável através desses temas.
Quase cinco anos se passaram desde o lançamento de nossa primeira Edição Especial Recargas de Munição no Brasil e, para nossa satisfação, a aceitação do nosso trabalho por todos aqueles de alguma forma ligados à prática de Recarga de Munições excedeu todas as expectativas, pois mais de 30.000 exemplares foram vendidos, números esse bastante significativo para nosso país.
A “bomba” Norte – Americana
Sérias fontes norte-americanas nos informam sobre o nascimento de um poderosíssimo movimento de fabricantes daquele país contra a indústria brasileira de Armas Leves.
Já não é mais segredo que os 3 maiores fabricantes de Armas leves são hoje responsáveis, juntos, por cerca de 28% do mercado norte-americano para esta classe de armamentos. Na edição da revista “Insight The Shooting Industry” (de circulação dirigida a jornalistas da área e revendedores de armas) distribuída durante o último SHOT Show, o Brasil é apontado como sendo o maior exportador dessa classe de armamentos para os EUA, sendo seguido (de longe) pela indústria italiana e alemã.
Esse justo motivo de orgulho para todos os aficcionados nacionais está, entretanto, muito distante de agradar os fabricantes norte-americanos por alguns motivos extremamente válidos para os quais chamamos atenção não só de nossos leitores, mas também – e principalmente – das autoridades brasileiras envolvidas no processo de aprovação e importação de armas estrangeiras ao Brasil.
Lucidez Concretizada
Nestas épocas de tantas insanidades brasileiras, neste ano difícil da Economia nacional, da ampliação monumental do festival de besteiras que assola o País no tocante a Armas de Fogo, eis que – repentinamente – dois fatos emergem em nosso segmento com força total e, felizmente, trazem uma idéia de continuidade e melhoria neles embutida.
O primeiro e mais marcante desses fatos é a concretização da importação de armas de calibres permitidos, com a entrada das pistolas semi-automática Walther (veja reportagem nessa edição), de procedência germânica, através da Rossi Imports, de São Leopoldo (RS).
É certo que o processo dessa primeira liberação demorou cerca de 2 (dois) longos anos, mas também é evidente que ela materializou uma antiga promessa dos militares do Brasil Novo. Assim, j´podemos antever a liberação de outras boas armas importadas, as quais atualmente encontram-se em fase final de testes, tais como as pistolas argentinas Bersa, as armas Smith & Wesson, etc.
A Vergonha e a Incompetência
Por diversas vezes os Editores ou articulistas de Magnum têm insistido num determinado ponto: é preciso uma verdadeira legislação de Caça para o Brasil, a exemplo do que acontece em todos os outros países.
À honrosa exceção do Rio Grande do Sul, que tem temporada regular de Caça, devidamente orientada e acompanhada pelo IBAMA, e onde as coisas andam perfeitas nesse aspecto há muitos anos, os demais Estados insistem em inovar e criar absurdas leis “protegendo” a fauna e o meio ambiente.
Inicialmente, seria o caso de perguntar aos políticos e falsos ambientalistas que neles gravitam: 1) não é o IBAMA um órgão com jurisdição federal e, assim, o que é válido nesse aspecto para um Estado não o seria para os demais? E 2) muito antes de existir esse bom movimento ambientalista, não existiam também os bons caçadores, os quais merecem ser ouvidos? A resposta clara e indubitável seria SIM!