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É com prazer que apresentamos a revista MAGNUM!

MAGNUM é uma Revista dedicada ao universo das Armas de Fogo. Aborda Colecionismo, Tiro Esportivo, Munições, Recarga, Balística e Legislação pertinente ao assunto. Além de abordar Arqueiria, Caça, Cutelaria, promover entrevistas com pessoas ligadas a cada um desses setores e cobrir lançamentos de novos produtos - no Brasil e no mundo -, buscando estimular seus Leitores ao trânsito saudável, consciente e responsável através desses temas.

Confira abaixo 5 Edições Completas para Assinantes MAGNUM

Edição Especial - Ed. 35 - Série Pistolas 3 - Mai / Jun 2009

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Editorial

Quando da escolha das matérias que comporiam este Especial de MAGNUM, buscou-se, acima de tudo, dar a nossos fiéis Leitores uma visão supera - brangente do que se fez em todo o nosso planeta quanto ao quesito Pistolas.

Assim, Você terá - em uma única edição - significativos exemplos de grandes obras da Engenharia de Armamento (como, por exemplo, é o caso da Ruger P-89 e das SIGSauers), uma interessante curiosidade (a diminuta Kolibri), a tentativa inipônica de criar seu próprio armamento para não depender do Ocidente (as Nambus), mas com resultados apenas razoá veis, uma “colecionável” polonesa (a Radom) e, ainda, dois produtos da conhecida e tradicional Smith & Wesson norte-americana(Mod. 6906 e M-52), entre outras - tudo isso compondo um belo painel da inventiva huma na em relação a Armas Curtas para seu exclusivo entretenimento. A cada página o Leitor perceberá nuances - inclusive históricas - a permear estes eternos textos, alguns deles produzidos por Autores que não mais estão entre nós, mas que continuam e continuarão presentes nestas folhas. Em outras palavras, praticamente um legado para as gerações futuras.
E, agora é hora de Você mergulhar em um gostoso passado e, quem sabe, aprender algo mais sobre algumas das mais conhecidas Pistolas já produzidas. Bom divertimento!

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Revista Magnum Edição 135

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Editorial

POR GOSTO, POR ATAVISMO, POR JAVALIS E PELA LEGÍTIMA DEFESA

Digamos por nós, colecionadores, atiradores, profissionais de segurança, amantes das armas, caçadores brasileiros, digamos por nós mesmos: Não queremos armas para atirar em alguém. Aliás, ninguém. Acreditamos que, embora armas tenham sim sido criadas também para esse efeito, não é o que buscamos, mesmo em estado de guerra onde a condição de autopreservação é efervescente.

Queremos ter armas porque simplesmente gostamos de armas de fogo. Por gostar de desenho industrial e admirar a indústria de transformação e os “mistérios vulcânicos” da metalurgia. Porque gostamos de história e, justamente por esse gosto, entendemos e acreditamos que homens e armas sejam indissociáveis, sendo indissociáveis também os avanços da humanidade a partir dessa união.

Afetos ao mato, obedientes às normas, queremos com armas caçar javali, também búfalo, amargosa, lebrão, etc . De última hora, queremos comprar aquela espingarda em casa agropecuária, à vizindade dos nossos sítios, ranchos, chácaras e fazendas, e não como quem compra “uma arma”, mas sim uma trivial e útil ferramenta de campo. Queremos comprar pólvora e chumbo e escorva nesses armazéns também para que, à mesa da cozinha, depois da ceia, façamos nossas cargas, simples e metódicas, a martelo e soquete

Talvez queiramos ver rack de arma longa em interior de caminhonete, sobre o vidro traseiro, vendo a partir daí menos roubo de gado. Queremos propriedades rurais herméticas aos invasores de qualquer espécie, quadrúpede ou bípede, e assim queremos também as propriedades urbanas, livres de invasões que não sejam as dos amigos e parentes nos momentos apropriados.

Talvez queiramos poder dar de presente a esses amigos e parentes, queridos e merecedores, uma arma de fogo, sem que precisemos pensar se registro vai permitir ou vai impedir o regalo. Que seja sim operação documentada, porém fluida e viável.

Armas, queremos para dar tiro em latinha, quebrar prato no ar, deitar pepper popper, furar papel e papelão. Ainda que, em legítima defesa, possamos eventualmente ter um outro alvo, tendo arma por instrumento. Uma questão dada a escolhas (Deus nos livre!) cuja premência seja imposta pela vida real, do passado, do presente e do futuro, seguindo, obedecendo sempre a inexigibilidade de conduta diversa.

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Edição 119 - Agosto/Setembro 2013

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Editorial

O DESCARTE!

Como as autoridades constituídas encaram este sinistro jogo de cartas.

Em tempos nos quais o Governo Federal - em vista das manifestações públicas que ocorreram (e ainda ocorrem) em todo território nacional - sugere a instalação de um Referendo para aprovação ou não de uma reforma política (ou Plebiscito, pelo qual mais pugnam por razões incompreensíveis à maior parte dos mortais), perguntamos a nós mesmos sobre a serventia de tal ato que, a nossos olhos, nada mais é do que uma grande tentativa de colocar entre nós e o astro-rei uma enorme peneira já que, “lá em cima”, sabe-se MUITO BEM onde estão os erros; e O QUE a população deseja para nosso sofrido País!

Devido ao exposto, sempre é bom lembrar que no ano de 2005 foi realizado um Referendo - e o assunto a consultar junto ao Povo era referente à possível continuidade da venda legal de Armas de Fogo e Munição no Brasil. E, para quem não se lembra do resultado, os votantes pelo SIM (56.951.853!) perfizeram um total de 64%! Comparativamente, na eleição de 2002, Lula recebeu, em cifra redonda, 53.000.000 votos, ou seja, 61% - numero menor do que o alcançado no malfadado Referendo!

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Edição 21 - Ano 4 - Setembro/Outubro 1990

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Editorial

Os verdadeiros culpados

Nestas épocas de eleições, movimentos totalmente espúrios, principalmente por parte de políticos (a maioria dos quais primaram por mandatos de absurdo e absoluto imobilismo), pseudo-entendedores de armas e sua aplicação tática, jornalistas mal-formados nas faculdades brasileiras de comunicação da atualidade (as quais infelizmente, grassam em cada esquina do País...) e outros elementos claramente mal intencionados conseguem sensibilizar aquela (grande) parcela desinformada da população, tradicionalmente composta por sacerdotes que se crêem politizados, beatas, inocentes úteis e outros que nunca têm posição própria, então, inocentes úteis.

Assim, o que eram inicialmente apenas ilusões paranóicas de um grupelho desonesto até para consigo mesmo, por um fenômeno de comunicação típico de países com baixo índice cultural como o Brasil e através da incansável repetição, acabam por se multiplicar, tornando-se uma “verdade irrefutável”

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Edição 49 - Ano 8 - Setembro/Outubro 1996

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Editorial

Quem mata?

Ao culpara armas de fogo pela crescente violência nas metrópoles brasileiras, muitas de nossas autoridades apenas disfarçam sua incompetência para assuntos de segurança pública.

A fome mata!
A falta de instrução mata!
A Ignorância mata!
A falta de educação mata!
O racismo mata!
As drogas matam!
O descaso aos idosos brasileiros mata!
A ganância de alguns governantes brasileiros mata!
No Brasil, a impunidade mata!
A morosidade da justiça brasileira mata!
O descaso das autoridades brasileiras mata!

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