Fotos, Vídeos, Avaliações, Eventos, etc
MAGNUM é uma Revista dedicada ao universo das Armas de Fogo. Aborda Colecionismo, Tiro Esportivo, Munições, Recarga, Balística e Legislação pertinente ao assunto. Além de abordar Arqueiria, Caça, Cutelaria, promover entrevistas com pessoas ligadas a cada um desses setores e cobrir lançamentos de novos produtos - no Brasil e no mundo -, buscando estimular seus Leitores ao trânsito saudável, consciente e responsável através desses temas.
Caro Leitor, Convidamos Você a saber, de antemão, quais os prazeres que o esperam na leitura de mais esta edição de MAGNUM. Assim, prepare-se para mergulhar não somente nos interessantes Testes que aqui estão (Pistola Sig Sauer P220 Target 5, realizado nos EUA, e Fuzil Remington 700 no calibre .458 Win Magnum), mas também mais uma matéria de cunho internacional: a referente ao SHOT Show 2016, o qual dispensa maiores definições e, desta feita, nos é trazido pelas mãos de um novo Colaborador; e que teve lugar na cidade de Las Vegas (Nevada, EUA). Obviamente Você poderá acompanhar a grande representatividade da Indústria Brasileira na citada Mostra.
Além delas, Você poderá se deliciar com dois artigos históricos (sob a Vinheta Munições, Protocolo do FBI; e na de História, Personagens e Armas, a saga de John Wesley Hardin, considerado um dos mais famosos bandidos do Oeste estadunidense). E, como Apresentação, uma rara arma, a Winchester Winder Musket - em calibre .22 e “single shot” – orientada para Treinamento Militar.
Como se não bastasse, também enfocamos as Gravações Ornamentais em Armas de Fogo (através da Vinheta Orientação), controvertida Arte que tende a agradar muitos Cultores de nosso imenso universo composto por Armamento enquanto que, para outros, é considerada como algo que apenas serve como elemento diferenciador, em nada agregando ao desempenho de uma determinada peça além de beleza - característica a qual, para alguns, pode ser considerada como um “must”.
Em Legislação, contamos com a colaboração do Dr. Daniel Fazzolari, sempre “antenado” quanto às minúcias que envolvem as Leis referentes a Armamento e itens correlatos.
Desse modo, é notável a variedade de assuntos aqui tratados; e com a devida profundidade que sempre foi a tônica desta Publicação, ou seja: buscando atingir os mais diversos tipos de áreas e buscando trazer a Você, Leitor, o que há de mais moderno - mas sem dispensar o tradicionalismo que, por vezes, permeia nossos pensamentos em função da curiosidade embutida em certos temas considerados como de interesse geral.
E, já dando uma prévia do que ocorrerá com a próxima edição, informamos que será mantida nossa diferenciada cobertura de Eventos internacionais “de peso”, trazendo às nossas páginas um completo e exclusivo relato (o qual já se encontra em fase de elaboração) de como transcorreu a Edição 2016 da IWA (International Waffen Ausstellung), desde a cidade de Nürnberg, Alemanha - de longe a mais importante Mostra europeia do Segmento de Armas, Munições, Acessórios e Esportes Outdoors, imperdível e que, neste ano, cresceu ainda mais com relação às anteriores.
Para encerrar, como sempre só nos resta desejar a nossos Leitores uma boa leitura e o agradecimento por fazer desta Revista - agora com praticamente 30 anos de existência - o que hoje em dia ela representa, tanto para nossos seguidores no Brasil quanto para aqueles que vivem em outros países, mas que - mesmo assim - não dispensam nossa companhia!
Uma Especial Dedicação
Após termos editado, com sucesso, três publicações Especiais sobre Revólveres, abrangendo várias marcas e modelos existentes no mercado nacional e internacional, vimos que era chegada a hora de homenagear exclusivamente os produtos genuinamente brasileiros - e quem mais poderia representá-los senão a conhecidíssima Taurus?
Afinal, nos anos oitenta, a cada quatro dessas peças de Armamento vendidas no Brasil, três eram produzidas pelas Forjas Taurus - isso trazendo como conseqüência a enorme quantidade delas existentes em todo o País.
O que aprendemos
As colocações a seguir (e respectivos comentários) sintetizam o que aprendemos em quase uma década editando Magnum. São informações importantes e que merecem ser lembradas diariamente por todos os brasileiros que apreciam armas de fogo. Faça da ciências destas um retrato vivo daquilo que acontece no Brasil no tocante a esse assunto.
1) Aprendemos definitivamente que campanhas de desarmamento da população honesta não funcionam.
A muito divulgada “campanha nacional de combate às armas” com pouco mais 1 (hum) ano insistentemente veiculada nas principais emissoras de televisão do país, NÃO FUNCIONA! Ao contrário do pretendido, pessoas continuam a ser mortas com armas de fogo, principalmente nas grandes cidades, justamente onde os filmes da tal campanha são mais veiculados. Aqui vai um exemplo: no primeiro semestre de 1995 o número de assassinatos aumentou 21% no estado de São Paulo em relação a igual período do ano anterior conforme dados de sua própria secretaria de segurança pública.
É com extraordinária satisfação que volto a escrever no editorial da Revista MAGNUM.
Inicio nossa conversa convidando o Leitor a refletir sobre o momento especial pelo qual nosso país está passando.
O Brasil é hoje a 6ª economia do mundo, recordista mundial no índice de ''felicidade futura'' segundo pesquisa realizada em 140 países pela Fundação Getúlio Vargas (FGV); e mais da metade da população faz parte da Classe C. De 2003 até ano passado, 49 milhões de pessoas entraram nas classes A, B e C, sendo que a desigualdade de renda, embora seja uma realidade em nosso país, vem caindo desde 2001, ao contrário do que ocorre em os outros países ''emergentes''.
Outro fato notável é o turismo brasileiro. Segundo a Organização Mundial de Turismo (OMT), as despesas dos brasileiros no exterior totalizam mais de US$ 16 bilhões em 2011, correspondendo a um aumento de 44% em relação ao ano anterior, a maior alta entre os países monitorados pela OMT.
Para se ter uma ideia do que isso representa, os gastos de turistas chineses cresceram 30,2% e, dos russos, 21%. Com estes números, não nos causa surpresa que a administração do Museu do Louvre em Paris esteja estudando traduzir para o português seus mapas e materiais multimídia.