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MAGNUM é uma Revista dedicada ao universo das Armas de Fogo. Aborda Colecionismo, Tiro Esportivo, Munições, Recarga, Balística e Legislação pertinente ao assunto. Além de abordar Arqueiria, Caça, Cutelaria, promover entrevistas com pessoas ligadas a cada um desses setores e cobrir lançamentos de novos produtos - no Brasil e no mundo -, buscando estimular seus Leitores ao trânsito saudável, consciente e responsável através desses temas.
Tive o prazer de conhecer Ronaldo Olive Há muitos anos, na época em que juntos labutávamos na hoje extinta creio) revista Tecnologia e Defesa. Contudo, o maior prazer resume-se no fato de Ronaldo ser cotado entre aqueles que chamo de amigos.. Independente do fato citado, Ronaldo é hoje, no Brasil, o que se pode chamar de verdadeiro especialista na área de Armamento, dos quais podem se contar, no máximo, cinco ou seis pessoas, tendo inclusive vários trabalhos apresentados em publicações internacionais de peso, como por exemplo as pertencentes ao afamado grupo editorial inglês Jane's, do qual foi correspondente por um longo período. Quando Ronaldo decidiu entregar-se a este trabalho, o fez de corpo e alma, do mesmo modo com que abraçou sua última criação para essa Editora, o Especial ''Submetralhadoras & Fuzis de Assalto'', publicação que alcançou enorme sucesso entre os Leitores da MAGNUM.
OLHOS NO FUTURO
Este Catálogo MAGNUM que encerra o século marca a evolução do panorama nacional de Armas & Munições, atualmente sofrendo muito pelas descabidas campanhas antiarmas.
Entretanto, estes movimentos tentam banir Armas de Fogo são mundiais e revelam em seu bojo peculiaridades interessantes, tais como o descabido e ilógico radicalismo de seus mantenedores e, ao mesmo tempo, a fragilidade das produtoras desses itens, principalmente as nacionais.
Efeito antiarma
Como no livro “1984” de George Orwell, o “grande irmão” dos anos 90 determinou que a nova geração não deve apreciar armas de fogo ou fumar.
Assim, a imprensa mundial diligentemente tratou de cumprir a determinação da chefia máxima e os jornalistas e outros profissionais de comunicação estão tentando implementar no jovem moderno as idéias de que ter ou portar uma arma de fogo bem como fumar, não é, digamos assim, “politicamente correto”.
Dentro dos modernos tempos “ecológicos” e de “extremo culto à saúde” isso até poderia ser entendido como algo salutar. Entretanto, a coisa toda não é tão simples e rósea.
Brasil: As Armas do Primeiro Milênio...
“Este verão de 2500 está realmente muito, muito quente...
Ontem discutimos exaustivamente qual deveria ser o Editorial de nossa primeira edição do novo ano, a de número 6126...mas, a única conclusão a que chegamos é de que simplesmente não haviam fatos marcantes no panorama das Armas nos últimos 30 dias.
Lucidez Concretizada
Nestas épocas de tantas insanidades brasileiras, neste ano difícil da Economia nacional, da ampliação monumental do festival de besteiras que assola o País no tocante a Armas de Fogo, eis que – repentinamente – dois fatos emergem em nosso segmento com força total e, felizmente, trazem uma idéia de continuidade e melhoria neles embutida.
O primeiro e mais marcante desses fatos é a concretização da importação de armas de calibres permitidos, com a entrada das pistolas semi-automática Walther (veja reportagem nessa edição), de procedência germânica, através da Rossi Imports, de São Leopoldo (RS).
É certo que o processo dessa primeira liberação demorou cerca de 2 (dois) longos anos, mas também é evidente que ela materializou uma antiga promessa dos militares do Brasil Novo. Assim, j´podemos antever a liberação de outras boas armas importadas, as quais atualmente encontram-se em fase final de testes, tais como as pistolas argentinas Bersa, as armas Smith & Wesson, etc.