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É com prazer que apresentamos a revista MAGNUM!

MAGNUM é uma Revista dedicada ao universo das Armas de Fogo. Aborda Colecionismo, Tiro Esportivo, Munições, Recarga, Balística e Legislação pertinente ao assunto. Além de abordar Arqueiria, Caça, Cutelaria, promover entrevistas com pessoas ligadas a cada um desses setores e cobrir lançamentos de novos produtos - no Brasil e no mundo -, buscando estimular seus Leitores ao trânsito saudável, consciente e responsável através desses temas.

Confira abaixo 5 Edições Completas para Assinantes MAGNUM

Edição Especial - Ed. 06 - Catálogo Magnum 1992

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Editorial

Um verdadeiro presente!


É exatamente Ito que significa este Catálogo MAGNUM 1992 para todos os aficionados pelo segmento das Armas & Munições em nosso país. Em novo formato, com muito mais informações e sintetizando um imenso trabalho de pesquisa, esta publicação deve ser entendida como a Bíblia das Armas & Munições” no Brasil.

Para esta edição do Catálogo MAGNUM contribuíram Autoridades Militares e Policiais Fabricantes, Comerciantes, Importadores, Dirigentes do Tiro Esportivo e Leitores, isto demonstrando o quanto a Corporação MAGNUM estreitou laços com todos os seus públicos nestes 5 anos de existência.

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Revista Magnum Edição 139

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Editorial

Quem sabe ? Talvez seja “O Pássaro Azul”.

Em termos bastante práticos, o que temos de norma - hoje e há bom tempo - é mais do que o sufi ciente para garantir tranquilidade acerca da posse e, inclusive, acerca do porte de arma de fogo no Brasil. Não, não (!). Nós de MAGNUM não estamos cegamente otimistas, tampouco estamos demonstrando ter deixado que o tempo abafasse nosso senso crítico. Não estamos anestesiados, muito menos corrompidos.

Ocorre que - sim (!) - todos nós amargamos juntos uma catástrofe normativa, porém isso não se deve mormente à raiz, à norma do Legislativo, mas à regulamentação dada pelo Executivo, operada via decreto.

O Poder Legislativo maliciosamente preparou e o Poder Executivo, mais maliciosamente ainda, abraçou as oportunidades e fez gols. Gols contra, é claro, posto terem sido nossos últimos presidentes todas figuras que jogaram e sempre jogariam contra a própria camisa. E só Deus sabe de todos os seus infectos porquês.

De todo, projetos de normas dispostas a inovar, nas circunstâncias presentes, derrubando o Estatuto do Desarmamento, poderiam agravar, ainda mais, a situação. Basta olhar para nosso Legislativo e traçar os cenários prováveis... e mesmo os improváveis. Dá para confiar, de novo, nesse existente conjunto de “senhores”, como regra uma poderosa equipe de desarmamentistas ? É olhar para o substitutivo em que se tornou aquele outrora louvável projeto de lei do deputado Peninha. Um projeto que foi pensado para ser música erudita e, hoje conspurcado, mais se assemelha a funk de calão.

Adequados decretos, acertados decretos, bons decretos podem modificar as tônicas imperativas de quase tudo o que a norma pretendeu de dano e danoso. Decretos oriundos - pois sim (!) - de um chefe de Executivo que jogue a favor da camisa, jogue com força, jogue sob convicções autênticas e sobre louváveis elementos de pavimentação de propósitos. Decretos oriundos - quem sabe (..?) - da caneta de um certo Capitão... quem sabe ?

Como em “O Pássaro Azul”, a felicidade quase sempre está bem mais perto do que fantasiamos. Logo ali - muita vez -, no quintal da sofrida e modesta casa em que, hoje sob altíssimos e desproporcionais custos, cada um de nós reside.

 

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Edição 32 - Ano 5 - Novembro/Dezembro 1993

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Editorial

Visões imbecis

As frases a seguir foram escritas em jornais e revistas, etc, proferidas em programas de rádio e televisão, repetidas por autoridades militares e policiais, por políticos idiotas, por jornalistas sensacionalistas, padres falsamente piedosos, defensores de direitos humanos dos bandidos, etc, enfim todos os imbecis que crêem gostar de armas de fogo seja indicador de personalidade violenta.

Talvez sua impressão numa revista de armas soe – a esse mesmo público – de maneira a indicar o quão ridículo elas são...

Temos que proibir...
É um absurdo!
Todos armados agora?
As bases devem ser consultadas...
Veja bem...por outro lado...
Ah sim! Devem ser proibidas!
Ah necessidade de uma ampla discussão...
O povo não está preparado!
Isso é coisa de bandido!
Que se proíbam todas!
Proibimos todas, depois vamos analisar caso por caso...
“Porte de arma indeferido”
Estamos estudando o assunto...
Isso é coisa de polícia!
Liberar? Quanto levo nisso?

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Edição 45 - Ano 8 - Novembro/Dezembro 1995

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Editorial

O que aprendemos

As colocações a seguir (e respectivos comentários) sintetizam o que aprendemos em quase uma década editando Magnum. São informações importantes e que merecem ser lembradas diariamente por todos os brasileiros que apreciam armas de fogo. Faça da ciências destas um retrato vivo daquilo que acontece no Brasil no tocante a esse assunto. 1) Aprendemos definitivamente que campanhas de desarmamento da população honesta não funcionam.

A muito divulgada “campanha nacional de combate às armas” com pouco mais 1 (hum) ano insistentemente veiculada nas principais emissoras de televisão do país, NÃO FUNCIONA! Ao contrário do pretendido, pessoas continuam a ser mortas com armas de fogo, principalmente nas grandes cidades, justamente onde os filmes da tal campanha são mais veiculados. Aqui vai um exemplo: no primeiro semestre de 1995 o número de assassinatos aumentou 21% no estado de São Paulo em relação a igual período do ano anterior conforme dados de sua própria secretaria de segurança pública.

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Edição 79 - Ano 13 - Junho/Julho 2002

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Editorial

Pontos de Vista e a Lógica Míope

Desde que a civilização começou, nosso planeta está dividido entre aqueles que pensam e os que seguem tais pensamentos. Os grandes pensadores, filósofos ou não, sempre opinaram sobre diversos assuntos, cada um deles com seu ponto de vis ta, ou seja, uma ''lógica pessoal''.

Ora, mesmo quando ocorre a exposição de uma lógica basicamente irrepreensível , sempre haverá aqueles que por teimosia ou por enxergar um pouco à frente (ou mesmo por não o fazê- lo) irão a ela se ante por.

Continua...

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