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É com prazer que apresentamos a revista MAGNUM!

MAGNUM é uma Revista dedicada ao universo das Armas de Fogo. Aborda Colecionismo, Tiro Esportivo, Munições, Recarga, Balística e Legislação pertinente ao assunto. Além de abordar Arqueiria, Caça, Cutelaria, promover entrevistas com pessoas ligadas a cada um desses setores e cobrir lançamentos de novos produtos - no Brasil e no mundo -, buscando estimular seus Leitores ao trânsito saudável, consciente e responsável através desses temas.

Confira abaixo 5 Edições Completas para Assinantes MAGNUM

Edição 52 - Ano 9 - Maio/Junho 1997

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Editorial

Acorda Brasil!

O recente assassinato do índio Pataxó Galdin dos Santos numa parada de ônibus em Brasília (DF), por 5 jovens de classe média que o incendiaram, nos faz refletir que não são necessárias armas de fogo para matar, basta o fogo...

O triste episódio revelou também a existência de crimes semelhantes contra mendigos, já há tempos, nas metrópoles nacionais, os quais não são noticiados pela imprensa brasileira, sempre ávida por sensacionalismo.

Esses jornalistas sensacionalistas e o atual governo brasileiro são os mesmos que forçam a aprovação, às pressas, da nova e imperfeita lei do porte de armas de fogo.

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Revista Magnum Edição 136

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Editorial

O REFERENDO DAS ARMAS ERA DELE PREVISÃO E PARTE INTEGRANTE, ASSIM COMO SÃO SEUS EFEITOS COLATERAIS - HOJE  SCANCARADOS - A PERDA DE CONTROLE DA VIOLÊNCIA NO BR, A NECESSIDADE DE INTERVENÇÃO FEDERAL NO RJ E, QUIÇÁ PARA BREVE, INTERVENÇÕES EM OUTROS ESTADOS.

Em alguns desses muitos grupos de WhatsApp, há pouco tempo circularam as seguintes pérolas: “Militares foram flagrados nas favelas do Rio portando armamento de uso exclusivo dos traficantes.” (e...) “Para evitar que motoristas sóbrios morram em colisões com motoristas bêbados, basta proibir os motoristas sóbrios de dirigir. É assim que funciona o estatuto do desarmamento.”
Contamos por nós - temos a boca seca, sempre que nos tocamos que nos cerca o estatuto do desarmamento.

Troço que fazemos mesmo questão de escrever em minúsculas, não por outro motivo, mas por serem tão pequenas e pequeníssimas as razões que se dizem sustentáculo de tão absurdo móvel normativo. Móvel normativo ? Sim, um móvel. Um movelzão, daqueles monstruosos, feios, tristes... pesados e “pesados”. Dos que não queremos, nunca quisemos, mas herdamos (sabe lá de quem) e temos que engolir, ainda que por um certo tempo. Movelzão que simplesmente não cabe na sala e, pra que fique, onde não deveria estar, restou apenas o expediente de deixar a porta da rua entreaberta. E deparamos a porcaria do anômalo todo santo dia na sala. No primeiro cafezinho da manhã; depois, na volta do trabalho, quando se arranca camisa, o calçado e se vai à ducha. Daí, na volta à sala pro jantar, mais uma vez. E mais outra, ao menos uma outra vez, na hora de encher um copo d’água pra ir dormir, sem que faça qualquer sentido conferir se a porta da rua está fechada, porque já sabemos que não poderá estar. É coisa comparável a assombração e suas visitas repulsivas.

Dá pra tirar o troço dali. Por isso o dizemos móvel, ou seja, móbil, passível de ser movido. Todos os inúmeros prejudicados percebem, veem que dá pra tirar, eliminar, remover. Porém, as mesmas condicionantes que impedem que se demova a “tartaruga do topo do mastro” atrapalham a retirada desse monstro da sala e da casa. Totalmente incompatível com o ambiente, constritor de espaço físico, abominoso, atrapalhador contumaz.... um estorvo que desestrutura a casa, consequentemente quem a habita, fragilizando as relações internas, as externas e toda a família.

O estatuto do desarmamento nos fragiliza a todos. Nesse “todos” - é claro - não abarcamos marginais – nem sequer os reconhecemos -, também não abarcamos seguradoras, bancos, grandes construtoras de condomínios fechados e políticos da cepa que a operação Lava Jato já prendeu ou está para prender. Enfim, não reconhecemos nele bandido de espécie qualquer. Lei 10.826/03, o estatuto do desarmamento castra os cavalheiros; mocha as damas; encorpa crianças medrosas; aumenta o consumo de grades, cercas elétricas, muralhas, alarmes, seguros de casas, seguros de automóveis e de outros bens, engorda os bancos ou, como dizem os mais velhos, as casas bancárias.

Nos compacta em potes herméticos, ditos condomínios fechados, de onde assinamos, em três longas vias, as declarações ou confissões de mochos, capões e medrosos.

Segundo Bene Barbosa, num de seus textos recentes: “Qualquer suposto benefício – ilusório, para ser mais preciso – trazido por um desarmamento, real e absoluto, não chega nem perto dos malefícios reais e inequívocos que ele provoca. Só isso deveria ser o sufi ciente para não restar dúvidas de qual lado ficar. Pouco importa a corrente adotada: humanista, utilitarista, jurídica, filosófica, religiosa e o escambau ao quadrado: havendo honestidade intelectual, você não encontrará nenhum apoio para a tese desarmamentista.”

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Edição Especial - Ed. 46 - Winchester, Browining & Velho Oeste

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Editorial

Apaixonado e grande conhecedor que é de Browning, Winchester e tudo o mais que a eles diz respeito, Caio Wolff Bava entrega seu melhor nesta obra que decerto irá agradar a todos os aficionados por Velho Oeste e também àqueles que prezam uma boa engenharia aplicada a armamento.

Como se não bastasse, o estilo altamente peculiar deste autor é entremeado de citações as quais, não raro, levam o Leitor a com ele viajar através de outras épocas e, desse modo, reviver o passado, desbravando em conjunto as nuances que compõe várias gerações de excelentes armas – imbatíveis no que se refere à aplicação para a qual foram delineadas.

Ao unir os dois nomes citados, Bava praticamente define as “pontes” que selaram tal união; e o faz de maneira a transportar para o papel toda uma experiência adquirida por anos de contato com exemplares de contexto desta publicação especial de MAGNUM. Assim, só me resta convidar o Leitor para que desfrute desta prazerosa leitura e também das ilustrações nela colocadas, visando a melhor compreensão dos assuntos expostos. O fiz e garanto que serão horas – ou dias – de extremo prazer, em dependência da velocidade com a qual se “ataque” este material ora em mãos. Além disso, o caráter do escrito fará com que ele sempre sirva de fonte de consulta, razão pela qual deve ser guardado com muito carinho após a leitura.

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Edição 99 - Ano 17 - Maio/Junho 2007

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Editorial

Fábrica de Heróis!

Existe um certo consenso - seja no cinema ou na vida real - de que heróis são necessários.
Não discordamos, pois se não houvesse a figura do herói, muitas vidas seriam possivelmente perdidas pela falta dele. Contudo, lembramos que heróis surgem em momentos de exceção, quando os “serviços” deles acabam por ser altamente necessários. Desse modo, é fundamental que haja uma situação ou atuação perigosa para que se produza uma vítima. Qualquer Cipeiro que se preza sabe disso, e conhece os dogmas relativos a situações de risco e atos falhos. Até aqui, nenhuma novidade, mas...

Quem são nossos verdadeiros heróis da atualidade? Ora, são aqueles que procuram dar o máximo de si para tentar preservar vidas - como é o caso de Bombeiros e de Policiais, entre outros. Existem, também, os heróis fortuitos, ou seja, aqueles que estavam no lugar e hora certos para evitar uma tragédia, mesmo sem serem pagos para isso (aliás, a bem da verdade, ninguém recebe salário para ser herói...).

Em suma, conclui-se que, para haver heróis, há que existir situações - provocadas ou não - para que tais personagens sejam levados a agir e, assim, atuarem como tais.

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Revista Magnum Edição 139

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Editorial

Quem sabe ? Talvez seja “O Pássaro Azul”.

Em termos bastante práticos, o que temos de norma - hoje e há bom tempo - é mais do que o sufi ciente para garantir tranquilidade acerca da posse e, inclusive, acerca do porte de arma de fogo no Brasil. Não, não (!). Nós de MAGNUM não estamos cegamente otimistas, tampouco estamos demonstrando ter deixado que o tempo abafasse nosso senso crítico. Não estamos anestesiados, muito menos corrompidos.

Ocorre que - sim (!) - todos nós amargamos juntos uma catástrofe normativa, porém isso não se deve mormente à raiz, à norma do Legislativo, mas à regulamentação dada pelo Executivo, operada via decreto.

O Poder Legislativo maliciosamente preparou e o Poder Executivo, mais maliciosamente ainda, abraçou as oportunidades e fez gols. Gols contra, é claro, posto terem sido nossos últimos presidentes todas figuras que jogaram e sempre jogariam contra a própria camisa. E só Deus sabe de todos os seus infectos porquês.

De todo, projetos de normas dispostas a inovar, nas circunstâncias presentes, derrubando o Estatuto do Desarmamento, poderiam agravar, ainda mais, a situação. Basta olhar para nosso Legislativo e traçar os cenários prováveis... e mesmo os improváveis. Dá para confiar, de novo, nesse existente conjunto de “senhores”, como regra uma poderosa equipe de desarmamentistas ? É olhar para o substitutivo em que se tornou aquele outrora louvável projeto de lei do deputado Peninha. Um projeto que foi pensado para ser música erudita e, hoje conspurcado, mais se assemelha a funk de calão.

Adequados decretos, acertados decretos, bons decretos podem modificar as tônicas imperativas de quase tudo o que a norma pretendeu de dano e danoso. Decretos oriundos - pois sim (!) - de um chefe de Executivo que jogue a favor da camisa, jogue com força, jogue sob convicções autênticas e sobre louváveis elementos de pavimentação de propósitos. Decretos oriundos - quem sabe (..?) - da caneta de um certo Capitão... quem sabe ?

Como em “O Pássaro Azul”, a felicidade quase sempre está bem mais perto do que fantasiamos. Logo ali - muita vez -, no quintal da sofrida e modesta casa em que, hoje sob altíssimos e desproporcionais custos, cada um de nós reside.

 

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